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A comadre Celina nos viu

em Contos eróticos com fotos

A CELINA, COMADRE DA NEGUINHA, NAQUELE DIA ME VIU COMENDO A NEGUINHA, LÁ NA LAVANDERIA DA CASA ANTIGA.

Autoria: Val Theo

Foi um dia muito difícil. Cheguei na casa da rua do governador e logo que cheguei a Neguinha me avisou que tinha gente em sua casa. Pensei em voltar do portão. Mas quando me falou que era a Celina, sua vizinha e comadre, eu decidi entrar. Quem sabe poderia conseguir tocar na minha Neguinha de alguma maneira. Foi difícil, mas consegui. Mas a Celina acabou me vendo comer a Neguinha, no chão da lavanderia da casa.

Lembro-me que a Neguinha veio me contar em certa oportunidade, quando estive na casa dela, a respeito de um boato que circulava lá pelo seu bairro. Era um caso de alguém ter visto uma mulher casada, que morava ali no bairro, e que estava tendo um caso com um homem casado. A vizinhança toda queria muito saber quem era essa mulher comentada e falada no bairro. Não perguntei para Neguinha nada, se ela sabia ou não, quem era a vizinha que estava sendo alvo de comentários. Não dei muita corda naquele assunto. Mas eu tinha certeza que era a comadre dela a pessoa responsável pelos comentários e falatórios sobre aquele assunto. Devo dizer que senti a Neguinha um tanto ressabiada. Fez o comentário comigo com discrição e sem me dar muitos detalhes. Mas senti que se mostrou intranquila e preocupada em sua fisionomia. A comadre estava comentando, porque eu sabia muito bem, que ela havia visto eu e a Neguinha lá na lavanderia em um determinado dia. Claro que eu nunca comentei com a neguinha sobre este fato, porque eu tenho certeza que nunca mais me receberia em sua casa. Apesar de ser uma mulher de opinião, a minha Neguinha se preocupava muito com o que os outros falassem. É por esse motivo, que vou lhes contar como se deu o caso da comadre da Neguinha de nome Celina, que me viu comendo a Neguinha, lá em cima na lavanderia da casa antiga. A Celina foi a pessoa que nos viu deitados no chão da lavanderia, bem ao lado do tanque, fazendo amor em um dia de muita loucura e desejos entre nós dois.

Estava numa semana agitada no meu serviço, porque resolveram modificar o sistema de contabilidade. A máquina antiga que eu trabalhava foi substituída por um computador mais moderno. Assim, eu era obrigado a assumir algumas outras tarefas lá no departamento de contabilidade da empresa. Não ficaria apenas trabalhando com um único serviço. Enquanto foram sendo implantados novos sistemas, eu não podia mais inventar as minhas escapadas de rotina para ver a Neguinha. Tinha que ficar acompanhando o técnico de processamentos, que estava passando novas informações para todas as pessoas. Casualmente naquele dia, o técnico de informatização ligou por volta de dez e meia da manhã para o nosso encarregado e disse que não iria poder passar em nossa empresa, porque havia outras empresas para fazer finalização e implantação de sistemas. Ouvindo aquilo, vi que era uma grande oportunidade para ir visitar a minha Neguinha. Eu andava afoito e ansioso pelos cantos do nosso departamento, assim como um garoto que esconde uma grande traquinagem. Afinal, já fazia mais de um mês que eu não a via. Eu estava morrendo de saudades e não poderia deixar passar aquela chance que apareceu de repente. Sei que haveria o risco da mãe da mulher estar em casa, mas era melhor tentar ir direto, do que ligar para a Neguinha.

