website statistics
Contos Eroticos ,fotos caseiras e o melhor do sexo amador

Era feriado do dia do funcionário público

em Contos eróticos com fotos

ERA FERIADO DO DIA DO FUNCIONÁRIO PÚBLICO
(ELA FEZ MEU PAU CRESCER COM A BOCA)
Autoria: Val Theo

Naquele ano de 2014, foi definida a antecipação do feriado do Dia do Funcionário público para a segunda-feira. Muitas vezes eu ficava sabendo antecipadamente, se eles iriam viajar naquele feriadão prolongado. A Neguinha não quis mesmo me dar a dica. Era um tempo que estava arredia. Só por milagre mesmo, para que levasse a mulher para um motel. A última vez que havia conseguido estar com a Neguinha foi no dia 8 de agosto. Ela havia mandado fazer um cubo fotográfico para dar de presente para a filha. O aniversário da menina seria no domingo, dia 10 de agosto. E assim, que eu a encontrei saindo do trabalho, ela me perguntou se eu poderia ir com ela na Empresa de Fotografias, para buscar o presente. Como não tinha aula importante naquele dia eu fui.

Durante o trajeto da porta de saída da repartição pública que ela trabalhava, até o local onde retiraríamos o presente da sua filha, eu fiquei tentando convencer em conseguir levar a Neguinha para um hotel. Acredito que foi uma das vezes que mais tentei e não consegui ter êxito, apesar do total bom humor naquele dia. Depois de pegar o presente da filha, terminamos a noite tomando um suco em uma padaria

Só havia um jeito de descobrir se foram viajar na emenda daquele feriado: Teria que ligar no domingo em seu telefone fixo. Se fosse o marido ou até mesmo a Neguinha que atendessem, certamente não teriam ido viajar. Ela havia até me adiantado, que pretendia viajar num feriado mais prolongado do dia 20 de novembro, para comemorar o aniversário do marido. Eu logo imaginei que no ferido do Dia dos Funcionários públicos ela não viajaria. Mesmo porque, acredito que não iria inventar de ter dois gastos assim simultaneamente. Para saber se eu poderia arriscar de ir visitar a casa da Neguinha, naquele feriado antecipado dos funcionários públicos, eu teria que ligar. Foi o que eu fiz naquele domingo dia 26 de outubro. Liguei primeiro no horário do futebol, e com aquela sua voz mau humorada ele atendeu e eu desliguei. Claro que logo me empolguei. Mas para certificar e dar fé, eu liguei novamente as dez da noite. Outra vez foi o marido da Neguinha que atende. Agora eu tinha certeza que eles não foram viajar. Ficaram em casa. Minha torcida tinha que ser, para que o dia amanhecesse bom, sem chuva, para que ele fosse fazer a sua caminhada matinal.

Eu sabia que o casal estava um de ovo virado com o outro, porque eles foram parados naquela semana de noite, em uma blitz policial, e o oficial responsável pelo comando da operação não quis falar com ele. Quando ela se identificou como Funcionária Pública, o policial deixou o marido da Neguinha de lado, ficou tratando da operação policial em um canto, conversando separadamente com a Neguinha e tratando-a com deferência. Depois que foram dispensados ele ficou raivoso, e ele parece que resolveu colocar a culpa na mulher. Acho que ele deve ter esquecido de fazer outras coisas, porque eu cheguei lá e a Neguinha estava impossível.

Na segunda acordei cedo, saí como se fosse ir para o serviço. Deixei avisado que trabalharia em dois horários, porque pretendia compensar algumas horas devidas. Liguei da rua para a minha chefe dizendo que eu iria chegar mais tarde. Para qualquer pessoa que me procurasse, era para ela dizer que fui fazer trabalhos externos. Então, mas se for pensar bem, era um grande trabalho externo. Eu costumava dizer comigo mesmo, que eu era uma válvula de escape (palavras dela), que fazia atendimento em domicílio. Era um trabalho mais que prazeroso. Se ela resolveu dizer que eu era uma válvula de escape, eu fazia o meu trabalho da melhor forma possível.

