o técnico era um negro enorme

o técnico era um negro enorme, Sou coordenadora de ensino de uma escola particular no interior de São Paulo. Coube a mim neste ano, acompanhar o time de basquete feminino formado em sua maioria por alunas de nosso colégio, na faixa etária entre 15 e 17 anos. Na verdade, minha tarefa seria a de cuidar delas, da acomodação no local a nós destinado, enfim, passar a imagem aos pais de que suas filhas tinham uma acompanhante e estariam bem vigiadas. Nesses dias de convivência, pude observar como são desinibidas e avançadas, comparando-as com o padrão por mim conhecido, pois tenho trinta e quatro anos, casada, nunca tendo antes estado com um grupo tão jovem. Tenho boa aparência, loura, um metro e sessenta e dois, 56 kg bem distribuídos, o que permitiu que em vez de me chamarem de tia, as meninas me chamassem por Bia, meu apelido. Na escola estadual onde ficamos alojadas em uma sala de aula com colchões pelo chão, um aparelho de tv e um banheiro coletivo próximo, alojaram-se outras equipes de basquete feminino, vôlei e também, como pudemos perceber, equipes masculinas em uma outra ala do prédio. Do choque inicial, começaram as brincadeiras, as arrumações e logo estávamos achando tudo divertido num ambiente de muita camaradagem e alegria. Nossa equipe estava bem entrosada e tivemos sorte de pegar uma chave com jogos iniciais contra cidades sem força na modalidade, o que nos manteve na competição até as semifinais, quase uma semana depois. O que parecia sacrifício passou a ser interessante, com o crescente entrosamento e com uma situação complicada que me surgiu. Desde o primeiro dia de treino no ginásio de esportes de um clube da cidade onde se realizavam os jogos, o técnico da equipe de basquete masculino de uma das grandes cidades participantes, não sei por qual motivo, pegou no meu pé, puxando conversa comigo a todo instante. Logo que descobriu estarmos alojados na mesma escola insinuou que poderíamos almoçar juntos, torcer um pelo outro etc e tal. A princípio fiquei muito incomodada com seu assédio, com o risinho que as meninas trocavam ao vê-lo aproximando-se de mim e mais ainda por causa da atenção que ele despertava em razão da sua cor, um negro bem alto, braços e mãos enormes, um vozeirão

grave, todo alegre, pouco se importando com meu recato e constrangimento. Pior quando passou a ficar esperando minha saída dos locais a qualquer pretexto para me dar alô.

As meninas já brincavam comigo, dizendo que eu estava com sorte e mostravam aquele gesto que os pescadores fazem com as mãos afastadas para mostrar o tamanho dos peixes, o que me deixava morrendo de vergonha. Na primeira oportunidade lhe falei que deveria parar de me incomodar, que aquela atitude estava me deixando em situação delicada, ao que me disse que sabia estar sendo inconveniente, mas que nem ele mesmo estava entendendo a imensa vontade de ficar comigo, que sentia enorme necessidade de me abraçar, beijar e tudo o mais. Fiquei em estado de choque. Primeiro, ao pensar no gesto que as meninas me mostravam, depois, ao olhar seu rosto, sua boca grande, seu queixo másculo, me surpreendi pensando na possibilidade de beijar e me entregar àquele homem de aparência super viril e tão diferente do meu marido. Nem tive tempo de me recobrar desses pensamentos quando o ouvi dizer que me esperaria no jardim da escola, assim que voltássemos dos jogos. Não me deu chance de retrucar e disse que depois me daria toda a paz que eu quisesse. Pensei durante todo o dia no assunto, notando que quanto mais pensava, mais ansiosa e excitada estava ficando. Como as meninas saíam da sala para o banheiro sem acender a luz, fazendo o mesmo, saí para o jardim à procura daquele homem. Eu tentava pensar que estava indo tratar do meu sossego, mas o calor entre as pernas me fazia entender que a realidade era bem outra. O clima de sensualidade estava me deixando ansiosa e descontrolada. Era quase meia-noite. O jardim tinha um canto bem escuro, de onde ele me chamou assim que me aproximei do local. Me achava louca por ter ido àquele encontro. Vestida com uma camiseta e a calça do agasalho de moleton, pude sentir bem o seu volume logo no primeiro abraço, dado como cumprimento. Sem me deixar falar nada, beijou-me de um jeito muito gostoso, conduzindo-me até uma sala que conseguiu só para ele. Foi logo colocando aquelas mãos enormes no meio das minhas pernas, passando a mão por todo o meu corpo, livrando-me rapidamente do agasalho e da minha calcinha. Desorientada, fiquei um tempo na janela da sala olhando para a rua sem movimento, cujas luzes forneciam uma claridade suficiente à sala para que nos víssemos perfeitamente. Estava despercebida da minha situação de seminudez, imaginando o que fazer naquela situação quando ele tirou seu agasalho e me fez ver seu pinto enorme apontando para mim. Num ato instintivo, coloquei a mão na minha xoxota e me percebi totalmente desprotegida, o que me dava um pouco de medo e ao mesmo tempo uma vontade de mostrar-me àquele macho. Sem preocupar-se com o que eu poderia estar pensando, tirou minha camiseta e deitou-me no colchão, me beijando e passando a língua por todo o meu corpo. O seu pênis duro era o que mais eu sentia nos abraços. Logo eu o acariciava com as mãos, admirada com o tamanho e a dureza que podia sentir ao toque.