Nem esperei o chefão chegar. Quando houve uma oportunidade, peguei o meu encarregado de canto, que estava acabando de entrar no banheiro para ler as suas famosas revistas. Eu disse a ele que precisava resolver um problema urgente e como meu serviço estava em dia, certo que não ria me impedir. O encarregado da seção era um cara do bem e permitiu numa boa, porque sabia que podia contar comigo sempre. Passei no banco para pagar algumas contas minha e do meu encarregado. Também fui em uma casa lotérica ao lado, para fazer alguns jogos meus e de algumas pessoas do departamento. Já era próximo do meio dia, quando eu seguia pela avenida em direção ao metrô. Eu tinha sempre alguns horários especiais para ir à casa da Neguinha, porque sabia que por volta de 13:00 horas até 13:15 horas, a mulher levava a sua filha mais nova até a escola. A escola da menina ficava em uma rua bem próxima dali. Entre ir e voltar da escola ela não demorava mais do que dez minutos.

Cheguei nas proximidades da casa da Neguinha perto de uma e meia da tarde. Será que ela foi levar a filha na escola? Pensei comigo, mas já fui seguindo em direção da rua onde a menina estudava para poder verificar.
Por muitas vezes eu parava em alguma esquina da rua onde a filha da Neguinha estudava e ficava esperando a Neguinha passar por ali. Não tinha erro. Era sagrado que entre uma e vinte ou uma e meia ela passasse por ali voltando para sua casa. Naquele dia me demorei alguns instantes, mas ela não apareceu. Resolvi então ir até a casa da mulher. Será que o marido estava em casa e vieram trazer a menina de carro? Fiquei pensando, enquanto caminhava vagarosamente em direção a casa da Neguinha. Era um dilema. Eu estava ali tão próximo e agora não poderia voltar atrás. Se eu ligasse ela poderia me dispensar por telefone, inventando qualquer coisa. E se o marido estive em casa? O que eu iria inventar? Eu precisava fazer os meus planos. Não podia chegar lá e ficar todo sem jeito. Pensei diversas coisas até chegar no portão da sua casa.

Meu coração ficou feliz e até que se acalmou, quando parei diante do portão da Neguinha e o carro do marido não estava na garagem. Ufa! Já era um bom sinal de que bons ventos me levaram até lá. Toquei a campainha e ela se demorou mais que o normal para aparecer e atender a porta. Quando eu me preparava para um outro toque, a Neguinha apareceu com seu jeito radiante. Já veio caminhando em direção ao portão com as chaves na mão. –– Poxa! Lembrou-se dos pobres, meu garoto? Lembrou que tem uma mulher que é só tua te esperando? A Neguinha falou assim meio que entre dentes, de forma que não se pudesse ouvir de muito longe, enquanto abria o portão. Eu e a Neguinha nos cumprimentamos de maneira formal, como era de costume. Ela aproveitou para dizer que tinha visita em casa. Eu fiquei meio assim. –– Mas não se preocupe que é gente que você já conhece… É a Celina. Ela veio costurar e me ajudar a fazer uma cortina nova para o meu quarto. Como não sou muito prendada para essas coisas, pedi uma ajudinha dela. Chegando na cozinha a Neguinha me perguntou se eu queria um cafezinho, porque ela colocaria a água no fogo. Falei para ela que queria apenas um copo de água. Ela me serviu, mas antes deu uma olhada para a porta que dava em direção do quarto dela, chegou mais próximo e me deu um selinho bem safadinho. Ela me chamou e fomos para aquele quarto que estava servindo de sala de costura, onde a Celina estava sentada em uma máquina, costurando um grande tecido, que iria se transformar em uma cortina para o quarto do casal. A Celina, comadre da Neguinha sorriu com surpresa ao me ver. –– Nossa! Quanto tempo! Falou a comadre da Neguinha ao me ver. Cheguei próximo da Celina, dei dois beijinhos em sua face. A mulher voltou para o seu trabalho de costureira, ali sentada diante daquela máquina antiga e ultrapassada.