Como cheguei mais de meia hora antes, resolvi descer dois pontos antes, e vir passando por uma praça grande, onde tinha um posto policial. Essa praça ficava nas imediações da parte debaixo de onde morava a Neguinha. Depois que passei andando vagarosamente pelo posto policial, cheguei na praça principal do bairro da Neguinha, onde tem o ponto de táxi, farmácia, uma padaria e a maioria do comércio local. No celular marcava oito horas e doze minutos. Como ele saía pontualmente às oito horas para a caminhada, estava na hora de eu tirar a Neguinha da cama. Não sabia se ele estaria em casa… Não sabia se ela estaria em casa… Nem tinha noção se seria bem recebido ou não. Mas eu tinha que ir, porque nos últimos dois meses, eu estava vivendo de roubar abraços, beijos e apertos naquele corpo somente no metrô ou quando parávamos em alguma rua escura, quando eu a acompanhava até perto de sua casa. Não dava mais para ficar sem poder ter um pouco mais da Neguinha.

A apreensão foi aumentando, a adrenalina subindo, assim que faltavam poucos metros para entrar em sua rua. De longe avistei que o carro do marido não estava lá. A minha alma se alegrou e o corpo todo se aqueceu. Fui andando agora mais vagarosamente até diante do portão da casa da Neguinha, observando que o carro não estava na garagem. Antes de tocar a campainha fiz aquele ritual de olhar para o cenário e movimentação da sua rua. Tudo tranquilo. Toquei a campainha e fiquei olhando na direção da porta de vidro que divide o corredor. Por ser aquele horário da manhã e feriado para a Neguinha, certamente ela estava ainda na cama. Fiquei aguardando a movimentação no corredor, antes de tocar novamente. A ansiedade era tanta, que resolvi tocar a campainha novamente, segurando um pouco mais. Vi movimentação no corredor. Ela abriu a porta e já vinha com a chave do cadeado na mão. Parecia até eu me esperava. Adorei o sorriso largo que deu ao me ver. Segurando a corrente para abrir o cadeado, ela falou com cara de bom humor: ––Você é impossível mesmo! Não adianta eu dizer para você não vir. Acho que vou falar que é para você vir. Entrei, ela ajeitou o cadeado na corrente e fechou. Passamos pela porta de sempre que divide o corredor, que ela fez questão de fechar. Claro que se a Neguinha estava me recebendo em sua casa, era porque ele foi fazer a sua caminhada de todos os dias. E diante do bom humor aparente da mulher naquele dia, eu acreditava que ele poderia se demorar um pouco na rua. Quando eu entrei em sua casa já deveria ser quase oito horas e vinte minutos.

––Pensei que fosse aproveitar o feriado prolongado dos Funcionários Públicos… Falei para quebrar o gelo, enquanto ela foi terminar o café que estava passando. ––Isso é para os ricos, não para gente humilde igual a mim. A Neguinha falou, e soltou aquela sua gargalhada característica. Claro que ela podia sim. Era funcionária pública de um cargo de longa data, e ganhava por volta de oito salários mínimos e meio por mês. Quando eu a conheci eles até que viviam uma vida difícil, mas agora não havia mesmo de chorar miséria. Cheguei inclusive a brincar com ela em certa situação, que a Neguinha tinha condições de conseguir sustentar tranquilamente quatro namorados de vinte anos. Era só ela querer. Falei inclusive, que não sabia por que ainda me mantinha em sua vida. Juntando ao seu salário, ainda teria em breve a aposentadoria do marido que não seria pouco, além da filha advogada em casa. Não dava assim para reclamar da vida de pobre. Enquanto jogávamos palavras ao vento, terminou o café, colocou num copo para mim e outro para ela. Veio até com formalidades e me deu o café. A Neguinha voltou para a beira do fogão, aqueceu o café colocou-o na garrafa térmica. Sentou-se à mesa ali mesmo perto do fogão. Eu fiquei no mesmo lugar de sempre, sentado encostado em “nossa parede”. Durante alguns minutos ficamos em nossas conversas evasivas. A Neguinha assim que viu meu copo vazio ofereceu-me mais um gole. Aceitei. Ela veio, pegou o meu copo e colocou quase dois dedos de café. Antes de me passar o copo, a Neguinha curvou-se e me beijou. Eu tentei segurá-la pelo vestido, mas ela se esquivou sorrindo. Parou ao lado do fogão e ficou me olhando com aquela cara de pecado que eu conhecia bem.

