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No quarto do casal havia uma poltrona

em Contos eróticos com fotos

Autoria: Val Theo

No quarto do casal, quando ainda moravam lá na casa da vila, na primeira casa que eles compraram, além de uma poltrona, também havia uma rachadura. Assim, resolvi escrever sobre o dia em que a filha comentou com o pai, que o amigo da mamãe havia entrado lá no quarto deles. Ele ficou sabendo que estive lá por acaso, porque a filha da Neguinha havia feito um comentário, de que o Norberto, amigo da mamãe estavam juntos lá no quarto. Quando Ele ficou sabendo, questionou a Neguinha. Ela me disse, que falou para o marido, que havia me levado lá no quarto deles, para mostrar uma rachadura que havia em seu quarto. Porque o Norberto casualmente me contou, que no quarto da sua casa também havia uma rachadura igual. Isso foi o que ela me contou, quando disse que o marido a fez questionamentos com ela naquele dia.

Aquele dia foi dos mais interessantes… Foi na verdade um dia de grandes loucuras entre nós dois. Sabe aquelas situações do tipo jovens adolescentes, que precisam se tocar de qualquer jeito? Nós dois estávamos assim desse jeito. E, quando cheguei lá naquele dia de tarde, logo no portão a Neguinha já foi me alertando que a filha estava em casa. Falou que ainda iriam mudar o horário da escola da menina. Sendo assim, estava estudando temporariamente de tarde, porque aguardavam as modificações que haveria de serem feitas pela direção da escola. Já o menino, filho mais velho dela, estava trabalhando e ia direto para escola assim que ele saía do serviço. O menino naquele tempo, costumava fazer alguns bicos e subempregos. Ela chegou a me dizer que ele não era chegado nessa coisa de estudar. Preferia mesmo trabalhar.

Naquele ano, era a primeira vez que estava indo na casa da Neguinha. Ela estava com um short jeans bem surrado e uma camiseta preta, quase indo para o cinza, grande e folgada. Pelo jeito que a camiseta estava na parte da frente, a mulher estava sem sutiã. Ali mesmo no portão, sem fazer muita cerimônia, eu disse a ela que estava com muitas saudades. Eu falei entre dentes, que estava louco para fazer amor com ela de qualquer jeito. Ela disse que também estava louquinha, louquinha, muito desesperada para me pegar, mas havia gente em casa naquele dia. ––Minha menina está em casa. Falou baixinho, quase inaudível. Diante daquela notícia, eu sabia que iria ser uma tarde muito difícil para nós. Nos últimos tempos, quando eu visitava a Neguinha, a menina estava na escola de educação infantil. Eu de certa forma, tinha aprendido a ter controle sobre os horários da escolinha da menina, assim como o horário que o marido chegava. Como era a primeira vez que estava indo naquele ano, não sabia qual o horário da matrícula da menina na escola de educação infantil. Além disso, vez ou outra, tinha a presença da mãe da Neguinha naquela casa. A senhora ficava um tempo com a Neguinha e, em outros passava na casa de outra filha, que morava na cidade de Jundiaí. A maioria das vezes a mãe dela preferia ficar em sua casa. Somente a presença da senhora idosa, que muitas vezes atrapalhava as minhas idas naquela casa. Era por isso, que eu estava um longo tempo sem aparecer para visitar a mulher. Desde o começo do ano, que eu sabia que a mãe da Neguinha estava por lá e atrapalhava minhas visitas.

Entramos na cozinha, e eu dei um beijinho de cumprimento na menina que fazia lição com os cadernos jogados sobre a mesa da cozinha. Eu e a mulher fomos em direção da sala, conversando amenidades. Antes de irmos, ela avisou para menina, que se tivesse alguma dúvida sobre a lição que perguntasse. —E aí meu jovem, o que você me conta de novo? Toda cheia de formalidades, foi me perguntando e já seguindo em minha frente. No meio da sala já me agarrou, e me deu aquele beijo atrevido que eu sempre gostava. Perdi o fôlego e fui falando qualquer coisa, para aplacar um pouco do silêncio entre nós dois ali na sala. Ela ficou na direção do corredor, de onde dava para observar a cozinha. Também respondeu qualquer coisa, só para que a menina pensasse que estávamos realmente conversando algo. Eram meia dúzia de palavras e mais alguns tantos beijos. Fomos fazendo isso por tantas vezes. Sempre que parávamos o beijo, emendávamos com um assunto qualquer sobre a empresa onde ela já havia trabalhado comigo. Ficamos por alguns minutos de pé, sempre nos atracando nos beijos.

