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Conto erótico Você me chamou de dissimulado

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VOCÊ ME CHAMOU DE DISSIMULADO
Autoria: Val Theo.

Sei que você vai aproveitar essa oportunidade solene, para mais uma vez vir me dizer que eu não preciso contar nada disso. Vai me dizer que eu não preciso falar sobre o assunto nós dois juntos. Vai me dizer que eu não preciso escrever e nem falar nada para você do assunto. Vai dizer definitivamente e com todas as letras, que eu não preciso pensar em fazer comentários de qualquer forma sobre nossa intimidade, porque você estava lá junto comigo. Certamente, que você virá até dizer que sentiu e provou de tudo intensamente e que não preciso revelar de maneira alguma sobre os acontecimentos que provamos juntos. Porém, do jeito que aconteceu essa passagem e essa história entre nós, que vou revelar aqui, eu nunca tive tempo de te contar de verdade. É por isso que agora resolvi falar e escrever aqui para que saiba como tudo se deu realmente. Quero muito que você possa ter entendimento de que não se trata de querer revelar os teus segredos ou intimidades. Não se trata aqui de abuso ou promiscuidade de minha parte. Mas eu tenho vivido uma grande parte da minha vida escrevendo para lembrar, escrevendo para pensar, escrevendo para reviver e, escrevendo para não esquecer e, nunca deixar morrer dentro mim sobre partes da sua existência no meu destino. Faço o exercício de escrever todos os dias, sobre partes de nós dois, para que não deixe morrer uma parte mais que significativa do seu mundo dentro do meu mundo nessas mais de três décadas, em que vivemos essa vida dupla, com todos os riscos e com todas as contrariedades.

Será que você ainda consegue se lembrar, que em um determinado dia me chamou de dissimulado? Será que ainda lembra, que um dia em que eu te contei esse caso que irei narrar a seguir, você me chamou de dissimulado? Você me chamou de dissimulado, quando estávamos no hotel em São Caetano. Era ali o nosso Quartel General para as fugidas. Eu falei para você, sobre um grande e incrível acontecimento ocorrido certo dia em sua casa entre nós dois… Será que você lembra que depois que te contei esse caso ocorrido em sua casa, ao final da história você me chamou de dissimulado? Você ainda está lembrada desse caso quando me chamou de dissimulado? Nós havíamos terminado de fazer amor, e ainda estávamos deitados na cama quando te contei? Estávamos num hotel, aquele de sempre, e contei para você esse caso por cima, de passagem, e você me chamou de dissimulado. Está lembrada desse fato do dissimulado?

Pois bem, o caso é o seguinte, para você entender um pouco melhor e relembrar. Houve um tempo que você ficou desempregada e em sua casa por longa data. Você ainda estava correndo, estudando e pelejando atrás dos concursos públicos. Logo em seguida, algum tempo depois, aconteceu que ele perdeu o emprego na área metalúrgica, onde ele trabalhava na Região do ABC e, também ficou em casa temporariamente sem emprego. Numa oportunidade dessas, eu liguei para você assim, cheio de saudades, para tentar quem sabe, marcar de nos vermos. Queria conseguir dar as nossas fugidas. Fazia algum tempo que não conseguíamos nos ver, já que que sua mãe estava morando com vocês, na parte de cima da edícula da sua casa. Dificilmente você podia fugir. Eu estava transbordando e vazando saudades por todos os lados. Estava num tempo de alucinação de tanta vontade de ter você em meus braços. Foi nesse dia que você me falou que ele, o seu esposo, havia ficado desempregado. Você confirmou e deixou claro, que por enquanto iria ficar mais complicado da gente se encontrar. Você me disse também, que era para eu tentar evitar de todas as formas de ligar em sua casa. Agora, nem mesmo ao telefone seria possível de nos falar. Você me pediu para eu ter muita paciência e esperar porque, quando fosse possível, faria de tudo mesmo para que a gente se encontrasse. Isso era muito angustiante para mim. Ter que esperar seria o fim.

Acho que foi a pior notícia que recebi. O desemprego do seu marido não poderia ter vindo numa hora tão ruim. Já estava acostumado, quando tinha saudades eu tentava saber se sua mãe ou seu menino não estavam em casa e, aparecia para te visitar. Depois que ele ficou desempregado, eu tinha que procurar horários especiais para buscar conseguir falar com você mesmo ao telefone, apesar das suas restrições e proibições. Eu sabia que você não queria as minhas ligações por conta dos riscos, mas eu não podia deixar de insistir. Mesmo você tendo feito esse pedido, eu tentava arrumar horários para te ligar e falar com você. Se já estava assim difícil de poder te ver, de poder te encontrar, de poder sentir você, agora a coisa iria ficar bem pior por ele estar desempregado em casa. Não haveria mais jeito de eu conseguir fugir e ir até a sua casa para roubar alguns beijos e carinhos seus escondidos. Tinha certeza que só poderia tentar ligar para falar com você, normalmente, em horários que ele desse uma saída de casa ou fosse fazer alguma entrevista de emprego. Só assim para tentar falar com você ao telefone, mas teria que adivinhar se ele estava em casa ou não. Tudo muito difícil naquele momento! Sentia que era uma grande loucura, a gente estar cheio de vontades de querer poder ter você em meus braços, mas havia esse impedimento por ele estar em casa desempregado. Vez ou outra, o problema era o risco da sua mãe nos ouvir ao telefone, porque tinha mania de pegar na extensão. Quando eu conseguia falar com você, era a mesma coisa sempre. Você me dizia que não dava para sair de jeito algum. Você dizia que não dava para fugir mesmo que fosse por algumas horas, porque ele estava muito depressivo e triste por conta de estar desempregado. Nunca dava para você pensar em fugir nem um pouquinho pelo risco da presença dele em casa. Mas você me confortava e dizia que eu podia esperar que assim que ele conseguisse um emprego, e as coisas se acertassem em sua casa, logo a gente iria se encontrar e matar as saudades.