Eu aprendi nesses tempos de relação com a mulher, que eu tinha que saber esperar. Não podia ficar aquela imagem de invasão de sua privacidade. Claro que isso não existia, porque nunca arrombei as portas de sua casa para entrar. Todas as vezes que estive ali, foi por ato consensual da parte dela. Mas eu não estava a fim de fazer essa linha fina e respeitadora. Ela pegou o maço de cigarro, ofereceu-me. Aceitei, mas com segundas intenções. Quando ela chegou perto de mim para me dar o cigarro, levantei-me de pronto e a beijei. Não deu nem tempo de começar a pensar em acender o cigarro. Beijei-a com toda ânsia e vontade. Em poucos segundos ela já estava com aquele corpão se esfregando em mim. Levantei o vestido da Neguinha e segurei suas polpas com força. Parei o beijo e passei a beijar o pescoço da Neguinha, fazendo declarações de que a amava. Ela entre sussurros, foi dizendo: ––Você não me ama nada. Só quer se aproveitar dessa mulher. Fiquei aos beijos no pescoço, ouvindo os sussurros da Neguinha, e disfarçadamente fui abrindo as minhas calças. Quando consegui colocar o meu pinto para fora, suspendi o vestido da Neguinha e ajeitei-o no meio das suas pernas. Quando ela sentiu o membro quente, segurou forte e ainda em gemidos, esfregou na sua boceta por cima da calcinha. Rapidamente levantei com tudo o vestido da Neguinha e fui tirando. Deixei a mulher só de calcinha, já que não usava sutiã. Em seguida a mulher puxou minha camiseta, enquanto eu tirava o tênis batendo um calcanhar no outro. Jogou minha camiseta sobre a mesa, agachou e foi me ajudando a tirar as minhas calças. Tinha que fazer tudo na pressa, porque não sabia quanto tempo eu teria ali, antes do marido terminar a sua caminhada. Ela voltou a confirmar que não estavam bem, desde o dia que aconteceu aquela blitz policial nas imediações da Praça Sampaio Vidal. A Neguinha falou que nem viu quando ele saiu. Completou que quando eles brigavam, ele fazia questão de ficar na rua mais tempo.

Diante das dúvidas, eu sabia que tinha que partir para o tudo ou nada. Assim a mulher ajudou a puxar as minhas meias, aproveitou as minhas calças, ajoelhou-se sobre ela e começou a chupar o meu pinto com fúria. A Neguinha começou a chupar de um jeito gostoso e forte, como nunca havia feito. Ela fixava firme a cabeça do pênis com os lábios e me masturbava com as duas mãos ao mesmo tempo. Eu sentindo aquela emoção forte, passei a balançar o meu corpo para tentar ver mulher me engolir. Ela se levantou e já foi tirando a calcinha. Pegou o meu pinto e ajeitou para eu penetrar. Segurei forte nas ancas da Neguinha e enterrei. Enterrei uma, duas, três, e bem mais que cinco vezes, mas sempre fazendo o meu pênis entrar bem fundo. A cada estocada dentro do vulcão, a Neguinha gemia com o som do desejo abafado. Ela se declarava: ––Eu te amo preto! Preciso muito de você inteiro dentro de mim. O corpo da Neguinha fervia. Depois das minhas estocadas dentro da boceta da mulher, ela segurou-me para que eu parasse. Tirou o meu pinto de dentro de si, e levou-me para a suíte do casal. Aquele velho e antigo arrepio correu pela minha espinha, assim que entrei no quarto do casal. Toda vez que vivia aquela moção de estar na suíte do casal, essa sensação de pavor me tomava. Mas era impossível resistir ao sentimento. Fui olhando a Neguinha com suas ancas largas e com a bunda espetacular e grande, subindo com leveza espetacular na cama de quatro. Fui acompanhando aquela cena magnífica, com o meu pinto bem dolorido, latejando e querendo saltar do corpo para atacar minha mulher, que parecia se exibir para mim.