A Neguinha ameaçou de ir até a cozinha, mas logo parou na porta que dava para o corredor. ––Quer um café meu jovem? Perguntou-me eufórica e meio ofegante ainda do último beijo nosso alucinado. Eu, entre dentes e sussurrando respondi: ––Quero você! Preciso entrar bem dentro de você… Ela sorriu elegantemente, fingindo me ignorar. Foi para a cozinha colocar a água do café no fogo. Eu fiquei ali imóvel, cobiçando aquele corpo de mulher. Passando diante da porta do banheiro, começou a ajeitar os cabelos que eu havia deixado meio em desalinho, enquanto dizia próximo da cozinha: ––Você chega para fazer visitas assim sem avisar, e me pega vestida de empregada doméstica. Falou e soltou uma deliciosa gargalhada. ––Não é filha? Nós mulheres gostamos de sermos vistas como princesas. Disse isso, já estando na cozinha e quase próxima do fogão. De longe eu ouvia o barulho de panelas e talheres. Sentei-me por alguns minutos no sofá, bem na direção do corredor, de onde eu podia avistar o movimento. Não demorou muito, a Neguinha voltou para sala. Num ímpeto, eu tentei agarrá-la e abrir o seu short. Ela me impediu me empurrando mansamente com as duas mãos em meu peito. Calma meu menino. Muita calma nessa hora! Tudo isso dito entre sussurros. Falou que iria até o quarto para colocar outra roupa que facilitasse mais as coisas para nós dois. Beijou-me num selinho, e foi seguindo novamente pelo corredor e, olhando para trás com aquela carinha sapeca.

Ela já estava no quarto quando campainha tocou. Eu gelei de pronto! Lá do quarto a Neguinha gritou e pediu para que a filha fosse ver quem era. A menina voltou e disse que era apenas alguém vendendo alguma coisa. A água estava no forno, enquanto, que a minha Neguinha havia ido até o quarto, para colocar outra roupa. Quando voltou, logo foi dizendo para a sua filha fazer lição na sala, que ela iria colocar a mesa para um cafezinho. Veio para a sala me chamar. Eu estava sentado agora em uma poltrona, bem ao lado do aparelho de som, que naquele instante tocava uma música bem antiga num volume bem baixinho. A Neguinha me pediu que viesse conversar com ela na cozinha, porque estava passando o café para nós. Ela aproveitou e já veio com uma bolsa da escola da filha, colocou sobre o sofá. A menina trazia lápis, cadernos e livros nas mãos e, foi ajeitando tudo mais ou menos sobre a mesinha de centro bem antiga.

A menina ficou dessa vez na sala e nós fomos para a cozinha. A Neguinha caminhava em minha frente em passos bem lentos. Eu seguia atrás, e ficava com meu olhar cheio de apetite. Magia tão deslumbrante de assistir aquela carne toda solta, balançando dentro daquele vestido. A mulher havia trocado o short surrado por aquele vestido. Era um vestido ajeitadinho do tronco até a cintura e, todo solto, largo e esvoaçante da cintura para baixo. Fiquei a me imaginar entrando de cabeça debaixo daquele seu vestido. Eu pensava e olhava a Neguinha que caminhava na minha frente, agora estando na divisa do corredor com a sua cozinha. Eu pensava e matutava como iria fazer para pegar a minha Neguinha naquele dia. Estava tudo muito difícil e complicado, como ela sempre dizia. Mas alguma coisa teria que acontecer, para que nós dois pudéssemos matar saudades de algum tempo sem nos ver. Não dava para ficar só olhando aquilo tudo.

Ela deu uma olhada por cima em direção à sala, como a observar a sua filha. De forma repentina, segurou minha mão e me levou para o seu quarto. Entramos e paramos um passo para dentro da porta. No quarto do casal naquele tempo, havia uma poltrona não muito grande, branca, quase creme. Ficava encostada na parede, logo do lado esquerdo para quem entrasse no quarto. Acredito que eles a usassem para fazer alguma leitura ou para desocupar um pouco a sala que era pequena para comportar o sofá e as poltronas. Nos fundos do quarto, olhando de frente para quem entrava no espaço do casal, ficava uma cama grande, daquelas que não era muito alta e, que estava sempre impecavelmente arrumada toda vez que ia lá. A janela estava semiaberta e o quarto proporcionava uma penumbra agradável, em função daquela grande cortina encarnada que cobria a parede de cima quase até embaixo. Lembro-me de ter chegado na casa da Neguinha em certo dia, e a comadre dela estava ajudando a fazer e costurar aquela grande cortina para o quarto do casal. A cortina grande de cor encarnada, dava um visual diferente ao quarto do casal.