Mas os dias passavam e nada. Começava a imaginar que você não colaborava. Agora tinha como inventar motivos especiais para não aparecer ou nos falarmos ao telefone. Uma hora era o seu marido depressivo em casa por conta de estar sem emprego. Em outros momentos falava do risco de sua mãe nos ouvir na extensão do telefone na casa de cima. Eu vivia te ligando quando podia e insistindo muito para que você fugisse algumas horas para gente se ver bem rápido. Eu ligava diversas vezes e te deixava maluca com minhas insistências. Muitas vezes eu ligava e ele atendia e, eu era obrigado a desligar sem falar nada. Fiz isso em muitas vezes procurando você, tentando ouvir sua voz. Eu não estava mais aguentando de loucura e vontade de te beijar todinha e sentir o seu cheiro bem perto de mim. Mas você não queria correr riscos. Ao mesmo tempo achava que você não se esforçava por nós. Eu sabia que o nosso momento, era uma situação bastante perigosa e que envolvia riscos para nós dois. Eu entendia que nesse momento tinha que me segurar. Liguei muitas vezes insistindo. Liguei vários dias tentando apenas ouvir sua voz. Quando você atendia, eu logo ficava tentando convencer que você fugisse. No fundo que eu certamente também sabia que realmente havia muito risco em você fugir assim com ele por perto e descobri algo. Eu havia perdido as contas de quantas ligações eu fiz na intenção de te ver. Nós tínhamos a nossa senha: Eu ligava três vezes e desligava e, na quarta vez se você atendesse, era porque ele não estava perto.

Certo dia de tantos existentes, eu estava muito angustiado e louco de desejos em querer te ver. Estava no escritório trabalhando sozinho nesse dia. Então peguei o carro e resolvi dar um passeio e passar bem perto da sua casa. Queria muito só poder te ver por que a saudade estava apertando e doendo muito. Mesmo que fosse só para te olhar do portão. Mesmo que fosse para te ver de passagem. Quando passei em frente do seu portão, vi que o carro dele estava na garagem. Não adiantaria nem tentar ligar para ver se tinha algum jeito de te ver, mesmo só do portão, porque o carro dele estava ali e, mesmo que tivesse saído estaria por perto. Passei direto diante do seu portão. Passar em frente sua casa e não poder te ver era muito dolorido para mim, que estava cheio de saudades e maluco de vontade dos seus beijos. Passar por ali, e não poder olhar para você, falar com você e beijar você assim todinha como fiz muitas vezes ali naquela “nossa” casa, era algo muito ruim, muito difícil. Passei mais uma vez em frente o seu portão e depois fui embora bastante angustiado e com o meu coração saltando apertado dentro do peito. Muito difícil a gente viver de sonhar, desejar e querer estar com alguém e não poder. Não é?

Estava indo com baixa velocidade, descendo a Avenida João XXIII, e, de repente deu vontade de passar em frente da sua casa antiga. Queria reviver muitas emoções vividas naquela antiga casa. Fui matar saudades daquela casa onde você me recebeu diversas vezes como minha mulher. Um lugar especial onde muitas vezes vivemos nossos grandes encontros de amor. Aquela casa especial onde experimentamos, sentimos e provamos diversas loucuras juntos eu e você. Queria reviver algumas memórias, algumas tantas lembranças nossas passadas ali naquela casa que você morou, só para acalmar o coração. Queria rememorar aqueles tantos sentimentos que provamos juntos em muitas manhãs e tantas tardes. Aquela casa possuía muitas histórias e magias vividas em nossas vidas, durante o tempo que morou ali. Chegando lá, vi que havia uma placa grande. Vocês tinham colocado a casa antiga para vender e, na placa estava escrito que era para tratar direto com o proprietário. Observei que constava a identificação do número do telefone da casa de vocês na placa. Foi aí que me veio um plano mirabolante de ligar no seu telefone, tentar falar com ele e dizer que eu era alguém interessado em ver e comprar aquele imóvel. Quem sabe ele iria sozinho mostrar a sua casa ao comprador? Quem sabe eu conseguiria fazer com que ele saísse de casa, e fosse mostrar o seu imóvel que estava vendendo num horário especial que eu marcasse? Quem sabe assim, enquanto ele estivesse lá esperando a visita do possível comprador, eu iria poder ir correndo te ver bem rapidinho? Quem sabe eu conseguisse essa proeza? Não custava tentar e não tinha nada a perder. Eu precisava de muito pouco tempo para estar com a mulher. Precisava de um tempo necessário somente para matar as saudades da sua boca, dos seus beijos, de tudo. Pensei no meu íntimo que aquela ideia era muito boa. Mesmo que fosse só para te ver bem rapidamente, mas valeria à pena só em poder entrar, ser recebido pela Neguinha e abraçar a mulher. Mesmo que fosse para matar saudades desse teu olhar especial e mais que encantador. Foi o que fiz no dia seguinte.

Como planejado, eu liguei na sua casa, pois era o telefone que estava na placa. Foi ele que atendeu. Quando ele estava em casa, era raro você atender ao telefone. Disfarcei a voz usando um lenço de pano. Falei que estava em frente do imóvel. Disse que vi a placa e que gostaria de marcar de poder ir ver a casa. Eu disse a ele que poderia ser por volta de 16 horas e 16 horas e 30 minutos… Falei que aquele seria o horário que eu já teria saído do trabalho. Ele, muito interessado em fazer o negócio da venda da casa, disse que naquele horário para ele estaria tudo bem. Eu marquei bem nesse horário, porque eu sabia que sua menina saía da escola, que era ali perto, precisamente às dezoito horas e só chegaria na sua casa, entre dezoito e dez e dezoito e vinte minutos. Assim, dessa maneira, se ele chegasse no horário marcado lá na sua casa antiga que estava para vender para me mostrar, eu teria o tempo das dezesseis horas até o limite máximo de dezoito horas para te ver e estar com você. Se você estivesse sozinha em casa, enquanto ele fosse encontrar o comprador, o meu plano seria mais que perfeito. Isto é, se não tivesse ninguém ou nenhuma visita em sua casa com você. Eu teria que arriscar dessa maneira alucinada, porque já estava muito cansado de esperar que você viesse até mim. Esperar por você nunca foi o meu forte. Para quem estava com saudades, o plano poderia assim dizer que era mais que perfeito que se tinha. Era um plano que tinha tudo para dar muito certo. Era a única maneira mais urgente que encontrei e inventei para poder te ver, mesmo que fosse para te encontrar, assim bem rapidinho.