Eu olhei por alguns segundos a Neguinha subindo na cama, vagarosamente como uma cadelinha no cio. Parecia que naqueles segundos, eu havia fotografado todas as esquinas e curvas do seu corpo lindo. Dessa vez ela não me deu chance para mais nada. Deitou-se com as pernas bem abertas, ficou puxando com os dedos os bicos dos seus peitos maravilhosos. Começou aquela sessão de tortura, chamando-me em sussurros delicados: ––Vem preto! Entra por favor, aqui dentro de mim. Estou morrendo de saudades. Ah! Preciso sentir você! Vem meu preto. E agora com uma das mãos tocando de leve a sua boceta, com a outra a Neguinha estendeu para me chamar. Como não sabia do tempo da pessoa que estava lá fora. Como a mulher não me passou detalhes se ele estava perto ou longe, eu tinha que ir. Tinha que aproveitar antes que o marido pudesse chegar. Fui do lado lateral da cama, como se eu fosse para o banheiro da suíte. Coloquei um dos joelhos na cama, em seguida o outro. A Neguinha olhava-me com olhos de fome de predadora. Estendeu os dois braços para me receber, enquanto eu me ajeitava sobre ela. A respiração ofegante da Neguinha, era a trilha que dominava o quarto. Parecia que o som daquela respiração entrava dentro mim. Era como se ela estivesse respirando forte perto dos meus ouvidos.

Foram muitas vezes fazendo amor com a Neguinha naquela casa. Mas eu poderia dizer que nenhuma das vezes era igual a outra. Em algumas situações, nós ficávamos quase meia hora nas preliminares. Brincávamos com nossos desejos na cozinha, na sala e, em algumas situações, lá no fundo, de pé, do quarto da sua menina. Assim que eu ajeitei e enfiei o meu pênis, a Neguinha só ajeitou o seu corpo para que entrasse todo. Fui balançando devagar esperando as novas ordens. Não deixei o meu corpo cair totalmente sobre o dela. Apoiei os meus antebraços e mãos na cama, curvei o corpo e metia bem fundo, mas sempre com movimentos leves. Ela não falou nada, ficou tão somente nos sussurros. Eu ouvia aqueles sussurros como música. Aquela voz grave e cheia de emoção me aguçava. Resolvi atacar forte e fundo. Ela já estava com os olhos bem fechados e apertados. Eu ficava sempre segurando e esperando que ela começasse a vir me chamar para vir junto com ela. Eu segurava como um bravo, levando a minha bunda para o alto e, dando fortes enterradas. Sabe aquela coisa, quando parece que vai invadir o útero da mulher. Passei a desferir enterradas animalescas, mas sempre segurando esperando quando ela fosse me chamar para gozarmos juntos. Não dei tempo, assim como por magia, mais que de repente ela urrou, berrou, gritou e gozou de um jeito como nunca houve. Gozou como a grande princesa negra que era. Gozou com todo o fascínio da forma de desejar de mulher. Soltou os braços e deixando o corpo relaxar. Eu deixei o meu corpo cair ao seu lado. Ela perguntou: ––Você foi, preto? Eu falei: ––É claro que não! Ela riu saborosamente e com gargalhadas. Levantou a cabeça, deu-me um beijo e voltou a rir. Eu pensei: ––Realmente ela estava com os seus desejos à flor da pele. Acho que esse tempo de briga do casal, ele deixou a mulher naquela secura. Nunca aconteceu de ela gozar e não me chamar. Era a primeira vez que ela gozou só sem me chamar. Mesmo quando íamos para os nossos encontros em algum hotel, tinha o momento especial que eu podia esperar. Eu sabia que em um determinado momento, ela iria me chamar para irmos juntos. Mas confesso que gostei, por ela ter tido a coragem de viver tudo o que estava sentindo sozinha. Adorei mesmo, por conta de a Neguinha ter se liberado em suas emoções, e por ter deixado eu fazê-la gozar e sentir tudo o que podia. Eu me senti muito bem demais.