A Neguinha colocou as mãos em meus ombros e pediu que eu esperasse ali. Disse que precisava ir abaixar o fogo da água do café, senão iria secar. Seguiu para a cozinha falando algo sobre marcas de café de sua preferência. Voltou, entrou no quarto logo me abraçando e levando as minhas mãos até o traseiro dela, só para que eu notasse que estava sem as suas calcinhas. Eu já havia percebido, mas fingi surpresa. Enfiei as minhas mãos por baixo do vestido dela e apalpei com muito gosto aquilo tudo, sedento de tanto desejo que estava. Sentindo o meu ímpeto e empolgação ela tirou a minha mão, saiu do quarto na minha frente, voltou para cozinha e foi falando qualquer assunto desconexo com aquela respiração ofegante e bastante fora do ritmo. Eu a seguia e a olhava sem falar nada. Ficamos nesse entra e sai no quarto do casal várias vezes. Eu já estava parecendo um animal no cio, desesperado e louco para pegar aquela fêmea. Eu sentia o cheiro de mulher invadir todo o ar daquela casa. Olhava para neguinha dos pés à cabeça, louco para agarrar e domar aquela potranca negra em sua cama. Eu sabia perfeitamente, que ela também estava louca para se entregar a mim, mas estava difícil com a menina por ali.

A Neguinha ficou próxima do fogão, parou momentaneamente de falar e começou a se abanar com as duas mãos como se tivesse com muito calor, com um sorriso maroto no canto da boca. Foi até metade do corredor e perguntou para a filha se queria pão ou bolachas. Ao ouvir lá da sala a resposta negativa da filha, voltou com passos largos, já do meio do caminho. Vinha apressadamente e na ponta dos pés, assim como uma menina prestes a fazer uma travessura qualquer. Segurou novamente em minhas mãos e voltamos ali para a porta do quarto. Não chegávamos a entrar totalmente para dentro do quarto, em função do risco de a menina chegar de repente e nos surpreender. Mas o desejo e a adrenalina era tanta, que fui obrigado a tomar a iniciativa. Dessa vez não podia esperar por ela. Ali mesmo perto da porta, caí de joelhos de frente da Neguinha. Levantei o seu vestido num ímpeto, enfiei a minha cabeça por debaixo e avancei com minha boca no sexo da mulher. Ela deu um leve gemido controlado, segurando de leve a minha cabeça. Dei algumas lambidas bem forte naquele sexo que já se derramava. Eu passava minha língua invasora no seu grelinho, quando ela me empurrou de leve para que eu saísse. Voltou a ir verificar como estava a sua menina. Perguntou mais alguma coisa para a filha assim de longe, mas eu, em todo meu êxtase e delírio, já não conseguia entender o que falou para a menina. A Neguinha voltou, demos novo passo para dentro do quarto, de forma que ela ficou com a cabeça encostada na porta, olhando para fora, na direção da cozinha. Assim, poderia ver se a filha continuava lá na sala. A Neguinha levantou o vestido, curvou o corpo para frente, e mais uma vez ofereceu aquela iguaria para que eu chupasse. Dessa vez, eu me ajoelhei, lambi com mais força e empolgação, abrindo a boceta dela com as duas mãos. Fiquei naquele delírio de emoção por alguns minutos, quando a mulher se afastou para eu sair. Agora de pé, ela me abraçou e com suspiros beijo-me a boca. Logo me ofereceu o seu pescoço para que eu o lambesse, enquanto foi desabotoando a minha calça. Novamente ela saiu do quarto para vistoriar a sua menina. Eu fiquei parado no quarto, alguns passos da porta, com o cinto e botão da calça abertos.