Por volta de quatorze horas fechei o escritório. Eu estava sozinho na empresa naquele dia. Tirei o carro da garagem e saí, indo em direção a um ponto estratégico que eu havia planejado e estudado antecipadamente. Fiquei ali, de onde eu pudesse ver os carros que vinham das proximidades de onde você morava. Tinha que ver se ele iria só ao encontro marcado com o pretenso comprador daquela casa de vocês que estava à venda. Claro, que para dar mais segurança, liguei novamente por volta de 15 horas. Foi ele que me atendeu. Eu como suposto comprador do imóvel disse, que se eu atrasasse para ele esperar um pouco. Fiquei um longo e angustiante tempo de espera, escondido num local perto da esquina da sua casa. Foi quando o relógio do celular marcava entre vinte e quinze minutos para as dezesseis horas, que eu pude ver quando, parecia que ele passou de carro próximo de onde eu estava. Eu tinha certeza que era o carro dele, mas passou rápido que não pude notar se estava só. Precisava muito saber e ter certeza se o seu marido estava saindo sozinho de casa. Tinha certeza absoluta que era ele que passou perto de onde eu espreitava. Parecia mesmo que estava sozinho dentro do carro. Não tinha muita certeza, mas parecia mesmo estar só. Caía uma garoa chata e insistente, que não dava para ver muito bem e, nem ter uma visibilidade muito boa.

Para que não houvesse dúvidas e nenhum risco, saí com meu carro, cortei um caminho pela rua debaixo e fui em direção da sua casa antiga que estava para vender. Fui acelerado. Precisava ver e ter realmente certeza se era mesmo ele e se ele estava sozinho. O meu coração retumbante torcia para que ele estivesse só. Fiquei com o meu carro parado bem distante para não causar desconfiança. Não demorou muito ele chegou, parou o carro na porta da casa antiga que estavam colocando à venda. Era ele. Pude confirmar muito eufórico. Chegou sozinho no carro, abriu a garagem e entrou. Eu fui descendo bem devagar em ponto morto e parei em frente ao portão da antiga casa que estava à venda. Vi ele tirar alguns materiais e latas, que não sei se pareciam tintas ou ferramentas de dentro do seu carro. Ele estava só e ao que parecia, pelo jeito iria realizar algum trabalho na casa. O meu corpo tremia de tanta empolgação. Eu começava a ficar preocupado com o risco da sua vizinha. Claudete me ver, que morava uma ou duas casas antes da sua. Também havia o perigo da sua comadre Celina aparecer de repente no portão e me notar por ali parado no carro. Não queria que me reconhecessem dentro do carro, e colocar aquele meu plano a perder. Tudo parecia caminhar tão perfeito. Só faltava agora você não ter nenhuma visita em sua casa. Então eu engatei a marcha e fui saindo bem devagar. Fui saindo na torcida para que a Neguinha estivesse sozinha em casa para completar o plano mais que perfeito daquele dia. Quando cheguei, na Avenida Aricanduva, eu acelerei, eu pisei bem fundo para não perder muito tempo. Agora eu só torcia, para que a mãe dela não estivesse em sua casa. Cheguei na Av. Itaquera e fui passando todos os faróis vermelhos, cruzei a Dezenove de Janeiro, até chegar e parar no farol da Av. João XXIII. A garoa fina insistia em cair e o meu sangue fervia em todas as veias e o nível da emoção a mil.

Cheguei e não parei o carro na sua rua. Estacionei na esquina da rua debaixo, que também estava sem movimentos. Naquele momento, ninguém na rua me viu descer do carro. A garoa agora diminuiu um pouco, mas impedia as pessoas de estarem na rua. Fui andando e parei em frente o seu portão emocionado, respirei fundo antes de tocar a campainha. O coração pulsava na boca. Você saiu da cozinha e veio seguindo lentamente pelo corredor. Conseguia ver a sua imagem e silhueta pelo vidro da porta, vindo e caminhando em direção à porta que divide o corredor da garagem. Quando abriu a porta do corredor me viu, e logo abriu um largo sorriso brilhante e encantador. Só por aquele sorriso lindo deu para perceber que você estava sozinha em casa. Era tudo que eu queria e precisava. Eu conhecia muito bem o seu jeito. Bingo! Acertei! Na mosca! Vitória! Dessa vez acertei na jogada. Parecia ser aquele o meu dia de sorte mesmo. Por aquele deliciosíssimo sorriso deu para perceber e ter noção que eu escolhi o dia certo para tramar essa ideia. Você voltou para a cozinha, pegou a chave e veio abrir o cadeado que prendia uma corrente ao portão. Era ainda o antigo portão. Não tinha portão eletrônico ainda. Foi me perguntando que milagre era aquele e quais eram os bons ventos que me traziam? Eu respondi assim de imediato, que era o milagre da saudade mais intensa do mundo. Você sabe o que é ter saudades de alguém. Ela sorriu com aquela breve gargalhada que eu gostava demais.

