O taxista e a grávida

O TAXISTA E A GRAVIDA (Colaboração: JS )

Kelly estava com os seus seios mais inchados, pareciam maiores, uma “pêra”, com aureolas salientes e ate com um “cabinho na ponta” de tão semelhante, assim, puxava os bicos pra frente pra ficar bem pontudinhos…
Estava no sétimo mês de gravidez, sua barriga crescia e tinha impressão que sua bunda estava ainda maior, mais arrebitada…

Kelly e muito vaidosa, gostava de admirar seu corpo calmamente enquanto passa creme hidratante em frente ao espelho, quase perdi a hora.

Kelly vestia um vestidinho bem confortável, se ajeitava no espelho do elevador…
ela chegou em cima da hora ao salão de beleza, precisava fazer as unhas e se depilar, desde novinha sempre gostava de estar depiladinha, inclusive o cuzinho também, tirava todos os pelinhos, ainda mais porque tinha que ir ao ginecologista à tarde.
Depilada, cheirosa e com a pele bem tratada, assim Kelly se sentia de bem consigo mesma… E assim, lá estava Kelly, esperando ser atendida na clinica particular, não demorou e chamaram seu nome. Dentro da sala a Drª Elaine uma mulher de meia idade, muito comunicativa sentada em sua mesa, pede para Kelly deita-se na marca e começa a examiná-la, conforme ela falava com Kelly fazia perguntas, entres elas se ela estava fazendo sexo com freqüência com seu marido. Sem saber explicar Kelly fica calada se sentindo escantilhada pelo seu marido. Com a voz meiga a Drª Eliane pede para Kelly tirar a roupa, enquanto ela escrevia algo no computador a sua frente. Kelly sentiu o seu corpo arrepiar-se, sem entender, ficava com excitação…
Nuazinha… em pé na frente da Drª Elaine, não demorava para ela colocar as luvas e começar a examinar os seios de Kelly, passava as duas mãos cheias de creme ao redor do seu peito, mandava Kelly levantar os braços ate os seus seios ficarem bem empinadinhos. Drª Elaine apertava um seio e em seguida fazia no outro e voltava, agora segurando pela lateral, espremia com força cada seio. Apertava e ao mesmo tempo fazia massageava. Apertava a aureola saliente e puxava seus bicos durinhos, já estava enorme de tanto puxarem com as duas mãos começou a fazer movimentos constantes, parecia que estava mexendo nas tetas de uma vaca ate apertar o bico com força fazendo sair sua primeira gotinha de leite, ela tentava fazer o mesmo no seio direito, mas ainda não tinha leite, mas já estava orgulhosa de começar a sair leite do seio esquerdo. Em seguida mandou Kelly se deitar na maca de ladinho, com a bunda quase caindo, em sua direção, ela falou para Kelly abrir suas nádegas para examinar se tinha febre. Kelly já sentia o termômetro entrando no seu cuzinho, mas estava com dificuldade de entrar, assim não demorou a ela sentir o dedo da Drª Elaine cheio de gel dentro dela e logo, passou mais gel e colocou dois dedos no seu cuzinho ficando alguns minutos para ela se acostumar, dizia para Kelly apenas abri mais sua bunda. Kelly se segurava para não falar: – mete no meu cuzinho!- me fode!
Mas ela não falou nada, assim permanecia calada e submissa, mas cheia de excitação. Deitada com a barriga pra cima abria ao máximo suas pernas, ate encaixar no suporte lateral da maca, submissa aguardava a Drª Elaine. Ela falava ao telefone enquanto Kelly esperava com a xoxota toda aberta, pensava ela só besteiras, queria senti um cacete entrando dentro dela queria foder…
se segurava para não pedir que ela a masturbasse…