Quando voltou para o quarto do casal onde eu a esperava, terminou de abrir de vez a minha calça, e colocou o meu pinto para fora. Rapidamente caiu de joelhos e abocanhou meu pinto. Chupou, lambeu, passou a língua no meu saco, sempre apertando forte a base do meu pau. Vez ou outra, com os seus olhos grandes e brilhantes, ela parava e disparava o olhar em direção à porta. Deu mais algumas lambidas na glande deixando-o molhado e ficou de pé. Olhou para a cozinha ali mesmo da porta, levantou o vestido, curvou o corpo para frente e pediu para eu esfregar meu pinto em sua boceta. Não me demorei. Ela com a cintura curvada para frente, me permitiu que eu esfregasse a cabeça do meu pau em sua boceta molhadinha. A minha Neguinha suspirava e se deixava entregar para aquele desejo. A cabeça do meu pinto ficou avermelhada, de tanto que eu esfreguei com força na sua boceta quente. Mais uma vez ela soltou o vestido para que eu parasse. Eu estava viajando, indo longe naquela nossa loucura e emoção como dois adolescentes.

Dessa vez, antes de sair, ela me deu um beijo mais intenso, e foi saindo do quarto com aquele olhar carregado de fome e de tantos desejos. A Neguinha aos suspiros ofegantes, falava assuntos perdidos no ar, para confundir a menina e para que pensasse que estávamos na cozinha. Enquanto isso, andando calmamente, foi segurando, abaixando e levantando a barra do seu vestido, para exibir e me mostrar o grandioso traseiro. Chegou na cozinha e parou por alguns minutos perto do armário. Eu fiquei parado bem próximo da entrada do quarto do casal, olhando a mulher. Falei bem baixinho para levantar mais uma vez o vestido. A minha boca salivava só de olhar tudo aqui que me mostrava. Ajeitou o vestido e veio para perto do fogão. Pegou a pequena panela de alumínio onde a água já cansava de ferver. Despejou o líquido que fervia no coador que estava sobre a pia, com um punhado de pó de café. Continuou ali na cozinha, na beira da pia, com suas perguntas, respostas e falácias perdidas. Eu enquanto isso, sôfrego e fora do ritmo natural, eu respondia de tempos em tempos com vários monossílabos. Respondia evasivamente com um sim ou não. Agora eu estava alguns passos perto do fogão. Ficava olhando para aquele corpo delicioso dentro daquele vestidinho. A minha boca minava água, só de saber não haver nenhuma lingerie por debaixo do seu vestido. A menina apareceu de repente na cozinha, veio cabisbaixa com o livro na mão. Perto da Neguinha, a filha perguntou para a mãe sobre algo, que eu nem me interessei em saber. A Neguinha pegou o livro, passou as informações para menina que agradeceu e seguiu em direção à sala novamente. Antes de chegar no meio do corredor a Neguinha falou: –Layce, se você tiver mais alguma dúvida sobre a lição, grite daí que eu vou te explicar. Tá bom, minha querida? A mulher insistiu com a menina, para ver se não vinha para a cozinha.

O cheiro daquele café especial já dominava toda a cozinha e até talvez a vizinhança. A Neguinha colocou em dois copos uma quantidade idêntica para mim e para ela. Veio em minha direção, que havia mudado de lugar e agora estava parado ao lado da mesa. Quando ia colocar um dos copos em minha mão mudou de ideia. Colocou os dois copos sobre a mesa, olhou para o fundo do corredor como se fiscalizando e observando o movimento, me pegou pelo braço e entramos novamente no quarto dela. Desta vez ela puxou ao mesmo tempo, até as canelas, a minha calça e minha cueca, libertando e colocando para fora o meu instrumento, que de tão rígido que estava doía dentro da cueca. Meu pinto estava desesperado para ser liberto. Ajoelhou-se em minha frente como em penitência, colocou todinho dentro daquela sua boca quente. Chupou sedenta e empolgada, mas sempre com os olhos voltados para a porta de entrada do seu quarto. Chupou, lambeu, acariciou, deu um trato muito mais que especial em meu pênis. Eu observava, que a cabeça do meu pinto começou a ficar roseada, de tanto que a Neguinha chupou e brincou. Parecia que sua boca atrevida estava totalmente grudada no meu membro. Para não mudar de estratégia, levantou-se mais uma vez, foi até a porta, deu outra olhada rápida e depois voltou.