Mesmo com o seu trabalho de costura, continuou conversando: –– Você sumiu, hein? Disse ela. Deve ser muito trabalho lá na firma, não é? Faz tempo que não te vejo por aqui. Antes que eu respondesse a Neguinha falou: –– Ele não quer mais saber dos pobres mortais. Ele abandonou a todos nós, não quer mais saber da gente. Acho que ficou rico. Eu interrompi dizendo que estava numa grande correria em função de mudanças técnicas na empresa. Enquanto a coisa não se acertasse, iria ficar muito difícil sair em horário de serviço. Inclusive disse a elas, que estava ali de passagem e não poderia me demorar muito. Disse, que só passei lá para dar sinal de vida. Na verdade, eu fui lá para ter minha Neguinha nos braços, mas com a presença da comadre iria ser difícil.

–– Celina, eu vou aproveitar para colocar água para fazer um cafezinho bem fresquinho para nós… O que você acha meu garoto? Respondi que sim, enquanto a Neguinha foi se dirigindo para a cozinha. Eu fiquei ali ao lado da máquina, proseando e observando a capacidade técnica da Celina em manusear aquele tecido, que estava sendo transformado em uma bela cortina de grades medidas. Era uma cortina imensa, que iria tomar e ocupar a parede toda do quarto. Aquela parede onde ficava a janela do quarto. –– Gosto muito de costurar. Se eu pudesse, se não tivesse muita ocupação com os meus filhos, iria trabalhar fora. A comadre da Neguinha ia conversando, mas não deixava de dar continuidade ao seu trabalho com as mãos e pés naquela empreitada. De lá da cozinha, já vinha aquele aroma gostoso do café que estava sendo preparado.

–– Faz tempo que você trabalha com costura? Perguntei pra Celina. ––Eu faço isso desde muito jovem. Só não tive oportunidade de poder ir trabalhar com isso ainda. Faz tempo que você não vem aqui, não é? Aquela cortina grande lá da sala da Neguinha também fui eu quem fiz, há algum tempo. A Neguinha ao ouvir a nossa conversa, veio trazendo os copos de café, mas ao mesmo tempo foi fazendo reclamação de que ela também costurou e fez algumas coisas nas cortinas. A vizinha e comadre confirmou. Realmente a Neguinha havia montado a cortina lá da sala. Ela entregou o meu copo com café, em seguida o da sua vizinha e depois me puxou pelo braço para que eu fosse ver a cortina da sala. –– Vou mostrar que eu também levo jeito para coisa de costura. Quero que você aproveite e veja um problema que deu novamente com o meu aparelho de som.

Lá na sala, nem tive tempo de olhar para o aparelho de som ou para a cortina. Ela pegou o copo da minha mão, colocou na mesa de centro da sala e me beijou cheia de saudades, enquanto esfregava aquele corpo que todo quente, todo suado e todo incrivelmente em brasas. Depois daquele beijo tresloucado e alucinado, ela me soltou e perguntou: –– Gostou da cortina? Ficou linda, não acha? Falou com tonalidade da voz um pouco mais alta, de forma que a vizinha lá de longe pudesse nos ouvir. Eu nem prestei atenção em nada, nem nas paredes, nem na cortina, nem na sala. Apenas disse para a mulher: –– Eu quero e preciso muito te pegar minha Neguinha. Preciso muito entrar bem fundo dentro de você e fazer amor gostoso. Falei assim bem baixinho pertinho dela. Antes de voltarmos para a cozinha ela disse que iria ser muito difícil. A vizinha era uma pessoa muito desconfiada, além de haver aquele risco ser bastante bisbilhoteira e intrometida. Ela foi seguindo novamente para a cozinha. Eu peguei o meu copo e fui atrás, olhando para aquele corpão, imaginando como iria fazer para conseguir sentir pelo menos um pouquinho do sabor da minha Neguinha. Parece que eu olhava para ela e ficava mais alucinado.