Drª Elaine colocou o estetoscópio no seu seio e em seguida Kelly sentiu a mão da Drª Elaine alisando suas coxas e a sua virilha, enfiando os dedos dentro da sua xoxota totalmente aberta, seus dedos entravam e saia, sua xoxota estava bem lubrificada, os dedos dela escorregavam para dentro de Kelly que fechou os seus olhos dentro daquela salinha, sua pele ficou toda arrepiada. Kelly se sentia submissa abusada com aqueles dedos dentro de sua buceta. Os dedos da Drª Elaine escorregavam na buceta de Kelly que se contorcia na maca, ela estava quase tendo um orgasmo naquela hora, quando a Drª Elaine parou após verificar sua respiração ofegante e seu corpo quente. Kelly estava um pouco tonta, já estava sentada na maca, tomando um copo de água. A Drª Elaine avisa que a consulta terminou…
Kelly coloca apenas o vestido por cima do meu corpo todo melado e guarda a calcinha na bolsa. Marcaram uma próxima consulta para trinta dias. Com um sorriso no rosto Kelly diz que não ter problema algum. Kelly pega um táxi na praça para voltar a sua casa, porem, no caminho ela sentia aquele gel descendo pelas pernas, apertava uma coxa contra a outra se sentindo envergonhada para o taxista não perceber. Após alguns minutos, o taxista vendo a inquietação de Kelly pergunta a ela se estava tudo bem. Kelly ainda estava cheia de excitação, só pensava em um pau se encaixando dentro dela, ela se ajeita e dar uma risada. Preocupada para não perder o respeito, Kelly permanecia em silêncio, segurando seus desejos. Ela apertava uma perna na outra para ficarem juntinhas de tanto liquido que escorria…
Kelly já estava quase chegando ao seu lar, ela resolveu provocar um pouquinho o taxista, ficou sentada entre os bancos da frente de maneira que o taxista tivesse uma visão melhor pelo retrovisor. Ela começou a se ajeitar o vestido na barriga puxando um pouco pra cima, pois sabia que sua buceta estava ficando exporta. Kelly percebeu o olhar daquele homem atraente ao volante, olhando fixamente para a metade da sua xaninha aparecendo sem calcinha e cheia de lubrificante… Ao chegar ao edifício que ela mora, solicitou ao taxista que entrasse e parasse o mais próximo do elevador. Kelly paga a corrida e o taxista entrega a ela seu cartão de visita colocando-se a disposição dela para qualquer eventualidade. Kelly sai do táxi daquele jeito, quase pelada mostrava a bunda semi-nua se ajeitando enquanto andava ate o elevador. Kelly não olhou para trás, pois sabia que o taxista estava olhando, ou melhor, olhando sua bunda. Calmamente Kelly andava rebolando toda exibida, assim ela entra no elevador e ao chegar ao seu apartamento tira o vestido, ela estava toda suada e melada cheia de tesão. Passados dez dias Kelly foi ao shopping fazer umas compras e ao sair percebi que chovia muito, então resolvi ligar para aquele taxista, após uns vinte e cinco minutos de espera o taxista chegou pedido desculpas pela demora, mas devido à chuva o transito não estava bom. Kelly coloca as bolsas no banco de trás e se senta na frente, logo começa a conversar com o taxista, pois, chovia muito e o transito estava congestionado e por sua vez o taxista de nome Orlando e muito simpático, eles falavam sobre vários assuntos ate pareciam que já se conheciam a muito tempo, Kelly percebi os olhares de Orlando para ela. Foi quando ele disse que era impossível continuar, pois, as ruas estavam alagadas e sugeriu que parassem em um posto de gasolina que era mais seguro naquele momento ate passar a chuva, Kelly concorda.