Nem bem entramos na cozinha e já estávamos nos engolindo naqueles nossos beijos mais perfeitos e alucinantes e nos tocando mutuamente com toda loucura. Era sempre assim quando eu ia ver minha Neguinha. Nunca tive tempo de dizer bom dia ou boa tarde. Éramos dominados pelo beijo, depois outro beijo e, logo estávamos pegando fogo juntos. Nós dois nos atracávamos nesse beijo alucinante. O tipo de beijo que somente eu e você podemos descrever e narrar. Não tinha nada de falar, programar ou pedir. Tudo ia acontecendo com a força da emoção de estarmos juntos e vivendo tudo aquilo. Somente estarmos juntos naquela emoção importava. Nem eu nem você, sabíamos por onde começar naquele delírio de infinitas saudades. Nossos corpos tomavam as decisões por nós como se fossem programados para sentir. Era sempre assim, quando ficávamos muito tempo sem nos ver. Só sei que tentávamos recuperar o tempo em cada segundo que estávamos juntos. Todos os tipos de beijos aconteciam. Eu enfiava minhas mãos por dentro das suas calças de agasalho de um tecido bem mole, e você também fazia o mesmo. Eu sentia a textura e maciez da sua pele em minhas mãos, tocando algumas partes e polpas do seu traseiro maravilhoso. As minhas mãos bailavam em êxtase por dentro da sua calça pegando e apertando cheio de desejo. Eu pensava comigo mesmo: Que bunda espetacular e maravilhosa era aquela! Tudo lindo. Tudo tão emocionante. Tudo infinitamente mais que perfeito. Tudo cheio e recheado de infinitas saudades entre nós dois. Aqueles beijos mais incríveis de alucinação que poucos humanos podem imaginar que exista. Eu tocava partes do seu corpo e beijava alucinadamente e, pensava ainda em meu íntimo quanto tempo ele demoraria, esperando lá o possível comprador para a casa. Eu sabia e tinha certeza, que o tal comprador da casa deles que estava à venda, não viria para ver e conhecer o imóvel. Eu tinha toda certeza do mundo, que não iria aparecer para visitar o imóvel, porque decerto ele estaria ali muito ocupado vivendo a emoção mais perfeita e completa do universo. Acho que o marido da Neguinha definitivamente, iria ter uma tarde de muita espera.

Tudo ali era apenas eu e você quando eu entrava em sua casa. Não dá para dizer que ele possa saber entender e ter uma noção exata, do tamanho real dessa emoção de nós dois dentro daquela casa. Quando estávamos tomados dessa inenarrável paixão, tudo era muito mais que além de nós. Assim que eu chegava em sua casa, tudo acontecia de imediato. Ele mesmo, sendo seu dono legal e proprietário, com toda certeza nunca pode viver com você, nenhum momento tão incrível, de uma emoção como essa e dessa magnitude. Aquela era uma passagem de vida que pertencia somente a mim e a você. Quando eu entrava naquela casa para abusar do seu amor, nós dois éramos únicos, intensos e completos. Nem mesmo todo amor que ele tinha por você, deu o privilégio a ele, de viver uma emoção como tantas que vivemos. Não é por ser uma emoção ou relação marcada por algum tipo de erro social, pecado, ou pelo sentido do proibido, mas sim, por ser totalmente perfeita, única, singular e a mais completa, fora de qualquer dimensão calculada. Certamente que nem mesmo ele, sendo o seu dono de fato, nunca pode provar com a mais intensa verdade, de todo sentido que sentimos juntos em nossos sonhos feitos de pecado e sentimentos ali naquela casa, ou na casa antiga da Rua do Governador ou até no sobrado da Rua Joaquim. Ele, dentro do padrão social e documentado era seu proprietário, mas a parte mais intensa e completa era eu que vivia. Poderia não ser contínuo, mas sempre existiu. Bastava eu e a Neguinha nos encontrarmos para o circo pegar fogo até as lonas. Irrealizáveis sim, mas completos de amor, intensos de tantos desejos e verdadeiros sempre a cada dia. Confesso de fato, que nem mesmo você, teria a ideia real de toda emoção que envolvia o universo da minha alma. Tudo se fazia pelo sentido mais que especial, de poder ter e estar com você nessas condições, apesar do conceito social de ser errado ou de ser pecado. Mesmo que fosse nessa correria e por tão pouco tempo, tudo e tudo e tudo mais, sempre foi feito da forma mais completa e perfeita de sentir amor. Tudo sempre foi amar completamente e ser amado do seu jeito mais definitivo de mulher que sabia como se doar e sempre soube se entregar a essa emoção. Você entregava completa ao meu amor e, eu te recebia. O mais triste de tudo, é que não podíamos (nem eu, nem você) comentar, dizer, falar, compartilhar e nem mesmo confessar a ninguém todo esse turbilhão de emoção que carregamos nessa vida. Tudo aquilo que vivíamos, fazia parte do sentido real da vida dupla e do amor absoluto que vivíamos. Tudo naquela casa era eu e você em unicidade e com sentidos completos. Tudo acontecia numa intensidade, que durava o tempo que o relógio permitia.

Eu estava encostado na parede da cozinha, ao lado da mesa. Essa parede era do lado direito, assim que se entra pela porta da cozinha. De repente você se ajoelhou em minha frente, abriu meu cinto, abaixou minhas roupas e pegou meu pinto com as duas mãos. Quase não havia palavras. Vivíamos agora de sussurros, como se alguém pudesse nos espreitar. Parou por poucos segundos, assim bem rápido, para olhar e contemplar meu pau duríssimo, e depois, sem qualquer cerimônia, foi e colocou aquele pinto todinho dentro da sua boca, como se fosse engolir numa abocanhada só. Foi batendo e chupando, batendo e chupando, batendo e chupando delicadamente meu membro, e chupando bem gostoso. A Neguinha, a minha princesa negra me masturbava com o meu pênis mergulhado dentro da sua boca, segurando meu cacete com as duas mãos, como se fosse o seu maior troféu. Primeiro chupava bem devagar a glande e, depois ia apressando e intensificando os movimentos. Chupava e lambia olhando nos meus olhos. Aqueles olhos me falavam de emoção. Parecia que você queria naquele momento me ver gozar e derramar toda a porra na sua boca. Meu corpo tremia teso, rígido e inflexível, encostado na parede da cozinha, sendo engolido por sua boca quente. Por segundos meu pensamento corria lá fora, com a possibilidade de seu dono estar enfim voltando lá da outra casa, aquela que estava à venda. Por isso eu tinha que aproveitar o tempo em companhia da minha Neguinha. Você me chupava daquela maneira que era somente sua e, meu pensamento voava com receio da chegada repentina dele para nos atrapalhar. Eu não podia deixar de aproveitar toda aquela emoção que vivia ali naquele instante nosso. Nada poderia atrapalhar nossa emoção.

