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A CLAUDETE VIZINHA DA NEGUINHA

em Contos eróticos com fotos

A CLAUDETE VIZINHA DA NEGUINHA, PAROU-ME NA ESQUINA, LOGO DEPOIS QUE SAÍ DAQUELA CASA AO FAZERMOS AMOR, E VEIO ME AMEAÇAR, DIZENDO QUE IRIA CONTAR AO SEU MARIDO DELA.
Autoria: Val Theo

Meu chefe havia me pedido que eu fosse buscar alguns documentos da fazenda, que naquele tempo era numa cidade da Região Metropolitana de São Paulo. Normalmente para você ser atendido nessas repartições, tinha que chegar muito cedo. Meu chefe disse que eu poderia ir direto de casa. Resolvi aproveitar a oportunidade para ir ver a Neguinha. Eu nem sabia se a mãe dela estava em casa, ou se o marido estava de férias, mas não poderia deixar de arriscar. Já fazia algum tempo que não conseguia ir visitar a Neguinha. A oportunidade se oferecia, e eu tinha que arriscar. E sempre fazia planos de chegar bem antes da Neguinha levar a sua filha na escola. Sendo assim, poderia encontrar a Neguinha no caminho e descobrir se a passagem para o paraíso estava livre e sem riscos. E mesmo com riscos, eu não tinha como não arriscar para ver a Neguinha.

Houve um pequeno acidente na avenida principal, que complicou o trânsito. Acabei chegando no ponto, perto da casa da Neguinha às 8:15 da manhã. Fui seguindo em direção da sua rua e, já torcendo muito para que sua mãe não estivesse. Mas o enredo foi bem pior. Assim que entrei na rua, avistei a Neguinha em pé, parada em seu portão, juntamente com as duas vizinhas, a Celina e a Claudete. Logo pensei que iria ser um dia difícil para driblar aquelas mulheres. Estava ali e tinha que aproveitar a oportunidade em tentar alguma coisa. Só sei que já cheguei, entrei na conversa, que se alongou ali mesmo no portão, até por volta de quinze minutos para as nove horas. De tanta vontade e tanta sede que eu estava da mulher, eu nem prestava atenção no assunto. A única coisa que prestei bastante atenção, foi que a Neguinha comentou com as suas vizinhas, que a sua filha iria sair mais cedo da escolinha. Falou naquele papo informal, que haveria uma reforma no prédio da escola. A Neguinha comentou que seria uma reforma de alguma coisa, que não prestei atenção sobre o que seria. Logo me senti um azarado, percebendo que o meu tempo por ali seria muito curto.

Eu e a Neguinha vez ou outra nos olhávamos disfarçadamente. Confesso que a Claudete me surpreendeu numa dessas, olhando o corpo da Neguinha. De repente, numa tentativa em ver se conseguia espantar as duas vizinhas, a Neguinha disse que iria passar um café. ––Vou passar um café fresquinho! Alguém se interessa? Eu me adiantei, e rapidamente aceitei. Eu disse que estava com um pouco de pressa, mas aceitei o café. Moral da história é que a comadre aceitou e a Claudete embarcou junto conosco. Dessa maneira, a conversa lá dentro rendeu mais. Eu fiquei no meio daquela conversa desinteressante, em que eu não prestava atenção em nada. Tentava olhar bem disfarçado para a Neguinha, mas por vezes parecia, que a Claudete acompanhava o meu olhar a cada seguindo. Queria tentar dar um sinal para a Neguinha, para ela quem sabe dispensar as mulheres. Mas estava muito difícil. Até que olhei no relógio e passavam cinco minutos das dez horas. Havia perdido tanto tempo ali, por causa daquelas duas. Se fosse somente a Celina, a gente sempre dava um jeito, mas a Claudete era uma mulher muito esperta e bastante observadora. Foi dessa maneira, que pensei num plano B e resolvi ir embora. Não havia outra saída, se por acaso eu quisesse conseguir alguma coisa com a minha Neguinha.

Confesso que parecia uma palavra mágica. Quando eu falei que iria embora, as duas mulheres decidiram também. Eu falei, que nem poderia ter me demorado muito. Assim, fomos todos juntos até o portão. E, sem muita cerimônia, despedi-me apressadamente da Neguinha e das vizinhas. E qual era a minha intenção? Resolvi que iria atravessar a avenida principal do bairro, esperar no ponto do outro lado da rua, e avistar quando as mulheres fossem embora. E assim eu fiz. Saí rapidamente, atravessei a avenida no farol, e cheguei no ponto de ônibus. Era um ponto sem cobertura nenhuma. De manhã bem cedinho costumava ter bastante gente, nesse ponto sentido centro. Já naquele horário estava vazio, por conta de ser num local bem deserto da avenida. E, nem bem encostei na pilastra do ponto de ônibus, consegui ver de longe a Celina, que foi a última a entrar em sua casa. Não dei muito tempo, corri rapidamente, aproveitei que o farol sentido centro fechou e atravessei naquele ponto da avenida, mesmo longe e fora da faixa de segurança. Caminhei ladeando a mureta de proteção do rio e cheguei até a faixa de segurança. Esperei alguns minutos o farol sentido bairro abrir, e atravessei. Acelerei bem os passos, para que a Neguinha não saísse. O meu coração estava numa batucada interna, que parecia que iria saltar do peito.