Chegando novamente na cozinha comentei com a Neguinha: –– Não vou poder me demorar. Ela colocou mais um pouco de café no copo dela e perguntou se eu queria mais. Aceitei e tive meu copo completado até para cima da metade. De perto do fogão ela gritou para a vizinha, se queria mais café. Ela disse que não, porque já tinha passado das medidas e tomado muito café naquele dia. Antes de voltarmos para a sala de costura, arriscamos mais um beijo daqueles de tirar o fôlego. Voltei a dizer para ela que eu tinha que ir. Era uma visita rápida. Perguntei baixinho e bem discretamente se não seria possível eu levá-la para a lavanderia. ––Vamos subir até lá na lavanderia? Disse para a Neguinha, que iria ser uma coisa bem rápida. Falei que não queria ir embora, e deixar a gente naquelas condições que estávamos cheios de desejos. Ela foi taxativa e disse que não. Falou que com a vizinha ali o risco seria muito grande.

Nos beijamos num beijo de tirar o fôlego, antes de irmos para perto de onde estava a Celina. Mas como o volume do pênis duro na calça estava muito visível, falei que iria dar uma olhada no problema do som. Verdade é que eu não entendia nada de som, mas queria tocar na minha Neguinha. Pedi que a Neguinha pegasse uma chave de fenda ou faca e fui para a sala. Logo a Neguinha chegou com a faca. Segurei a mulher firme pela cintura, beijei-a e me esfreguei com força nela. A Neguinha se soltou de mim quase sem fôlego e foi indo calmamente pelo corredor. Eu a chamava fazendo sinal com uma das mãos. Lá na divisa da cozinha, ela gritou que iria ver se tinha uma chave de fendas. De onde eu estava, podia ouvir o som da máquina de costura. Fiquei na espreita esperando a Neguinha voltar. Nesse momento, eu já havia aberto o cinto e, fiquei de costas perto do som. Quando a mulher chegou perto de mim, nos beijamos novamente e, eu ofereci o meu pinto para a sua mão. Ela sussurrou: –– Você é Louco! Mas segurou firme me beijando. Parou por segundos para ouvir o som da máquina de costura, então caiu de joelhos e abocanhou meu membro. Chupou, lambeu e lambuzou meu cacete de salivas e saiu falando coisas sem sentidos sobre o aparelho de som. Mais uma vez foi para a cozinha um tanto quanto afoita e ofegante. Antes de ela ir para a cozinha, pedi mais uma vez para irmos lá na lavanderia. Ela saiu sem dizer nada.

A Neguinha deu uma chegada rápida na cozinha e voltou. Parou perto do som, e desta vez eu que caí de boca nela, tentando lamber o seu sexo mesmo por cima do short. Fiquei de pé, puxei o short com força que era de lycra, virei a mulher de costas, e sem ter resistência, enfiei meu cacete naquela boceta, assim por detrás. Ela gemeu segurando a emoção, enquanto dei estocadas fortes. Ela estava molhadinha. Enquanto eu enterrava fundo ao som distante da máquina de costura, eu sussurrava para irmos terminar isso tudo lá em cima, na lavanderia da casa. A minha Neguinha me empurrou para que eu saísse de dentro dela e ajeitou o seu short. Sempre ofegante, ficou parada imóvel a me olhar, na divisa da sala e o corredor. Voltei a dizer para a Neguinha que eu tinha que ir, e que não poderia ficar sem sentir tudo aquilo. Novamente perguntei baixinho se não seria possível, levá-la para a lavanderia. Falei que iria ser uma coisa bem rápida. Ela disse que não num tom bem seco. Falou-me que com a vizinha ali o risco seria muito grande para nós. Eu voltei a insistir e toquei com as duas mãos nos seios dela, que me sorriu maliciosamente. Bateu em minhas mãos com um leve sorriso e, em seguida me juntou em novo beijo, pedindo para eu guardar o meu pinto que continuava para fora da calça. A Neguinha me beijava com aquela respiração descompassada e bem ofegante. Enquanto era possível ouvir a Celina, comadre da Neguinha, trabalhando ao longe com a máquina de costura, eu sabia que poderia continuar a minha investida, insistindo como pudesse com a mulher.