Desta vez a mulher usou de todo atrevimento. Ajoelhou-se ali naquela pequena poltrona e ficou de costas para mim. Deixou aquela bunda arrebitada, levantou o vestido um pouco acima das ancas, mostrando aquele rabo maravilhoso. Apoiando sua cabeça nos braços da poltrona, com as duas mãos arreganhou e abriu as polpas da sua bunda, oferecendo-me tudo aquilo. Fiquei poucos segundos anestesiado, olhando aquela mulher de quatro, olhando sua bunda grande toda oferecida para mim. A mulher de joelhos, com a bunda arrebitada, iria ser o meu alimento especial daquele quase final de tarde. Naquela posição, colocando aquele rabo todo para cima à minha disposição, pediu para eu entrar logo. ––Por favor meu menino, entra em mim rápido. Não demora, não meu garoto. Estou precisando te sentir todinho dentro de mim. Vamos, faz rápido, por favor! Era uma voz sussurrada, abafada e lânguida, que implorava para eu penetrá-la.

Não demorou muito, eu já estava com as minhas calças nos pés e enterrando bem fundo naquela boceta toda aberta, toda lubrificada de tesão. Confesso que naquele instante, nem pensei na menina lá na sala. Eu não tinha tempo para pensar nisso. A mulher abria mais as polpas grandes da sua bunda com as mãos, deixando-me ainda mais excitado. Eu olhava o ânus da Neguinha todo aberto, latejando com cada enterrada forte que eu dava. Os movimentos de entrada e saída do meu pau dentro da boceta da mulher, tendo a Neguinha de quatro na poltrona, faziam o cuzinho da mulher piscar, assim como se quisesse participar da nossa festa. Como as minhas calças ali presas em minhas pernas estavam atrapalhando minha mobilidade, e mesmo sabendo dos riscos, tirei o meu caralho duro de dentro dela. Levantei rapidamente uma das pernas, puxei a minha calça de vez, e voltei a colocar tudo dentro da Neguinha. Ficou bem mais fácil. Ela apenas me disse: ––Você é louco! Eu até achava muito estranho essas colocações dela… A casa era dela, quem me recebia era ela, e quem tinha que pensar para que nada desse errado era ela.

Agora eu sentia que os meus movimentos, penetrando aquela boceta quente da minha Neguinha puderam ser mais livres. Naquele momento eu não tinha mais as calças em minhas pernas me atrapalhando. Sem as minhas calças eu podia enterrar bem fundo, e sentir as minhas coxas e pernas batendo forte nas nádegas daquela mulher. A Neguinha estava toda sedenta e alucinada por sentir e fazer amor. Ela continuava se abrindo com as mãos como se fosse se rasgar ao meio. Resolvi ajudar com as minhas mãos, e passei a balançar meu corpo mais rápido, mais intensamente. Cheguei até a me esqueci por momentos, que nós dois não estávamos sós naquela casa. De repente ela saiu num pulo da poltrona e voltou rapidamente para a cozinha. Eu fiquei dentro do quarto no aguardo da minha Neguinha voltar. A Mulher mais uma vez observou o movimento da menina lá na sala e viu que não havia risco. Falou lá de longe mais alguma coisa sem sentido para mim, para que a menina imaginasse que estávamos na cozinha. Ela voltou para o quarto, com aquela respiração bastante ofegante e olhando desconfiada para a cozinha.

Sabe aqueles dias que a mulher está além dos limites dos seus desejos? Era assim que a Neguinha estava. Entrou no quarto, eu estava parado ao lado da poltrona, tendo uma das pernas da calça presa no pé, do mesmo jeito de quando ela havia saído. Ela pediu para eu me sentar na poltrona. De novo ela foi rapidamente em direção à porta cheia de aflição. Chegou até na divisa da cozinha. Logo voltou ao quarto, subiu repentinamente na poltrona, ajeitando-se primeiramente com o joelho direito, em seguida colocou o pé esquerdo, ficando de frente para mim. Naquela posição, agachou-se sobre mim, ajeitando o meu pinto dentro daquela boceta gostosa. Ao sentir meu pinto entrando, nós dois gememos juntos. Assim, por debaixo do vestido, eu segurei forte as polpas da bunda da mulher. Dessa maneira, assim agachada sobre mim, segurou com as duas mãos na minha nuca, logo foi balançando e se penetrando bem devagar. Ajeitada com apoio das duas mãos em minha nuca, beijou-me com ternura. Queria muito poder tirar o vestido da mulher, para olhar o movimento daquelas suas enterradas. Deixei o meu corpo escorregar um pouco na poltrona e fiquei totalmente entregue aos nossos desejos. A Neguinha começou a se balançar, segurando forte no meu pescoço e ao mesmo tempo olhando em direção da porta. Vez ou outra ela segurava forte meu rosto, beijava-me com suspiros leves e voltava a olhar em direção da porta. Eu apoiava a Neguinha, segurando forte as polpas da sua bunda. Beijou-me olhando com olhos cheios de emoção e tesão. Deu algumas balançadas e enterradas bem fortes, que eu sentia a bunda da mulher batendo forte nas minhas coxas. De supetão, mais uma vez ela se levantou, indo ver o movimento lá na cozinha. Só que dessa vez a mulher demorou um tempo muito maior para voltar. Eu não saí daquela posição, fiquei firme e forte esperando a Neguinha voltar.