Depois de aproveitar alguns minutos deitada, com o corpo relaxado ela se levantou. Olhou-me deitado na cama com o pinto em riste. Foi indo até a porta do banheiro da suíte e me perguntou com cara de safadinha: ––Quer terminar aqui¿ Não pensei duas vezes. Num salto levantei-me da cama e cheguei atrás da Neguinha. Ela colocou uma das mãos para apoiar na parede do banheiro da suíte, arrebitando em seguida a bunda para mim. Ajeitei o meu pênis na boceta dela assim por trás. Quando entrou a cabeça fui empurrando devagar. Ela arrebitou mais a bunda para que meu pinto entrasse todo. Segurei com uma das mãos na cintura da Neguinha e comecei a balançar como uma fera doidivana. Em poucos segundos estava pronto para explodir. Mas fiz diferente, segurei forte na base do meu pau, tirei de dentro da boceta quente da mulher, em seguida soltei para que ele explodisse e jorrasse nas nádegas da mulher. A primeira esguichadela do líquido espesso bateu na entrada do rego. O restante eu mirei em uma de suas nádegas. Ela sentiu o líquido quente tocar no seu corpo e olhou para trás com aquele sorriso delicado. Comecei a passar a mão no sêmen espalhando nas nádegas da mulher. Para mim era a primeira vez assim com ela em sua casa. Uma emoção realmente diferente.

Tomamos banho juntos e depois de nos vestirmos fomos para mais um café na cozinha. E como não poderia deixar de ser, ela acendeu um cigarro para mim e outro para ela. Conversamos sobre amenidades para quebrar o gelo, até que ela tocou no assunto do marido. Ela retomou dizendo que desde o dia da blitz que parou eles, o seu marido ficou arredio ficando de cara virada com ela, como se a Neguinha tivesse provocado a situação. Ela acha que o marido se sentiu pequeno diante da situação. Já fazia quase três semanas que o marido estava nesta coisa de raivinha. E ouvindo assim os relatos da Neguinha e, do jeito que ela gozou lá na suíte, parece que ele estava deixando de resolver outros problemas da mulher. Eu me senti mais feliz ainda por ter resolvido uma parte dos seus desejos naquele dia. Assim, imaginando que o marido da Neguinha pudesse chegar tarde como ela disse, resolvi que poderia ter mais. A Neguinha chegou perto de mim e perguntou se eu queria mais café. Disse que não. Ela pegou a xícara e a bituca do cigarro e levou até a pia onde estava o cinzeiro. Voltou, parou diante de onde eu estava sentado, abaixou a cabeça e me beijou. E me levantei, abracei a Neguinha e demos um beijo de quase dez minutos, mas dessa vez sem nos tocar. Foi somente aquela coisa de beijar por necessidade.

Eu sabia que ainda não estava próximo para mais um ataque com a Neguinha. Não fazia nem dez minutos que havíamos terminado de fazer amor lá no quarto. Então tomado de coragem, resolvi pedir algo diferente. Como aquele foi um dia que fizemos coisas especiais juntos, decidi pedi outra coisa para a Neguinha. E falei: ––Posso te pedir uma coisa muito, muito, mas muito especial? Nem bem terminei a frase, a Neguinha foi logo falando: ––Pode meu preto! Você pode tudo aqui. Hoje você tem direito a tudo. Pode pedir, meu preto. Eu sorri. De pé ao lado da Neguinha, fui abrindo e tirei a minha calça. Como estava só de meia, foi bem rápido fazer isso. Olhei para o meu pênis que estava grossinho, mas não se mostrava com apetite de voltar tão logo. Então, olhei dentro dos olhos da Neguinha com olhos de empolgação, e pedia para a mulher fazer o meu pênis crescer com sua boca. Apontei o meu pinto ainda meio sem vida para a Neguinha, e falei: ––Gostaria que fizesse ele crescer dentro da sua boca. Queria muito ver ele crescendo com sua boca me tocando. Ela me olhou com a mais total resignação, foi se agachando, puxou minha calça que estava por ali e ficou de joelhos. Pegou na base do meu pênis todo molenga, mas um pouquinho grosso ainda, e passou a fazer aquelas carícias magníficas com sua boca. Colocava meu cacete inteiro na boca, chupava como se fosse encher uma bexiga. Logo tirava-o da boca e sorvia somente a cabeça. Chupava a cabeça do pinto com muita força. Em seguida, começava tudo de novo, enviava meu pênis inteiro na boca e chupando. Não demorou muito, já estava majestoso em suas mãos. Ela me olhou com aquela delicadeza de mulher atrevida, que consegue fazer uma grande ação. Eu não sabia se agradecia, se pedia para ir novamente para a cama com a mulher. Mas foi lindo demais, aquela cena do meu pinto se avolumando e crescendo com ajuda da boca da Neguinha.