Você continuou batendo e chupando com tanta emoção que até parecia querer engolir tudo numa única sorvida. Eu fui tirando a camisa e você tirou a boca dele e começou a me ajudar a tirar as minhas roupas. Em seguida, com rapidez, tirou as suas roupas, foi jogando de qualquer jeito para um lado, ajoelhou-se novamente e voltou a engolir, lamber e chupar meu caralho com volúpia. As bolas do meu saco sentiam a quentura da sua mão que me tocava de leve com as pontas dos dedos. Batia, batia, batia, rapidamente, tendo somente a cabeça do meu pau indo e voltando dentro da sua boca. Não dava para descrever o tamanho daquela emoção, ao ser masturbado com o pênis dentro da boca da Neguinha. Depois, em seguida, voltava a engolir ele quase que todinho. Aquilo tudo era coisa de uma menina gulosa que só eu conhecia. Tudo com aquela emoção única e das mais sinceras e, que se podia ver tão perceptível brilhando em seus olhos. Soltou de repente o meu pinto, que estava assim muito duro e em ponto de brasa. Parou em minha frente, virou de costas, segurou com as mãos na mesa, arrebitou aquela sua incrível bunda maravilhosa e pediu entre sussurros e palavras ofegantes, para eu colocá-lo todinho de uma só vez dentro da sua vagina em brasa, assim por detrás. Nem pensei duas vezes, ajeitei o pinto e entrei com tudo. Nem sei se conseguia pensar ali com a razão. Tudo era pura emoção. Fui bem fundo, ao som de um leve gemido da mulher, quando sentiu meu membro duro atingir suas profundidades. A cada enterrada e estocada forte que eu dava com o meu pinto dentro da minha mulher, dentro da minha pretinha, vinha acompanhado de um leve e doce gemido delirante. Eu enterrava com força e, minhas coxas batiam e balançavam toda aquela carne gostosa das suas deliciosas nádegas. Lindo demais de ver aquela carne toda balançando ao contato com minhas coxas. Ainda com ele dentro de você, puxou uma cadeira e ficou mais abaixada curvada. O caralho invasor foi entrando mais fundo e inteiro naquele buracão quente e tão delirante. Eu sentia que ele entrava todo e as bolas também queriam entrar junto.

Dei mais algumas estocadas bem fortes, que parecia que ele atingia o fundo da alma desta minha mulher deliciosa, maravilhosa, tesuda e gostosa. A Neguinha gemia incessantemente. Era aquele gemido dos mais belos, que somente você poderia reproduzir. Nada podia se comparar aquele gemido tão especial e aveludado. Nem mesmo em filmes de televisão ou novela eu via alguém com um gemido tão empolgante e sensual. Minha mulher tinha esse poder, com um gemido que me fazia delirar e chegar muito além das nuvens. Era o som da emoção mais completa e intrigante, que invadia minha alma. Em seguida, a mulher segurou em mim, para que parasse de enterrar. Tirou de dentro dela, em silêncio me pegou pelas mãos e me levou para a suíte do casal. Sentei-me na beira da cama com meu pênis em riste, você se ajoelhou entre as minhas pernas e, continuou aquela cessão tortura com sua boca quente, quase fervendo. Chupava, lambia e batia para mim ao mesmo tempo, engolindo com todo entusiasmo uma grande parte do meu pinto. Eu fazia o possível e o impossível para me controlar e não gozar repentinamente dentro daquela boca quente e tão maravilhosa. Um delírio dos mais especiais que poucos seres humanos comuns podem provar. Joguei meu corpo para trás, deitando minhas costas na sua cama. A Neguinha continuou ali ajoelhada entre minhas pernas, mas dessa vez chupando e lambendo tudo com uma velocidade estonteante. Chupava e depois tirava ele da boca e ia lambendo da cabeça, bem devagar até chegar nas bolas. Sua saliva lavava o meu membro duro. Você estava abusada e sabia muito bem do risco de eu explodir em gozo e esporrar dentro da sua boca. Continuava no delírio interminável de insistir naquelas chupadas especiais. A Neguinha então deixou o meu pinto bem molhadinho, do jeito que eu adorava ver e parou de chupar. Levantou-se e me ajudou a levantar. Ajoelhou-se na beirada da cama de costas para mim, foi dobrando o corpo, deixou aquela bunda linda, maravilhosa e deliciosa toda arrebitada para cima e me fez o convite para eu entrar. Não precisou me dizer nada, apenas sabia que era só ajeitar meu pênis e invadir aquele bocetão fervente. Era uma cena digna de ser fotografada, filmada e pintada em todas as cores e telas. Eu me levantei e fiquei por instantes admirando aquele corpo, aquela bunda, aquela mulher e todo aquele tesão que se oferecia a mim. Foram segundos em que fiquei imaginando diversos sonhos com a minha mulher. Meu pinto latejava diante daquela incrível visão e o tempo corria contra nós.