Quando voltou, dessa vez foi nossa loucura mais espetacular de todas. Ela subiu com os pés, um em cada braço do sofá, ficando de pé em minha frente. Levantou o vestido, e curvando o seu corpo, levou aquela coisa gostosa até a minha boca para eu chupar. A Neguinha se apoiava na parede com as mãos espalmadas, e olhava fixamente em direção da porta, para não sermos surpreendidos. Eu chupava e enchia a minha boca com aquele bocetão gigante e quente. Para manter o equilíbrio do corpo da mulher, eu segurava sempre forte as polpas grandes daquela bunda da Neguinha. Eu enchia a minha boca, e chupava forte o seu clitóris. Ela dava gemidos controlados segurando e apoiando, como se fosse subir nas paredes. As palmas das mãos da mulher pareciam que iriam grudar na parede. Eu segurava forte as nádegas da Neguinha, para que assim conseguisse que minha língua fosse bem mais fundo. Ela se derramava em emoções.

Como aconteceu várias vezes naquele dia, ela desceu mais uma vez saltando da poltrona. Mas antes que ela fosse para a cozinha eu a abracei e ficamos frente a frente. Ela ajeitou meu pinto dentro da sua boceta, colocando um dos pés na poltrona. Eu enterrava bem forte e gemia, dizendo que nós precisávamos ir e viver até o fim aquela nossa emoção. Nós gemíamos e sussurrávamos, enquanto eu balançava meu corpo olhando nos olhos da Neguinha. Ela me soltou rapidamente, ajeitou os cabelos em desalinho e saiu para nova vistoria. Quando saiu dois ou três passos para fora, ainda ajeitando o vestido, deu de cara com a menina parada e calada, com o caderno e o lápis na mão. Não sabemos se a menina chegou até a porta. Não sabemos se a menina chegou a nos ver ali, naquela nossa última cena acontecida, tendo a Neguinha com o pé na poltrona e eu a penetrando. Mas quando vi que a menina estava ali diante da mãe, num rompante eu coloquei a minha calça e saí atordoado do quarto do casal. A menina estava de cabeça baixa, com o livro na mão, mas em momento algum não levantou o olhar em nossa direção.

A Neguinha ainda ofegante, voltou a lembrar a menina, que quando precisasse que ela chamasse. A menina disse que chamou, mas falou que a mãe não ouviu. Mas na situação que nós dois estávamos ali naquele quarto, era praticamente impossível que nós ouvíssemos qualquer som, senão o da nossa emoção. Andando calmamente acompanhou a menina lado a lado até a sala. Lá falou alguma coisa sobre a lição, enquanto, que eu ali na cozinha e parado ao lado da mesa, tentava controlar a respiração descompassada. Ela voltou, chegou perto de mim dizendo que estava complicado aquele dia. Eu falei que nós tínhamos que terminar aquilo tudo. Ela pegou o copo de café na mesa, que nós não havíamos bebido. Tomamos numa golada rápida. Olhou no relógio, e disse que já estava muito próximo da hora do marido chegar. Avisou em voz alta para a menina que iria abrir o portão para o Norberto que ia embora. Em seguida me disse: ––Vamos subir rápido até a lavanderia. Pegou a chave do portão e, ao sairmos, fomos para o lado esquerdo, em direção à lavanderia. Observei também no meu relógio, que realmente estava muito perto do risco de o marido da Neguinha chegar, tínhamos que ir bem rápido na lavanderia.