Ainda abraçados, bem próximo da passagem da sala para o corredor eu insisti: –– Vamos lá em cima, por favor! Supliquei a ela assim com a voz doce, dolosa e macia, bem próximo dos ouvidos da Neguinha. –– Por favor meu menino, não insista. Não faz isso comigo! A Neguinha me falou, mas as suas palavras já não tinham mais a mesma convicção de que não queria realmente. Observei que estava mais fácil do que eu pensava. A Neguinha estava então, quase no jeito de ser convencida por mim. Saímos do beijo e voltamos para a sala de costura, onde a vizinha Celina já estava começando a costurar os forros da cortina. Conversamos nós três, por cerca de mais ou menos dez ou quinze minutos, mas confesso que não prestei a mínima atenção nos assuntos. Eu apenas insistia em olhar para Neguinha, e ficava tentando convencê-la com os olhos em ir lá em cima na lavanderia comigo. Eu estava louco para pegar aquela mulher naquele dia. Não poderia mesmo sair dali sem chegar até o fim. Também não queria deixar para o seu dono terminar o que eu havia começado.

Com tanta enrolação da Neguinha, por fim, eu decidi ir embora. Falei que iria querer mais um gole de café e depois ia seguir o meu rumo. –– Está cedo… Falaram as duas, quase que ao mesmo tempo em uníssono. Sorriram e brincaram com a situação. Beijei e me despedi da vizinha Celina, prometendo voltar em uma outra oportunidade só para ficarmos ali tomando café e jogando conversa fora. Eu gostava de conversar com a comadre da Neguinha. A Celina era uma mulher muito discreta, diferente da vizinha de nome Claudete, que às vezes visitava a Neguinha quando eu estava em sua casa. ––Pode esperar sentada. Logo disse a Neguinha, fazendo uma leve piada. Eu e a Neguinha fomos em direção à cozinha, paramos ao lado do fogão. Ela colocou o café em um outro copo limpo que retirou do armário. Mais uma vez eu falei bem mansinho ao seu ouvido. ––Preciso pegar você e te lamber toda. Preciso muito. Por favor, não me deixe ir embora com vontade de tocar e entrar bem dentro de você… Estou louquinho… Sussurrei, sempre olhando nos olhos da mulher. Tomei o café, dei mais um tchau de longe para Celina que retribuiu. A Neguinha pegou as chaves e fomos saindo. Ainda na beira da porta da cozinha, ela me puxou pelo braço e deu outro beijo daqueles. Eu exagerei, e com uma das mãos esfreguei e toquei bem forte no sexo da Neguinha. Ela me soltou, saiu porta afora e, ao invés de sair para o lado direito, que dava para a rua, me chamou para que subíssemos até a lavanderia. Parece que enfim a minha grandiosa insistência iria dar resultado.

Parada ainda na saída da porta da cozinha, foi me dizendo aos cochichos: –– É rápido. Sussurrou a Neguinha. –– Tome cuidado ao passar próximo da janela para que a Celina não nos veja subindo. Falou bem baixinho, quase inaudível. Eu balancei a cabeça, dizendo que estava tudo bem. A Neguinha foi se abaixando, assim que passou próximo da janela do quarto, de frente onde a vizinha trabalhava e costurava aquela cortina. Eu fui seguindo e olhando os movimentos da Neguinha em minha frente. Quando eu passei perto da janela, a Neguinha já estava lá em cima na lavanderia, próxima da porta de madeira bem antiga, pintada de marrom brilhante. A pintura da porta era uma espécie de tinta à óleo, que servia para conservar e proteger a madeira, pois se tratava de uma porta que servia apenas como proteção para a lavanderia. Aquela porta, para se mantivesse fechada, era necessário colocar uma pedra grande que sempre estava lá no chão pelo lado de dentro, próximo do tanque de lavar roupas. Normalmente a porta ficava assim aberta em torno de quarenta e cinco a cinquenta graus. Não ficava totalmente escancarada. E confesso, que mesmo eu tendo passado ali, com o corpo meio arcado para evitar de ser visto, ainda pude perceber a Celina escondida ao lado da janela nos observando. Certamente ela viu a Neguinha passar ali, como também me viu. Claro que não iria contar nada para a Neguinha. Com certeza, se a Neguinha soubesse que a Celina nos viu, desistiria e desceria correndo. Assim, continuei subindo e cheguei também lá na lavanderia.