Primeiro fui entrando bem devagar naquele buracão da minha preta. Olhava apetitoso e com todo gosto, ele entrando e saindo de dentro daquele vulcão. Depois apressei um pouco a velocidade, enquanto que as minhas coxas batiam nas suas polpas quebrando um pouco do silêncio ali na suíte. Dentro da suíte do casal, apenas o som da nossa emoção que era ouvida. Era apenas eu e você naquele nosso universo encantado. O mundo lá fora não tinha mais nenhum tipo de som para nós. Voltei e penetrar você com movimentos bem lentos e ouvindo seus breves gemidos com aquela magistral e grandiosa bunda arrebitada para mim. Eu penetrava e olhava aquele corpo à minha disposição na beirada da cama. Um espetáculo inacreditável de ser admirado e vivido. Somente aqueles gemidos da mulher me interessavam ouvir. Por instantes me veio na lembrança o seu dono e marido, que foi atender a um trote. Lá estava ele na casa da vila, ainda esperando o provável comprador. Pensei no seu proprietário me esperando como comprador e, eu ali vivendo uma grandiosa e singular emoção. O seu dono com a lata de tinta, talvez dando uns retoques aqui e ali na casa e, eu ali vivendo uma vida de emoções, muito além da minha vida.

Outra vez, fiquei a imaginar aquela situação… Fiquei a imaginar você, com toda aquela calma e brilho nos olhos, enquanto eu estava cheio de angústia por entro. Passei a refletir como a mulher poderia se entregar daquela maneira, se entregando ao amor, sabendo do marido por perto. Fiquei por segundos pensando e me perguntando: Como você poderia estar assim tão tranquila, dentro da suíte da sua casa, completamente nua, se entregando em tanta emoção para mim? Como podia estar dentro do seu quarto, se entregando naquele nosso sentimento, fazendo amor comigo daquele jeito completo? Você claramente sabia que ele estava ali bem perto acerca de algumas ruas de distância. (De carro não dava nem dez minutos). Só você era sabedora de que ele até poderia chegar e voltar a qualquer momento, e nos pegar em flagrante delito. Eu sabia que ele estava por perto, mas não tinha noção exata se demoraria naquele dia. Pensando nisso e refletindo, só poderia eu afirmar que aquilo tudo era amor de verdade que estava acontecendo entre nós dois. Não poderia ser outra coisa diferente que estava acontecendo em nossa vida. Não acredito que nós dois estaríamos ali, se não fosse por tanto amor para viver.

Então retornei à realidade, balançando o meu corpo ainda mais rápido e enterrando bem. Lembrei-me do tempo e, que teria que ser rápido, senão perderia a oportunidade de ver você gozando. E ver e ouvir o som daquela mulher gozando só para mim, era um privilégio mais que espetacular. Não havia sonoridade mais incrível, que o som da Neguinha gozando. Tirei o meu pinto de dentro de você, me agachei diante da mulher, comecei a passar minha língua lambendo e chupando tudo aquilo de gostoso. Eu fazia questão de encher a boca. Você se virou de frente, ali na beira da cama, colocou uma das pernas em meu ombro e me ofereceu aquela coisa toda aberta e molhada para eu chupar. Enquanto eu chupava com todo gosto, você me olhava já no limite de tanta emoção que irradiava. Eu me deliciava engolindo a minha deusa em forma de mulher. Você derretia e descia um líquido que eu lambia, que eu degustava, que seu sorvia, bebia, engolia e, em contato com minha língua me deixava mais louco. Não tinha uma definição básica daquilo. Era o sabor inexplicável de uma mulher que sabia ser a personificação completa e toda intensa do amor. O meu sangue fervia totalmente por dentro ultrapassando os limites.

Os olhos da minha Neguinha brilhavam com uma intensidade diferenciada. Eu sabia que ela estava no auge da loucura. Ela foi empurrando minha cabeça com calma para que eu a deixasse. Depois se levantou com calma, deitou-se no travesseiro do lado esquerdo da cama, para o lado da janela da suíte. Virou-se de costas e me pediu para beijá-la todinha. Você disse que precisava dos meus carinhos, mas que está precisando sou eu. Eu levantei-me, fiquei por instantes no transe de olhar aquele corpo negro de tonalidade brilhante e tão delicioso jogado naquela cama. Pensei mais uma vez nele, no seu dono, no marido que me dava a oportunidade de sentir aquela mulher. Lembrei-me do seu marido me esperando na outra casa que estava à venda. Não queria pensar nele. Mas não poderia deixar de lembrar que ele poderia chegar a qualquer momento e poderíamos ficar nós dois na mão. Eu queria apenas que o tempo parasse naquele instante porque não poderia sair dali sem fazer você gozar. Queria que aquele tempo pertencesse a nós dois. Fui até o seu pescoço e beijei. Beijei os ombros, as costas e cheguei naquela bunda gigante e de minha propriedade. Parei uns segundos ali, segurei nas suas ancas para que você arrebitasse um pouco, e logo enfiei a língua. Olhei mais uma vez tudo aquilo disponível em minha vida e tão somente minha. Olhando aquele seu corpo sedutor e belo, assim daquele jeito, parecia que tinha um defeito físico absurdo, de tão avolumada que era aquela sua bunda. Era impossível não parar alguns instantes para olhar aquela bunda tão perfeita e toda linda. Aquela parte do corpo fazia uma curva tão imensa, que parecia um defeito físico de tão grande e saltada que era. Pedi para você arrebitar um pouco mais sua bunda, depois beijei as polpas e enfiei outra vez a minha língua, lambendo de fora a fora algumas vezes. Você gemia e se contorcia em espasmos dessa mais completa emoção. Pensei no tempo novamente e, na possibilidade de ele chegar e não podermos terminar com toda aquela nossa emoção. Seria um sacrilégio para o universo do amor. Seria injusto para mim e para você não conseguir ir até o fim e, ter que abortar. Eu não poderia sair do interior do seu quarto, sem ter o privilégio de ouvir o som do seu gemido e do seu gozo todo espetacular. Observava pelos seus suspiros, que você já estava totalmente intensa naquela emoção da fornicação, que era minha obrigação saciar.