Seguindo pela avenida principal do bairro, passei pela rua da escola da menina, mais alguns metros à frente, cheguei na rua da Neguinha. Ufa! Tudo calmo e sem ninguém na rua. Fui me refazendo da emoção e caminhando bem devagar, em direção da casa da Neguinha. Porém, quando passei em frente da casa da Claudete, lá estava ela, olhando um jornaleco de mercado, e me viu passar. Acelerei o passo e parei no portão da Neguinha. Olhei na direção da casa da Celina, que não estava na janelinha, onde costumava estar. E, antes de tocar a campainha, notei a silhueta da Claudete em seu portão. O sol batia e pude ver a mulher atocaiada no limite do seu portão. Resolvi tocar a campainha e pensei comigo mesmo: Se a Claudete sair, eu finjo que fui buscar algo que esqueci.

Quando ia tocar a campainha novamente, a Neguinha me olhou lá da porta da cozinha. Pegou a chave e rapidamente veio abrir o portão. Nunca a vi fazer esse trajeto, da porta da cozinha até o portão tão rápido. Antes de abrir o seu portão, deu uma espiada em direção da casa da Celina. Abriu e fechou o portão bem rápido, com a minha entrada e, sempre olhando a casa da comadre. Sem falar nada, fomos em passos largos para a cozinha. Não deu nem tempo para a Neguinha pendurar as chaves. Nos beijamos ali, logo na entrada da cozinha. Depois de vários beijos tresloucados, a Neguinha foi dizendo: ––Nossa! Estava louca para te beijar. Pensei que não iria conseguir te beijar hoje. Essas minhas vizinhas resolveram tirar o dia mesmo para atrapalhar a gente. E nos beijamos novamente, agora com doçura. Fui beijando a Neguinha, e ao mesmo tempo empurrando e caminhando com a mulher, para que chegássemos perto da mesa. A mesa era o nosso lugar secreto e especial de fazer amor em sua casa. A mesa era o nosso momento de começar e de sentir. Mas a Neguinha falou que preferia e achava melhor que fôssemos para a sala. E assim fizemos.

Chegando na sala, ela me pediu que me sentasse no sofá. A Neguinha de frente a mim tirou o seu vestido, o sutiã e a calcinha. Meus olhos paralisados de tesão observavam aquele monumento nu diante de mim. Quando comecei a levantar minha camiseta, a Neguinha falou para deixar que ela tirava. Puxou minha camiseta, tirou e jogou ao lado da mesa de centro. Ajoelhou-se entre as minhas pernas, e tirou meu tênis e as meias. Levantou-se, curvou o corpo e deu chupadinhas de leves nos meus mamilos. Desabotoou o meu cinto e puxou a minha calça. Eu somente levantei o corpo levemente para facilitar. Ajoelhou-se novamente e passou a puxar minha cueca. Logo na primeira puxada o meu pênis pulou rígido e empolgado. Jogou a calça e cueca perto da camiseta. Naquela posição agachada, deu algumas chupadas de leve na cabeça do meu cacete. Colocou-se de pé, sentou-se sobre mim sem colocar o meu pinto dentro da sua boceta. Ficamos por alguns minutos só nos beijando e nos esfregando com aprazimento. Resolveu se agachar sobre mim, segurou-se com uma das mãos no meu ombro e, com a outra foi ajeitando meu pinto dentro do seu bocetão quente. O pinto foi entrando bem devagar, bem devagar, até desaparecer dentro da vulva fervente da Neguinha. Ela gemeu num suspiro alto e tão encantador. No mesmo tempo que ela gemeu ao se enterrar, a campainha tocou. Ela pôs a mão na boca apreensiva e levantou-se para observar. Eu logo pensei que tudo iria dar errado novamente e, que aquele não era o meu dia com a Neguinha.