Não dava para dizer que nos beijamos assim que cheguei lá em cima. Parecia mais que estávamos tentando nos engolir um ao outro, tal era a vontade, a fome e o apetite de nós dois. O tempo era curto e eu não poderia deixar passar aquela oportunidade. Se eu me demorasse muito, com certeza ela não iria deixar eu me aproveitar. A Neguinha vestia um short bem comportado. Era de um tecido de lycra leve e macio. Não era nem muito curto e nem muito comprido. Ficava bem ajeitado ao corpo dela, sem apertar muito e sem marcar as suas belas formas, que naquele momento, sem trabalhar e estando em casa levando uma vida doméstica, ganhou um pouquinho de peso. Mas nada que comprometesse as suas incríveis formas esculturais ganhadas da natureza. Fui empurrando a Neguinha bem devagar, beijando seu rosto e seu pescoço docemente, até que ela se encostasse no tanque de lavar roupas. O tanque ficava do lado esquerdo da lavanderia, de frente para quem está na porta de entrada daquela área de serviços. Assim que a Neguinha se encostou no tanque, abaixei-me diante dela e enfiei o meu rosto no sexo da mulher e fui prontamente desabotoando seu short. A Neguinha tentou resistir, mas o meu ímpeto e rapidez foi assim muito maior. Fui descendo e já enfiando a boca no meio daqueles pelos e cabelos negros que espetavam e faziam cócegas em minhas narinas. E, antes que a Neguinha pudesse pensar e raciocinar com serenidade, puxei com força o short e a calcinha daquela mulher e enfiei a minha língua toda na boceta dela, que estava quente e se derretendo toda. Ela já não cabia mais em si própria. Na verdade, a Neguinha estava totalmente fora de si. A respiração era ofegante e o coração dela parecia estar na boca. Para não ficar muito por baixo, ela disse que não podíamos demorar. Ajudou-me a levantar, em seguida começou a desabotoar o meu cinto. Sinceramente, como eu não estava disposto a dar sopa para o azar, parei na frente do tanque e abri meu cinto rapidamente. Ela ficou encostada na lateral do tanque tirando o seu short. Tirei a calça, a cueca e a camiseta, joguei ao chão diante do tanque. Aproveitei para colocar no chão, outras roupas que estavam para lavar. Precisava deixar ajeitado o nosso ninho de amor. Depois que ajeitei as roupas ao chão, fui diante da Neguinha totalmente nu. Ela balbuciou: –– Você é louco! Não estamos sós aqui. Eu me apressei em ajudar a tirar a roupa toda da mulher. Parei por poucos segundos para admirar aquele quadro impecável de minha deusa incrível do amor.

Nós sabíamos que nosso tempo era curto. Então tomei o lugar da Neguinha. Encostei com minha bunda na lateral do tanque, enquanto a mulher veio ao meu encontro para mais um beijo especial. Para não perder tempo, a Neguinha se ajoelhou diante de mim, segurou o meu pinto com delicadeza, e o engoliu em uma única sorvida. Parecia que ia fazer o cacete desaparecer dentro de si. Senti que a cabeça do meu cacete foi bater no fundo da garganta da Neguinha. Fez barbaridades com aquele brinquedinho na boca em poucos segundos. Estava ali uma mulher que sabia muito bem o que fazer com meu pinto tanto nas mãos como em sua boca. Enquanto ela me chupava, eu olhava fixamente para a boca da Neguinha. Aqueles lábios grossos que me davam tanto prazer. Aquela boca carnuda que tentava me engolir. Fechei os olhos, e me deixei levar por toda aquela emoção, porque sabia que logo deitaria aquela mulher ao chão para terminar aquilo tudo. Seria ali ao chão, em frente do tanque, que eu pretendia comer e me lambuzar, naquele momento de desejos com a mulher mais deliciosa do universo. Enquanto eu era chupado por aquela boca, eu viajava com os olhos fechados. Foi quando saí do transe de tanto delírio, que olhei na porta e vi aquele par de olhos a nos espionar. Pela cor da roupa, notei que era a Celina que nos olhava. Não poderia deixar que a Neguinha percebesse, que a mulher nos observava. Mas também não dava mais para esconder o que a mulher estava vendo. No fundo eu senti e tinha certeza, de que a Celina acabaria indo nos seguir, porque parecia desconfiada das nossas atitudes lá embaixo na casa.