Subimos as escadas que davam para a lavanderia. Eu ficava olhando cada passo da mulher que subia as escadas. Parecia que tudo estava acontecendo em câmera lenta: bunda para lá, bunda para cá. Aquele mundo de carnes da sua bunda, balançando-se diante dos meus olhos desejosos. Lá de cima, no final dos lances de escada, era possível de se avistar a Avenida Aricanduva. Ela empurrou a porta velha de madeira daquela edícula, que tinha uma cor marrom bem gasta. Entramos. Eu parei bem próximo do tanque de lavar roupas, enquanto ela foi atrás da porta, pegou uma pedra grande que ali estava para travar e prender a porta. A porta não tinha como trancar por dentro. Depois que escorou a porta, veio em minha direção. Eu havia pego algumas peças de roupas, que estavam na beira do tanque. Puxei toalhas e outras peças que secavam no varal e ajeitei tudo no chão. Fui tirando a minha roupa, e jogando também no chão sobre as outras, para que pudéssemos nos deitar sobre elas. Ela fez o mesmo assim que colocou a pedra. Chegou perto do tanque, segurando na barra do seu vestido e foi tirando-o. Eu já havia tirado minhas roupas e fiquei observando aquele corpo magnífico da Neguinha que se desnudava para mim. Eram mais de dez anos vendo, amando, provando, tocando e olhando aquele corpo, mas a cada vez que eu a via nua diante de mim, o encanto e deslumbramento sempre aumentava mais. Era impressionante essa emoção que meus olhos fabricavam, cada vez que olhava aquele corpo. Parecia que ela estava cada vez mais linda do que as outras vezes.

Ficamos nus os dois, nos olhando cheios de desejos incontroláveis. Estendi a mão e ajudei a Neguinha a se ajoelhar. Antes que ela se deitasse ao chão sobre as roupas, ofereci o meu pênis para a sua boca. Ela segurando e olhando em meus olhos, insistiu que não seria bom nos demorar, por causa do marido prestes a chegar. Mas colocou meu pau na boca. Antes que ela tomasse conta daquela ação, comecei a me masturbar bem forte com o pinto em sua boca, enquanto ela mantinha a boca levemente aberta. O meu cacete navegava dentro da boca quente da mulher. Eu batia a punheta alucinado, como se fosse gozar assim. Parei de me masturbar, deixando o pinto dentro da boca da mulher. A Neguinha chupou só um pouquinho, bem gostoso e bem gulosinha, mas logo soltou e relembrou que estava muito próximo da hora do seu marido chegar. Assim que tirou a boca do meu pau, foi se ajeitando e se deitou sobre os panos jogados ao chão. A mulher abriu bem as pernas eu de pé, olhava aquilo tudo. Fui me agachando e entrando no meio das pernas da Neguinha. Curvei o meu corpo sobre a mulher, cheguei com meu pinto bem pertinho da entrada da boceta da Neguinha e, sussurrei para ela colocar. Segurou-o com delicadeza e foi ajeitando, e eu empurrava de leve fazendo a cabeça fervente no buraco que vazava emoção. Dei uma estocada bem de mansinho. Depois mais uma, mais outra e, logo passei a desferir enterradas bem fortes, que parecia sentir o som do toque dos nossos ossos pélvicos. Ela segurava bem forte as minhas nádegas, quase me machucando com as unhas, e ia me ajudava a enterrar. A Neguinha gemia, sussurrava e falava coisas imperceptíveis. De repente, soltou as minhas nádegas, os olhos foram se fechando, a boca se abrindo levemente. Eu olhando toda aquela emoção estampada nos olhos da mulher. Eu sabia que estava indo. Fui indo… Fui indo… A emoção foi chegando para mim também, tendo a mulher em delírios, murmurando e me chamando para o nosso gozo. Até que explodimos os dois juntos, num urro que mais parecia dois animais que estavam presos em uma jaula. O som do nosso orgasmo intenso, quebrou o silêncio daquele quase final de tarde mágico no bairro. Ela não poderia me deixar sair da sua casa, sem que pudéssemos matar aquela nossa saudade tão intensa. Eu sabia naquele dia, que ela cheia de desejos como estava, decerto não me deixaria ir sem fazermos amor.