Na sala da casa da rua do governador, havia um ponto cego, onde era possível a Neguinha olhar pelo canto da cortina, quem estava no portão. Fez um sinal para mim apontando a casa da vizinha Claudete. Eu perguntei em sussurro ––É a Claudete? É ela? A Neguinha me olhou com cara de contrariedade. Olhando-me assim como quem diz: ––A Claudete parece que quer atrapalhar no dia de hoje. No meu íntimo eu sabia que a vizinha havia me visto voltar. Eu entendia, que se a Neguinha soubesse, que a Claudete havia me visto voltando e entrando em sua casa, decerto que não iria fazer amor comigo naquele dia. Enquanto a Neguinha ainda estava parada perto da cortina, no canto da sala, a mulher tocou mais uma vez a campainha e gritou alto o nome da Neguinha. Gritou por duas ou três vezes seguida. A Neguinha pediu para eu esperar que ela iria encostar a porta. Queria assim evitar, que se a mulher fosse tentar olhar do cantinho do portão, pensaria que não tinha ninguém em casa. Mas eu sabia que a Claudete havia me espreitado entrando na casa da Neguinha. Fiquei sentado na mesma posição, nu, o pinto firme e forte, esperando o momento de entrar em ação.

Enquanto a Neguinha foi para a cozinha encostar a porta, o agito que a Claudete fez lá fora, chamou a atenção da Celina, a comadre da Neguinha, que deve ter saído para ver quem chamava a Neguinha. De longe ouvi a comadre dizer à distância, do seu portão para a Claudete: ––Ela deve estar lá na lavanderia, por isso não deve estar te ouvindo. Ou ela deve ter saído. A vizinha Claudete logo retrucou: ––Não ela deve estar. O… (E, falou o meu nome.) acabou de entrar. ––Mas o… (E, falou o meu nome) foi embora. Lá fora eu ainda ouvia a Claudete, aquela vizinha mais bisbilhoteira a insistir: ––Não… Não… Eu vi quando ele voltou e entrou. A Claudete tocou a campainha mais uma vez, gritando mais alto o nome da Neguinha. O bate papo lá fora entre as mulheres parecia ter cessado. Nesse tempo a Neguinha voltou da cozinha. Mais uma vez a campainha foi acionada. A Neguinha me chamou e pediu para sairmos dali. A mulher seguiu na minha frente, enquanto eu ia atrás, com meu mastro pronto para fincar na bandeira da Neguinha. Eu andava e ao mesmo tempo olhava o rabão da minha Neguinha, com seu corpo deslumbrante e pronto para ser todinho meu.

Chegamos na cozinha, passamos perto da mesa. Aquela mesa tinha muitas histórias sobre nós dois. O nosso primeiro matadouro foi nessa mesa da cozinha, quando a Neguinha morava na rua do governador. Era assim, eu chegava na casa, íamos nos beijando até chegarmos perto da mesa. Era ali nessa mesa que tudo acontecia. Mas dessa vez ela passou direto e fomos para o quarto do casal. Assim que entramos no quarto, paramos bem pertinho da cama e nos beijamos. O silêncio do quarto era quebrado, com os insistentes gritos da Claudete. Lá no quarto a Neguinha ainda disse: ––Que saco essa mulher! O que será que ela quer comigo? Como eu sabia que ela havia me visto voltando, e entrando em sua casa, logo imaginei que ela queria mesmo empatar o nosso encontro. Assim, tomada de decisão, a Neguinha foi subindo de quatro na cama. Parei para olhar aquele corpo, aquele rabo, aquele bunda grande, apetitosa e toda minha. Pensei em subir correndo, atacar, lamber e chupar aquela bunda, mas me contive. A mulher lá fora revezava as suas atitudes. Uma hora ela tocava a campainha, em outra ela gritava com sua voz forte e estridente. Comecei a me preocupar. Já pensou se o marido da Neguinha chega? Como a Neguinha iria explicar a mulher chamando e nós dois dentro da casa. Um calafrio percorreu minha espinha.

Nesse tempo, a Neguinha já havia se ajeitado na cama, deitada com a sua cabeça no meio dos dois travesseiros. Parado, bem perto da parte onde estavam os pés da Neguinha, eu a observava se tocando. A Neguinha foi se tocando de leve, com aquele olhar tão brilhante. Abriu bem as pernas em formato da letra v. Fazendo sinal com uma das mãos começou a me chamar: ––Vem logo, preto! Entra dentro de mim. Faz amor comigo, preto. Estou louca de tanto desejo. Eu pensei que hoje não iria fazer amor com você. Vem amor meu! Ela se tocava, ofegava e se contorcia na cama com as pernas abertas. Os sussurros de desejos da Neguinha se misturavam com os gritos da Claudete lá fora. Subi na cama mansamente, de quatro, do mesmo jeito que a Neguinha. Entrei no meio das suas pernas, e ao chegar com minha cabeça perto da sua boceta, enfiei meu rosto, dei uma cheirada e uma lambida rápida. A Neguinha derretia, estava se derramando. Continuei subindo sobre a mulher com a maior calma do mundo.