Se não havia mais o que fazer, então resolvi ser mais ousado. Já que a comadre queria nos espreitar e nos vigiar, tirei meu pinto da boca da Neguinha e comecei a passar no seu rosto, nos ombros e nas orelhas. Fiz questão de ficar posicionado mais lateralmente ao corpo da Neguinha, que estava agora ajoelhada sobre o seu short. A Celina continuava firme a nos observar pelo vão da porta. Eu só não poderia naquele instante, deixar que a Neguinha olhasse para trás e visse a intrusa. Passei o meu pinto no ombro da Neguinha e mais uma vez no pescoço. Depois estendi a mão e ajudei a minha Neguinha se levantar. Levantei uma das pernas da Neguinha e ajeitei o meu pinto dentro da sua boceta que fervilhava. A espiã se mantinha firme a nos observar. Depois de ajeitar o pinto dentro da Neguinha, pedi para ela balançar. Eu queria muito que a comadre visse aquilo. Queria que ela soubesse que nós dois éramos um só. A Neguinha deu várias balançadas e enterradas profundas, enquanto eu curvava meu corpo para frente. Tentei levantar a Neguinha segurando pelas coxas, mas ela ficou com medo que eu a derrubasse. Estava bem pesada. Em seguida pediu para terminarmos logo, porque ela estava no limite de tudo.

Antes de dar um grande final a nossa loucura, beijei com doçura a minha Neguinha, apertando bem forte as polpas da sua bunda. No mesmo lance do beijo, fui me movimentando em direção ao ninho de amor que havia montado no chão, bem na frente do tanque. Fui caminhando beijando a mulher, para que ela não olhasse para trás. Falei para a Neguinha que era melhor que eu me deitasse ao chão e que ela viesse por cima. Ela sabia muito bem, que quando vinha por cima, eu conseguia gozar mais depressa. Era tudo que eu queria, para que não visse a intrusa a nos observar. Deitei-me ao chão e a mulher começou a se ajeitar sobre mim. Imaginem bem a sensação incrível e incomparável em poder ter aquela animalesca espécie de mulher, doce deusa feminina e insaciável potranca negra, deitando-se sobre o meu corpo ali no chão. Ela encaixou meu pinto dentro da sua boceta que se derramava. Depois do encaixe perfeito, abri as minhas pernas e as deixei suspensas no ar, como um bebê que está sendo trocado. A Neguinha começou a balançar aquela bunda grande e foi se enterrando bem devagar. Levantei minha cabeça para olhar aquela bunda que me dava prazer. A comadre da Neguinha, mulher intrusa ainda continuava a nos observar. Empurrou um pouco mais a porta, para que pudesse nos ver melhor. Com o corpo curvado e olhando aquela bunda eu suplicava: –– Enterra bem fundo minha preta. Comecei a repetir várias vezes para a Neguinha enterrar mais fundo, mas agora sempre olhando para a comadre da Neguinha, ali na fresta da porta. A Neguinha foi mais forte, mais fundo e mais rápido. Enterrava-se bem fundo e delirava. Era possível notar que estava muito próximo de chegar ao orgasmo. –– Vem minha pretinha deliciosa! Falei com toda empolgação, olhando fixo para a mulher que nos espionava. A Neguinha passou a gemer mais forte e fora de compasso, e foi dizendo repetidamente: –– Eu vou gozar… (E falou o meu nome). –– Eu vou gozar… Foi repetindo. Olhei a mulher mais uma vez ali num vão mais aberto da porta. Deixei a cabeça cair no chão ali da lavanderia. Soltei os meus braços, deixando-os abertos e relaxados e fechei os meus olhos, entregando-me naquela emoção. Fui sentindo e ouvindo a voz da Neguinha que me excitava mais e mais. Eu parecia que ouvia bem longe aquela voz: –– Eu vou gozar… E assim explodimos juntos em urros alucinados e misturados como de um leão e uma leoa no cio. Quando abri os olhos, a comadre Celina não estava mais ali.