Não pudemos aproveitar por mais tempo aquela nossa emoção. Fomos obrigados a abreviar aquele momento depois do desejo. Levantei-me. Ajudei a Neguinha a se levantar. A Neguinha me beijou como se fosse agradecimento, se vestiu e, eu fiz o mesmo. A mulher pegou uma das toalhas e esfregou na sua boceta para se limpar, em seguida jogou-a no tanque. Peguei todas as roupas que havia colocado no chão, fui ajeitando rapidamente na beira do tanque. Ela puxou a pedra para destravar a porta e nós saímos com cara e cheiro de pecado. Também tínhamos que pensar, que eu deveria sair às escondidas, sem fazer barulho e sem ser visto pela a menina. Também tinha o risco de dar de cara com o marido, logo na saída do portão, se ele chegasse do serviço. Já pensou! Mas não, deu tudo certo. Nem a menina me viu sair e nem o marido chegou, no momento que a mulher abriu o portão da sua casa para minha fuga repentina. A rua estava vazia, o que me permitiu sair bem rápido e bastante acelerado. Fui pelo lado contrário, porque era contramão para quem viesse de carro. Entrei na primeira rua assim que saí e, a partir dali fui andando calmamente, respirando fundo, pensando em nosso dia de loucura das mais especiais e emocionantes. Eu caminhava sentindo como se pisasse em plumas e nuvens.

No outro dia, logo que desci as escadas no meu trabalho, recebi a informação da telefonista, que a Neguinha havia me ligado mais de três vezes. Fiquei todo empolgado, imaginando que a mulher queria marcar de sairmos para um encontro em algum lugar. Se fosse isso, tinha que inventar uma história para o meu chefe, para poder ir para a rua fazer serviços externos. Retornei a ligação e não era nem oito horas ainda. Foi nesse dia que ela me contou, que a sua filha tinha contado para o pai, assim que ele saiu do banho, que o Norberto tinha entrado no quarto junto com a mamãe. Ela me disse que se fosse uma mulher branca, teria ficado azul num instante. Teve que pensar rápido. Quando ele veio para cima dela cobrando e querendo saber, ela com ligeireza inventou uma história rápida. Levou o marido ao quarto, apontou para ele a rachadura que havia no quarto deles. Disse ao marido que o Norberto mencionou, que lá na casa dele tinha uma rachadura como aquela. Disse inclusive, que todo dia a rachadura se abria ainda mais. Ela teve toda certeza que parecia que ele acreditou, porque não tocou mais no assunto. A Neguinha falou, que depois da conversa com o marido, ela entrou no seu banheiro e foi respirar fundo. Ela falou que não conseguia controlar o corpo. Tremia dos pés à cabeça. Mas o Climério, seu marido, acreditar numa história dessas, que a mulher entrou no quarto com o amigo, somente para mostrar uma rachadura? Tudo bem que o marido sabia que nós éramos amigos de tempos, mas eu estar em sua casa quando ele não estava e, ter entrado no quarto junto com sua mulher para ele me mostrar algo. Será que ele não conseguiu achar nada disso um tanto quanto estranho?

A Neguinha também me contou que houve outro fato relatado pela sua filha Layce. Revelou-me que quando fechou o portão para eu sair naquele dia, entrou sem demora, e foi logo encontrar a menina na sala. Parecia estar meio que choramingando. Ela perguntou para a sua filha ––O que foi meu amor? E a menina respondeu que pensou que ela havia saído para a rua, e a tinha deixado sozinha. A mulher disse que falou para a menina, que tinha ido somente lá em cima, na lavanderia tirar as roupas do varal. A menina questionou e completou dizendo para a Neguinha, que tinha ido lá também procurar por ela. ––E você não me chamou? Quis saber a mulher. A menina falou que sim e, até tentou por várias vezes empurrar a porta, mas estava difícil e dura de abrir. Pensei comigo: –– Nossa! Que risco. Parece mesmo que a Neguinha adivinhou ao colocar aquela pedra para segurar a porta da lavanderia. Foi realmente providencial, se não tivesse feito isso, certamente a que sua menina teria encontrado eu e a sua mãe, deitados no chão da lavanderia, aí não teria uma explicação. Ainda bem que nós dois fizemos tudo em silêncio lá na lavanderia, só o final que foi mais que espetacular. Porém, o mais incrível de tudo, foi a menina ter contado para o seu pai sobre minha presença na casa, e o marido acreditar que eu fui somente para ver uma parede que estava rachada no quarto do casal. Acreditar que fui visitar minha Neguinha, só para analisar uma parede? Nem pedreiro eu sou… Eu tenho toda certeza, que a rachada que eu procurava, conseguiu me satisfazer por demais naquele dia.

Um cometario "No quarto do casal havia uma poltrona"

  1. Douglas Eduardo disse:

    Se essa mulher é de dar esse show em sua casa, eu fico imaginando o que ela faria fora dali. Essa eu gostaria de conhecer sem perder tempo porque sabe o que fazer com um homem.

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