A Neguinha estendeu a mão para que eu a ajudasse a se levantar. Nos beijamos com a mulher segurando firme a base do meu pau. Ela me pediu para eu me sentar na cadeira, que estava encostada na parede. Mais uma vez ajoelhou-se, chupou, lambeu, tentou engolir o meu pênis, deixando-o todo molhadinho. Apoiando-se nos meus joelhos ela se levantou. Puxou o seu vestido a partir da barra e tirou. Estava sem nada por debaixo. Meus olhos quase saltaram dos olhos em empolgação, como se tivessem vendo algo inédito. Ela passou as pernas sobre mim, ajeitou o meu pênis em sua boceta totalmente molhadinha, preparando-se para a sua cavalgada. Foi sentando-se bem devagar, até quando sentiu que o pinto entrar todinho. Daí por diante foi fazendo a sua cavalgada de amazona delirante. Eu segurava em sua cintura, ficava olhando os seios saltitantes pulando a cada galope da mulher sobre meu cacete. Ela subia em delírios e a cada descida, eu forçava a cintura para baixo, para que enterrasse fundo. Ela já começava a sussurrar qualquer coisa baixinho. Notei que os olhos começavam a revirar. Soltei um pouco as minhas mãos, para poder sentir a sua cintura subindo e descendo. A Neguinha suspirava forte e ofegante, meu pinto latejava a cada galopada que a mulher dava bem fundo. Repentinamente passou a falar em delírio e subindo e descendo mais rápido: Você vem? Você vem comigo meu preto? Você vem? Você vem comigo agora? Falava e jogava a cabeça para trás, com aquelas enterradas profundas. Abriu a boca gemendo num arfar intenso e um grito longo. Assim, eu e a Neguinha fomos juntos naquele tesão mais que completo. Segurei a Neguinha pela nuca, beijei-a e a mulher desceu do meu colo, convidando-me para irmos nos lavar. Dessa vez só parei na porta de entrada do box, curvando o corpo para frente, para que a Neguinha lavasse meu pinto. A Neguinha passou água e sabonete no meu pau, depois enxaguou alisando com suas mãos suaves. Enxuguei-me com uma das toalhas que estavam ali no banheiro, e fui pegar as minhas roupas na cozinha. Vesti a minha calça, a camiseta, coloquei o tênis. A Neguinha surgiu agora com outro vestido. Pensei até em ficar para a terceira possibilidade com a mulher, mas comecei a ficar com receio, porque havia abusado da hora. Já fazia mais de três horas que eu estava ali. Seria bom não arriscar arrumar problemas para nós. Saí com aquele ar de felicidade, pensando ainda na magia da boca da mulher fazendo meu pau crescer.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.

FUI PEGAR DOAÇÕES DE ROUPAS EM SUA CASA – I

FUI PEGAR DOAÇÕES DE ROUPAS EM SUA CASA – I

FUI PEGAR DOAÇÕES DE ROUPAS EM SUA CASA – I Autoria: Val Theo Quase sempre, nos últimos tempos, havia uma crise séria de relação entre nós, por qualquer motivo ou por qualquer coisa que falássemos um para o outro. Tudo era motivo para guerra com essa mulher. A Neguinha, pouco estava me dando de oportunidades, […]

FUI LEVAR UM PRESENTE DE ANIVERSÁRIO PARA A NEGUINHA.