A Neguinha deixou o seu corpo cair sobre o meu por alguns poucos segundos, que pareciam uma eternidade. Depois se levantou, puxou uma das camisetas que estavam jogadas ao chão e começou a se limpar. Eu fiz o mesmo. Peguei uma peça qualquer de roupa daquelas que eu havia jogado ao chão e me limpei. A Neguinha pegou o short e a camisete e vestiu com muita rapidez. Eu ainda estava perdido em tanta emoção, que quase não consegui achar minha cueca na bagunça de roupas ao chão. Logo que nos vestimos descemos. Mas antes a Neguinha fez questão de me pedir que não esquecesse de me abaixar, ao passar diante da janela. Chegamos ao portão, dei um beijo comportado na Neguinha, mas não deixei de agradecer por tanta emoção que me ofereceu naquele dia.

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Como ela aguentou isso na bunda?

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Eu bem que avisei a minha esposa, que esse negócio de querer caralho muito e grande na bunda podia lascar o ânus dela. Mas palavra de corno é mesmo que nada. Na verdade, a culpa é minha. Há quatro anos pedi para ser corno. Exatamente isso. Entrei na internet e procurei o nome Selmaclub. Foi […]

Anal com cinco machos Selma e amigas

Anal com cinco machos Selma e amigas

Vejam nessas fotos as 14 camisinhas usadas por amigos nossos nesses dias. E veja as fotos dessa minha bunda e de minhas amigas, aqui em minha casa, na praia de Porto de Galinhas. E adoro marcar nessa casa com novos amigos que fazemos diariamente, pelo nosso chat. Eu e amigas estamos todas as manhãs e […]

O corno tem nojo dessa bunda

O corno tem nojo dessa bunda

Quem já viu meus contos e aventuras, com muitas fotos e filmes arriscados, sabe o quanto sou maluco por bundas. Principalmente a de esposa de amigos meus. É algo incontrolável que sinto. Principalmente as mulheres lindas, com bundas grandes e que usam calcinhas e biquínis socado no meio do rabo. Cheiro de bunda de mulher […]

Selma com dois peões sujos e dotados, na cama

Selma com dois peões sujos e dotados, na cama

Bom dia a todos. O Brasil inteiro sabe o quanto sou uma casada chifradeira. E como gosto de machos jovens e dotados, principalmente trabalhadores braçais. E meu marido sabe de tudo, claro. É o maior corno manso e conformado que existe no Brasil. Sem sombras de dúvida. Desde 2007 pediu para ser corno e hoje […]

Contos eróticos – A chifradeira de Paulista PE

Contos eróticos – A chifradeira de Paulista PE

Esse conto é uma colaboração da amiga Selma de Recife MILHARES DE AMOSTRAS DE FILMES, MEUS E DE MINHAS AMIGAS. TUDO TOTALMENTE FREE. VEJAM COMO TEM CORNOS E ESPOSAS CHIFRADEIRAS NESSE BRASIL. ACESSE: https://bit.ly/selmarecife

Conto erótico Você me chamou de dissimulado

Conto erótico Você me chamou de dissimulado

VOCÊ ME CHAMOU DE DISSIMULADO Autoria: Val Theo. Sei que você vai aproveitar essa oportunidade solene, para mais uma vez vir me dizer que eu não preciso contar nada disso. Vai me dizer que eu não preciso falar sobre o assunto nós dois juntos. Vai me dizer que eu não preciso escrever e nem falar […]

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