Cada vez mais chovia, conversa vai conversa vem e eles já estavam quase íntimos, quando Orlando liga o som do taxi e coloca um Cd com musicas românticas. Ele tocou no rosto de Kelly e acaricia os seus cabelos, inesperadamente eles se beijaram, Kelly pediu a Orlando que ele parasse e meia sem graça imediatamente a respeitou e desculpou-se. Orlando abriu as janelas para que entrasse um ar puto, pois, estavam ofegantes, mais logo tiveram que fechar de novo, por que chovia cada vez mais. Eles ficaram alguns minutos meio que em silêncio, mais logo voltaram a conversar. Aquele beijo mexeu com Kelly e de repente Kelly foi ate Orlando e deu um beijo nele e começaram a se acariciarem, nessa altura do campeonato Kelly já estava fora de si e começou a chupar o pescoço dele, ela abriu a camisa de Orlando e foi nos seus mamilos onde chupava e mordia e ele gostava, Kelly vai descendo ate que abri o feche da calça dele e tira o cacete dele para fora e começa a chapa-lo. Kelly achou meio estranho, pois, nunca tinha feito aquilo nem com seu marido, imagine com outro homem, quanto mais um desconhecido taxista. Kelly lambe a cabeça do cacete de Orlando e com maestria manuseava aquele pau, Kelly gostou de sentir aquele cacete na sua boca e cada vez queria mais, foi quando Orlando deitou o banco e levantando o vestido de Kelly começou a chupar a sua buceta lhe proporcionando momentos de um prazer nunca antes sentido, pois, seu marido único homem de sua vida nunca tinha feito isso, Kelly se mexia freneticamente e o seu vestidinho curto com os peitões quase saltando para fora, Kelly estava com uma excitação incontrolável. Orlando conduziu o taxi para um lugar mais deserto que tinha naquele posto de gasolina, onde, continuaram suas caricias. Orlando começou a passar os dedos na entradinha na xoxota de Kelly que falou esta muita excitada, pois, queria muito alguém para apagar o fogo que ela estava. Foi ai que Orlando se aproveitou e sem dar uma palavra começou a beijar Kelly e colocou a mão dela sobre seu pau de 23 cm. Depois de uns 5 minutos se beijando, Kelly começa a lamber a cabeça do cacete de Orlando, ela foi lambendo gostoso depois foi chupando ele de um jeito sensacional!
Orlando coloca Kelly no banco de trás que abre bem as pernas, pois queria sentir a língua dele novamente em sua xoxota, Orlando começa a chupar muito aquela bocetinha raspadinha e Kelly dava uns gemidinhos de leve até que ela gozou na boca de Orlando.
Depois disso ela pediu para ele colocar seu cacete todinho na xaninha dela. Kelly queria sentir seu pau na xota dela e falava para Orlando: – vai! – Me fode gostoso! Aquilo deixou Orlando muito mais excitado. Orlando mandou que Kelly se virasse e foi logo entrando nela com tanta vontade causando ao mesmo tempo dor e um prazer incontrolável, entre uns gemidos e outros mais altos, ele pergunta se ela queria que ele parasse, Kelly totalmente enlouquecida disse que ele não parasse, mesmo assim, quando Kelly já estava quase gozando ele tirou seu cacete e foi beijando, chupando e mordendo suas costas e foi descendo ate sua bunda abriu um pouco suas pernas e passou a língua no cuzinho dela. Com os dedos acariciava sua buceta e Kelly estava querendo cada vez mais, já nem se importava mais com a chuva, queria mesmo e que chovesse mais. Kelly senta em cima do cacete de Orlando com vontade, sentido aquele pau na sua buceta, ela já nem gemia mais, foi quando ele disse para ela se preparar que encheria sua buceta com seu leite bem quentinho. Enquanto Kelly sentia o pau de Orlando latejando dentro dela, ela goza, foram segundos, só segundos, mais de um prazer incontrolável e inesquecível. Em seguida Kelly sente jorra dentro de sua buceta a porra de Orlando, ela para por um momento como se estivesse parada no tempo, suspira e continua dizendo: – que rola deliciosa você tem! – você esta satisfazendo minha vontade de ter relações sexuais. A chuva tinha passado um pouco e prosseguiram, Kelly desci do taxi, paga a corrida e quando ia se distanciando, Orlando buzina chamando-a de volta, dizendo que daquela data em diante seria seu motorista particular. Kelly nunca imaginou fazer tanta loucura e sentir tanto prazer num banco de um taxi com o seu taxista.

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