Eu não tinha noção do tempo, mas sabia que ele passava veloz. Assim, vez ou outra eu me lembrava dos riscos e me preocupava, mas a preocupação que deveria vir de você parecia não existir. Parecia mesmo que você tinha controle do tempo dele lá fora. Parecia que você sabia quando tempo ele iria demorar. Você, mais do que eu sabia, que ele estava na outra casa, que havia ido esperar um comprador para casa antiga de vocês, mas não se alarmava. Então resolvi que era momento de relaxar diante de tanta tranquilidade de sua parte. Assim como eu, você já se mostrava no limite do limite e me pediu para entrar todinho dentro de você. Sabia que era chegado o momento mais que especial. Antes eu desci e parei na beira da cama, pedi pra você se deitar de lado no travesseiro, coloquei as suas mãos espalmadas debaixo do seu rosto, assim como uma menina delicada e ingênua, e ofereci meu pinto latejante e todo duro, para mais uma chupada gostosa e completa. Você não hesitou. Abriu a boca e ele entrou como se conhecesse aquela morada quente e úmida. Eu balançava meu corpo e, via ele todo duro, bastante rígido, entrando e saindo daquela sua boca que me pertencia. Eu delirava com a emoção de sentir aquela boca e murmurava: Chupa preta! Chupa gostoso que ele é todo seu! Chupa gostoso esse pinto! Chupa bem forte! Chupa que esse pinto é só teu! Vez ou outra, a mulher levantava o olhar para me fitar. Os olhos da minha Neguinha brilhavam e exalavam emoção e a mais pura delicadeza. Você poderia dizer o que quisesse em nossos momentos de crise, mas eu sabia que tudo aquilo me pertencia. Até mesmo aquela suíte do casal, onde vivemos muitas emoções, também me pertencia. Eu estava todo cheio de tesão. Estava também chegando ao limite dos meus limites. Você às vezes deixava a boca entreaberta e podia se ouvir o eco dele entrando e saindo daquela boca quente e querendo gozar também na sua boca. Em seguida você tirou as mãos daquela posição, pegou ele, pois a língua para fora e começou a bater com ele na sua língua, passou ele no pescoço e esfregou com delicadeza e depois bateu algumas vezes com meu pinto no seu rosto, como se tivesse se castigando. Também juntou os lábios e fez um biquinho bem bonito, assim como num beijo, e começou a surrar seus lábios com meu pinto e olhando para mim com tanta leveza e uma ternura imensurável. Você surrando os seus lábios com o meu pinto, que parecia que endurecia ainda mais diante da sua ousadia. Tudo aquilo era um quadro da mais bela delicadeza sincera que uma mulher pode oferecer a um homem. Devo deixar claro, que talvez nem toda mulher e amante, possa oferecer esse momento de suprema glória dentro do destino de um homem ou simples mortal. Ninguém tinha capacidade de fazer tudo isso com tanta propriedade, como você me propiciava ali dentro do nosso ninho de amor. Eu delirava só com o brilho instigante do seu olhar.

Eu olhava para todas as paredes da suíte, enquanto a mulher engolia o meu pênis delirante. Comecei a ficar mais excitado. Tirei a mão de Neguinha que ainda surrava o seu rosto com meu pinto e passei a me masturbar bem rápido, com metade da base do meu pênis dentro da sua boca. Ela sentiu que eu estava em puro e intenso delírio. Pediu para que eu me deitasse na cama. Conforme seu pedido, eu fui e me joguei na cama, do seu lado, no outro travesseiro do lado esquerdo. (Não sei se era o seu lado, na cama de vocês ou se era o lado dele. Mais fui e me deitei). Beijei-a com carinho, aqueles beijos mais delicados que pude oferecer. A Neguinha num ímpeto se levantou, ficou de pé próxima ao meu corpo, se agachou de costas para mim e ajeitou meu caralho dentro de si. Impressionante olhar aquele monumento de mulher negra, que subia e descia num autoflagelo, num castigo e auto penitência, parecendo que estava me comendo e me engolindo com sua boceta. Em seguida curvou o corpo, colocou as mãos espalmadas no meu joelho e passou a balançar e enterrar bem mais forte, imprimindo mais velocidade. Que rabo era aquele? Estupenda a visão daquela bunda negra! Era assim, imensurável olhar aquele movimento da bunda da minha Neguinha abrindo e fechando. Lindo demais! A Neguinha balançava a sua bunda forte, enterrando e eu, segurava com as palmas da mão em suas nádegas para facilitar os movimentos incríveis proporcionados pela mulher.

Naquela altura, eu tinha toda ciência do mundo que não poderia me demorar porque, o seu dono decerto, chegaria a qualquer momento. Ela sabia muito bem disso. A hora passava e o risco aumentava. Você enterrava bem fundo e, sussurrava que eu era o tesão da sua vida… (Foi a primeira vez que me falou assim comigo). A voz era quente e embargada. Deu mais algumas enterradas bem fortes e logo tirou o meu pinto de dentro de si. Deixou o seu corpo cair deitada ao meu lado e passou a falar como se estivesse delirando: Goza comigo meu preto! Pedia cheia de desejos para eu vir junto e gozar com ela. Começou a repetir insistente: Vem comigo meu preto! A Neguinha falou quase em delírios e sussurros quentes. Vem comigo homem da minha vida… Eu olhei bem dentro dos teus olhos negros e brilhantes e, comecei entrando com o meu caralho assim bem devagar. O pau parecia crescer ainda mais dentro da mulher. Agora a Neguinha sussurrava ao pé do meu ouvido. Ela apertava bem os olhinhos semicerrado e quase fechados de puro tesão e com as duas mãos, segurava firme a minha bunda para que ele entrasse mais fundo. Eu observava a mulher no seu êxtase, e ia beijado, ia tocando e penetrando, notando que toda emoção já estava pronta para acontecer. Parecia que o seu coração batia também junto do meu peito. Nossos corações estavam juntos naquela cama larga da suíte. A sua respiração intensa, ofegava e descompensava. Lá fora a temperatura caía no fim de tarde. A nossa temperatura, dentro do quarto do casal, ia cada vez subindo mais, foi subindo, subindo, até que não seguramos e explodimos juntos. Seu urro de tigresa no cio podia ser ouvido em toda extensão da sua rua e até mesmo quase que no seu bairro todo. Foi lindo demais ouvir seu gemido de gozo! Nada tinha comparação, diante do momento de gozar dessa incrível mulher. Parecia ter sido o limite de todos os nossos gozos em extensão e além dos nossos próprios limites. Como sempre, um complemento máximo de todos os possíveis complementos e sentidos. Parecia que eu e você, estávamos sem fazer amor a quase uma década. Era sim, tanta emoção completa e verdadeira que desfrutamos juntos naquele momento na sua casa, na sua vida, na sua cama, que me ofereceu como trono. Incrível tudo aquilo.