FUI LEVAR UM PRESENTE DE ANIVERSÁRIO PARA A NEGUINHA.

FUI LEVAR UM PRESENTE DE ANIVERSÁRIO PARA A NEGUINHA. De: Val Theo Era mês de março do ano de 2014. Naquele dia eu fiz questão de ir levar meu presente de aniversário para a minha Neguinha, diretamente no portão de sua casa, mesmo com riscos do marido estar em casa. Além disso, eu posso dizer, […]

O MARIDO FOI FAZER CAMINHADA NO CERET

O MARIDO FOI FAZER CAMINHADA NO CERET

O MARIDO FOI FAZER CAMINHADA NO CERET Autoria: Val Theodoro Devo confessar que as minhas idas na casa da Neguinha estavam cada vez difíceis. O marido havia saído do último emprego que estava trabalhando no Ipiranga na sua profissão de pantógrafo. Estava também em fase dos preparos da documentação para a aposentadoria e, estando em […]

Um acontecimento especial

Um acontecimento especial

UM ACONTECIMENTO ESPECIAL… QUANDO ELE FOI LEVAR A SOGRA EM JUNDIAÍ. Autoria: Val Theo Imaginem vocês, que as coisas entre nós aconteciam muitas vezes por mera casualidade ou intervenção do destino. Confesso, que sobre aquele dia, lembro-me muito bem, assim como se fosse hoje. Praticamente impossível de esquecer. Era um tempo em que além da […]

No quarto do casal havia uma poltrona

No quarto do casal havia uma poltrona

Autoria: Val Theo No quarto do casal, quando ainda moravam lá na casa da vila, na primeira casa que eles compraram, além de uma poltrona, também havia uma rachadura. Assim, resolvi escrever sobre o dia em que a filha comentou com o pai, que o amigo da mamãe havia entrado lá no quarto deles. Ele […]

Selma e o técnico de tv

Selma e o técnico de tv

Acordei com vontade de dar a bunda e chamei esse técnico de tv aqui em meu apartamento. Foi exatamente isso. Quando acordo com vontade de dar a bunda é algo incontrolável mesmo. Sinto o ânus suado, quente e piscando. E logo ainda na cama, ao acordar. Não sei explicar esse tesão que tenho na bunda. […]

Selma Recife com dois coroas do sertão

Selma Recife com dois coroas do sertão

Para ler e escutar Acho que ainda não falei de forma enfática, mas quero abordar isso agora. Sou viciada em machos e caralhos diferentes, todo Brasil sabe, pois desde 2007 faço filmes e fotos de minhas aventuras. Aliás, meu marido quem faz os filmes e fotos, pois é um corno manso, conformado e feliz. Gosto […]

Fui arrombada no mato e gostei!

Fui arrombada no mato e gostei!

Oi amores! Sou a estéfani tenho 19 anos, moro em Santa Catarina, vou contar o que aconteceu em 2015 quando tinha 14 anos. Os nomes de terceiros vão ser mudados para não comprometer ninguém, só o meu nome é verdadeiro. Sexta feira a noite eu e minha irmã estamos no quarto, minha irmã é a […]

Africano fode o cu da minha esposa na minha frente

Africano fode o cu da minha esposa na minha frente

Bom dia a todos. Podem me chamarem do que quiserem, pois não ligo. Se quiserem me julgar, tudo bem. Se acham errado, fodam-se. Ser corno conformado foi a melhor coisa que me aconteceu até hoje. Quem acha que estou errado, pode até em casa ter uma mulher puta e nem sabe. Ainda. Pense nisso. Ou […]

Fodendo a gostosa mulher do corno

Fodendo a gostosa mulher do corno

Vou contar uma situação que aconteceu comigo quando tinha 23 anos, gosto muito de ir para interiores pois adoro o campo e fui com um amigo para sul de minas em uma cidade pequena na casa de uns parentes dele passar um feriado. Chegando lá fomo recebidos muito bem pela sua tia e tio, nos […]

Como ela aguentou isso na bunda?

Como ela aguentou isso na bunda?