Instintivamente me curvei em direção àquele mastro e passei a língua na sua glande avermelhada, arrancando gemidos daquele homem com tanta facilidade que tomei o maior gosto pela coisa, tentando colocá-lo na boca sem muito sucesso. Se antes eu estava com algum receio, agora estava tomada por uma vontade incrível de ser possuída por aquele macho super viril, que logo percebeu minha excitação. Ele estava sobre mim e abriu minhas pernas segurando-as para cima. Indefesa com a xoxota totalmente exposta, pedi-lhe que tivesse cuidado na penetração. Fiquei surpresa com sua paciência e carinho. Ele simplesmente encostou aquele pintão na minha xaninha, e o manteve pressionando suavemente a entrada, dando tempo para que eu me acostumasse com aquele volume e relaxasse a xoxota que logo foi se adaptando àquele enorme invasor. Sentia-o vencendo minhas resistências, deslizando pouco a pouco para dentro de mim, causando-me um pouco de apreensão ao mesmo tempo em que um prazer enorme pelas sensações do ato e pela consciência da capacidade de agüentar o macho que me possuía daquela maneira. Quando passou a movimentar-se suavemente, sua língua em meu pescoço e ouvidos causaram-me arrepios que me faziam relaxar mais e mais, esquecendo dor, tamanho e tudo o mais, participando ativamente da trepada, vendo a satisfação em seu rosto. Pronunciava palavras desconexas com sua voz rouca de tesão, causando-me uma sensação deliciosa, fazendo-me gozar seguidamente, como jamais poderia ter pensado que fosse capaz. Quando eu imaginava que ele iria parar, surpreendi-me com sua permanência dentro de mim, dizendo que queria aproveitar bastante aquele momento e só iria gozar quando eu fosse embora. Manteve seu pênis duro por umas duas horas permanecendo abraçado e carinhoso o tempo todo que estivemos unidos. Mudamos de posição algumas vezes sem que ele tirasse o pinto da minha xoxota o que me deixava surpresa com sua capacidade para o sexo. Percebi que eu estava achando aquilo o máximo, aproveitando relaxada tudo o que aquele homem estava fazendo comigo. Na hora entendi que eu não teria e nem queria mais a paz que havia lhe pedido, pois estava tendo orgasmos nunca sentidos. Vadão atendeu meu pedido de ser mais discreto comigo, o que me incentivou a fazer amor com ele todas as outras noites. Ia dormir com a xoxota toda melada e inchada. A ardência durante o dia me lembrava a todo minuto do que me esperava à noite. Para mim, esses Jogos foram só de vitórias. Adorei! Beatriz

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