Caímos cada um para um lado da cama em êxtase. Em nenhum momento que estive com você em sua cama, não me contou ou tocou no assunto, sobre a possibilidade de que seu marido poderia chegar de repente. Você não disse nada, que seu marido estava ali por perto, na casa antiga que colocaram à venda. (Mas eu sabia onde ele estava…). Você não me falou nada de que ele havia ido mostrar a casa da vila, que estava para ser vendida. Não me falou em momento algum nada sobre ele. Apenas sentiu e me deixou sentir com você toda aquela emoção. Como eu sabia e tinha noção da situação de risco e, a adrenalina começava então a baixar, curvei o meu corpo pegando as nossas roupas jogadas pelo chão. Fui me vestindo e pedi que você fizesse o mesmo, e fosse abrir o portão para eu sair. Antes de você se vestir, me pediu que eu me deitasse na cama ao seu lado e te desse mais um beijo. Beijamos longamente, mas eu já estava apavorado pelo avançado da hora. Você se trocou e colocou a sua roupa rapidamente. Olhei no relógio que mostrava quase cinco minutos para as dezoito horas. Havia agora também o risco da sua menina chegar da escola, que era próxima da sua casa. O tempo sempre passava depressa quando nós estamos juntos. Havia ficado ali na sua casa por duas horas com você e, não parecia tanto tempo assim.

Eu fui calado saindo em direção ao portão. Eu estava com aquela cara de pecado e você com uma alegria inconfundível estampada no seu rosto. Antes de abrir o cadeado e tirar a corrente, você olhou preventivamente, para os dois lados da rua, para ver se não vinha ninguém. Isso tudo parecia que seria para diminuir um pouco a sensação de culpa. Aquele momento era crucial, porque eu sabia muito bem, que ainda havia o risco do seu dono chegar, e me ver saindo da sua casa e a Neguinha ter que dar explicações. Assim, pensando nisso, tive mais pressa de sair logo do portão para fora. Cumprimentei você formalmente e sem muitas palavras, agora do lado de fora do portão. Saí do portão para o lado esquerdo e na esquina, desci para o lado direito. Peguei o carro que estava na esquina debaixo, isso tudo sem que você soubesse que eu estava de carro. Sai e fui novamente até a sua casa que estava para vender, somente para ver se ele ainda estava por lá esperando o comprador. O carro dele estava na garagem e ele de longe parecia estar fazendo algum reparo na casa. A garoa voltou a cair. A tarde sumia e a noite já começava a dominar. Fiquei parado por instantes em frente ao portão da sua casa que estava para vender, local onde ele havia ido para esperar um possível comprador para a casa. Eu estava ali para me recompor da grande emoção vivida com você. Podia ver o vulto dele se movimentando lá na casa, como se estivesse realizando algum trabalho. Ele de longe parece que avistou o meu carro parado e veio caminhando bem devagar, forçando o olhar curioso em direção do portão onde eu estava estacionado. A visibilidade era curta por conta do horário e da fina garoa que relutava em cair. Esperei ele dar mais alguns passos e chegar cerca de poucos metros do portão, vindo em minha direção e, bem antes que pudesse me ver e me reconhecer dentro do carro, eu liguei o veículo. Dei na partida, fui acelerando devagar e fui embora com coração transbordante e tão feliz de muita emoção vivida naquele final de tarde incrível. Queria muito aproveitar o momento de emoção e poder voltar na sua casa só para te dar mais um beijo. Queria voltar naquele instante. Se não fosse pelo horário da escola da sua menina, confesso que eu até que teria voltado para terminar meu dia mais que completo, indo beijar você.

Depois de muito tempo, quando estivemos juntos em outra ocasião intima, foi que resolvi comentar e te contar esse nosso caso acontecido. Não havia contado para você dessa forma completa como estou apresentando aqui. Foi justamente naquele dia no Hotel, quando resolveu fazer os seus desfiles especiais e exclusivos de suas roupinhas para mim. Foi nesse dia que, que eu resolvi revelar esse caso pra você. Você se lembra do dia dos desfiles? Lembra-se do dia dos desfiles com as suas lingeries especiais que você fez pra mim? Foi nesse dia que contei esse caso para você. Contei tudo para você, assim mais ou menos, por cima… Depois que contei você me disse, deitada comigo ainda na cama, que eu era dissimulado. Não entendi… Fiquei sem entender… Por que eu era dissimulado? Somente por que busquei uma maneira absurdamente despropositada para querer te ver e me encontrar com você? Só por isso que sou um dissimulado? Dizem que no amor e na guerra vale tudo. Aquele dia do trote fez com que ele me desse aqueles momentos maravilhosos com você. Claro que usei as armas e táticas que tinha para te ver. Se eu falasse que sabia que ele estava por perto, decerto não deixaria fazer amor com você.

Um cometario "Conto erótico Você me chamou de dissimulado"

  1. Agenor Datlo disse:

    Gostei demais dessa narrativa em forma de conto.
    Se é verdade ou não?

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