A mulher gritando lá fora, parecia querer atrapalhar a nossa emoção. De repente ela parou de gritar. De repente silêncio lá fora! Eu já estava com o corpo curvado sobre a Neguinha, beijando-a com total excitação. A mulher se adiantando, foi ajeitando meu pinto dentro da sua boceta e dizendo: ––Vem e me faz sua mulher! Quero tudo isso dentro de mim. Isso tudo é só seu, meu preto. Põe ele todinho aqui dentro. Quando a Neguinha terminou de falar, eu dei uma estocada bem forte. Ela gemeu e segurou forte na minha bunda e, passou a me ajudar nas enterradas. Eu enterrava fundo, que sentia até as bolas batendo forte na entrada da boceta da Neguinha. ––Vem… Vem… Eu quero ir… Quero gozar… Preciso gozar… A Neguinha soltou os braços abertos sobre a cama, enquanto eu coloquei a máxima velocidade que pude nos meus movimentos de enterradas. Ela começou a gemer ainda mais alto: ––Vem… Vem… Vem… Vem… Por fim, explodimos nós dois juntos numa grande emoção, com aquele grito duplo, que se a vizinha estivesse no portão iria ouvir e ficar com muita vontade.

Dessa vez, não ficamos nem um minuto na cama, porque logo seria hora de buscar a sua filha na escola. Fomos para o banheiro, ela antes de se lavar, lavou o meu pinto. Peguei a toalha e fui buscar minhas roupas na sala. Coloquei a roupa e fui dar uma espiada no canto da janela e, parecia que a mulher havia desistido de nos importunar. Quando cheguei na cozinha, a Neguinha já estava trocada com outro vestido. Também estava com o cesto de roupas sujas e foi me dizendo: ––Vou lá na lavanderia colocar essas roupas, quem sabe a vizinha veja e pense que eu estava lá em cima. Preciso ter um álibi de qualquer jeito. Eu tive vontade de rir, porque eu sabia que a Claudete havia me visto chegar. A vizinha me viu entrar e, não dava para enganar. Fui até a lavanderia com a Neguinha levando o seu cesto de roupas sujas. A Neguinha acomodou as roupas num canto, foi em um ponto daquela laje, onde talvez a vizinha Claudete pudesse ver que ela estava ali. Após esses movimentos, falei para ela que era bom eu ir embora. Descemos, a Neguinha pegou a chave na cozinha. A Neguinha foi sozinha com a chave até o portão, para ver o movimento. Parecia até coisa de filme de fugitivo, ela espionando a rua para eu poder sair. Estava tudo tranquilo, chamou-me com um sinal, dei um beijo rápido no rosto da Neguinha, e saí.

Pensei até em ir embora saindo pelo lado direito, mas fui pelo caminho mais fácil. Passei em frente da casa da Claudete e arrisquei um olhar rápido. Tudo na paz, a mulher não estava de campana, como quando na hora que eu havia voltado. Ufa! Eu respirei um tanto aliviado. Não queria criar situações difíceis para a Neguinha com a sua vizinhança. Mas o mais incrível e surpreendente aconteceu, assim que entrei na avenida principal do bairro, lá estava a Claudete, parada feito um dois de paus e com seu folheto de supermercado na mão, fingindo que estava lendo. Assim que cheguei perto dela, sorri amarelado e totalmente sem jeito. Sem reação não consegui falar nada. Ela despejou: ––Isso fica muito chato… Isso fica muito chato para nós mulheres aqui da rua. Tem muita gente aqui no bairro comentando, sobre uma mulher casada, que está tendo um caso. Eu sinceramente, não acho legal você vir aqui na casa da… (E falou o nome da Neguinha), num horário que o marido não está, que os filhos não estão, nesse horário que ela está sozinha. A Claudete foi disparando: ––Tenho visto você chegar sempre aí, quando a… (E falou o nome da Neguinha) está só. Confesso que eu estava trêmulo e nervoso, com a voz fraca, só balbuciei: ––Mas ela é minha amiga! Só minha amiga. A Claudete voltou a atacar: ––Se você vier mais uma vez, nesses horários que a… (E falou o nome da Neguinha) está sozinha, vou ser obrigada a falar para o… (E falou o nome do marido da Neguinha). Se continuar vindo nesses horários, ele vai ficar sabendo. Diante das ameaças da mulher, eu deixei a Claudete falando sozinha e fui andando sem olhar para trás. Ainda ouvi ela falar de longe: ––Você me ouviu, né? Ele vai ficar sabendo. Entrei na primeira rua à esquerda, que é a rua da escola da filha da Neguinha, e com as pernas bambeando, cheguei rapidamente ao ponto de ônibus. Entrei no primeiro que passou e fui embora, tendo na lembrança apenas aquele som incrível, do gemido longo da Neguinha, quando explodimos juntos de tesão.

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