Eu bem que avisei a minha esposa, que esse negócio de querer caralho muito e grande na bunda podia lascar o ânus dela. Mas palavra de corno é mesmo que nada. Na verdade, a culpa é minha. Há quatro anos pedi para ser corno. Exatamente isso. Entrei na internet e procurei o nome Selmaclub. Foi […]

Anal com cinco machos Selma e amigas

Anal com cinco machos Selma e amigas

Vejam nessas fotos as 14 camisinhas usadas por amigos nossos nesses dias. E veja as fotos dessa minha bunda e de minhas amigas, aqui em minha casa, na praia de Porto de Galinhas. E adoro marcar nessa casa com novos amigos que fazemos diariamente, pelo nosso chat. Eu e amigas estamos todas as manhãs e […]

O corno tem nojo dessa bunda

O corno tem nojo dessa bunda

Quem já viu meus contos e aventuras, com muitas fotos e filmes arriscados, sabe o quanto sou maluco por bundas. Principalmente a de esposa de amigos meus. É algo incontrolável que sinto. Principalmente as mulheres lindas, com bundas grandes e que usam calcinhas e biquínis socado no meio do rabo. Cheiro de bunda de mulher […]

Selma com dois peões sujos e dotados, na cama

Selma com dois peões sujos e dotados, na cama

Bom dia a todos. O Brasil inteiro sabe o quanto sou uma casada chifradeira. E como gosto de machos jovens e dotados, principalmente trabalhadores braçais. E meu marido sabe de tudo, claro. É o maior corno manso e conformado que existe no Brasil. Sem sombras de dúvida. Desde 2007 pediu para ser corno e hoje […]

Contos eróticos – A chifradeira de Paulista PE

Contos eróticos – A chifradeira de Paulista PE

Esse conto é uma colaboração da amiga Selma de Recife MILHARES DE AMOSTRAS DE FILMES, MEUS E DE MINHAS AMIGAS. TUDO TOTALMENTE FREE. VEJAM COMO TEM CORNOS E ESPOSAS CHIFRADEIRAS NESSE BRASIL. ACESSE: https://bit.ly/selmarecife

Conto erótico Você me chamou de dissimulado

Conto erótico Você me chamou de dissimulado

VOCÊ ME CHAMOU DE DISSIMULADO Autoria: Val Theo. Sei que você vai aproveitar essa oportunidade solene, para mais uma vez vir me dizer que eu não preciso contar nada disso. Vai me dizer que eu não preciso falar sobre o assunto nós dois juntos. Vai me dizer que eu não preciso escrever e nem falar […]

Minha primeira vez com um negro

Minha primeira vez com um negro

Meu nome é Estéfani, tenho 19 anos, sou de origem alemã moro em Santa Catarina. Tenho um conto real aqui no site, como eu transei pela primeira vez e virei garota de programa. Agora vou contar como eu transei pela primeira vez com um negro ele era da cidade de Luanda da África. Os nomes […]

Sempre quis ser corno

Sempre quis ser corno

Olá meu nome é Josué e minha esposa se chama shirley, mesmo antes de conhecer ela já tinha o fetiche de ser corno , e só fui realizar essa fantasia depois de oito anos de casados, na cama sempre fomos bem loucos e fodemos em todas as posições possíveis, pois sempre estamos olhando filmes pornos […]

Como perdi meu cabaço

Como perdi meu cabaço

Como perdi meu cabaço Oi meus amores!. Meu nome é Estéfani, tenho 19 anos, sou de origem alemã, moro em Santa Catarina. Vou contar como iniciei minha vida sexual, e me tornei uma acompanhante de luxo, (garota de programa) os nomes de terceiros que irei citar são ficticios para não comprometer ninguém. Vamos voltar a […]

A primeira vez no swing

A primeira vez no swing

Olá, Neste conto eu vou falar da minha primeira vez em uma casa de swing,tudo começou quando eu vi um anuncio no site de relacionamento que teria uma noite trans em uma casa de swing, e como eu estava de boa nesta semana e com muita vontade de transar não pensei duas vezes e decidir […]

website statistics