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FUI LEVAR UM PRESENTE DE ANIVERSÁRIO PARA A NEGUINHA.

em Contos eróticos com fotos

FUI LEVAR UM PRESENTE DE ANIVERSÁRIO PARA A NEGUINHA.
De: Val Theo

Era mês de março do ano de 2014. Naquele dia eu fiz questão de ir levar meu presente de aniversário para a minha Neguinha, diretamente no portão de sua casa, mesmo com riscos do marido estar em casa. Além disso, eu posso dizer, que me lembro claramente de ter visto a minha Neguinha fazer 20 anos, fazer 30, anos, fazer 40 e 50 anos. A loucura dessa nossa história ultrapassou algumas décadas. E nesse aniversário de 53 anos da mulher, nem que fosse debaixo das barbas do seu dono, eu queria levar um presente especial para a Neguinha. Mesmo diante de tantas crises surgidas em nosso relacionamento ao final de 2013 e que se arrastaram para o início de 2014, não podia deixar de pensar num presente especial para minha Neguinha. O presente que eu preparei, era um molde de trem de ferro ou locomotiva antiga, que era feito em metal tipo cinza envelhecido e com detalhes em dourado. Nessa réplica de trem, era possível fixar fotos em duas laterais da miniatura de locomotiva. Retirei algumas das mais belas fotos da minha Neguinha, que pesquisei e encontrei publicadas na página da rede social da sua filha, e mandei fazer o presente diferente para entregar-lhe no seu aniversário. Eu sabia que a mulher, depois que mudou de trabalho do centro de São Paulo para a Zona Leste, costumava agora faltar ao trabalho no dia do seu aniversário. Sendo assim, mesmo com riscos do seu marido em casa e as nossas crises constantes de relação, eu teria que arrumar um jeito de ir até o portão de sua casa, somente para lhe entregar o meu presente em celebração aos seus cinquenta e três anos de vida naquele mês março de 2014. Fazia mais de dois meses que eu planejava em dar para ela esse presente especial no seu aniversário. Com riscos ou sem riscos eu teria que tentar, mesmo que fosse para entregar somente pelos vãos do portão. Mesmo que ele estivesse em casa, eu teria que dar um jeito de que a mulher viesse ao portão para receber o presente.

Mesmo nosso relacionamento passando por muitas crises, eu fazia questão de correr atrás da Neguinha. Eu não queria perder essa mulher de vista. Ela relutava em muitas vezes, mas sempre acabava cedendo. Assim, vez ou outra eu conseguia um encontro rápido para um namoro com a mulher. Inventava de descermos muitos pontos antes do terminal. Eu dizia que era só para conversarmos. Saíamos da avenida principal, para que de repente ninguém nos visse. Fazia questão de andar ao lado da mulher até o escurecer. Lembrava que ao escurecer todo gato é pardo. Procurava nesse tempo, alguma rua deserta, alguma praça escondida e arborizada, já que não conseguia levar a Neguinha para um hotel. Estava muito difícil, mas com muita insistência, vez ou outra eu conseguia essa façanha de levá-la ao hotel, mas para isso tinha que ficar muitos dias tentando e insistindo. Quando íamos para o hotel, escolhi um que ficava uns três quilômetros da casa da Neguinha. Preferia aquele lugar, porque era bem mais rápido para chegarmos em casa depois de sair do hotel. Ainda mais, porque era um lugar bem escondido e sem movimentação.

Mas no dia do seu aniversário de 53 anos, eu sabia que seria muito difícil de convidar a Neguinha para um encontro em algum lugar fora de sua casa. Mesmo que fosse algo muito rápido, para entregar o presente especial que havia preparado. Eu pensava, que dificilmente ela sairia de casa no dia do seu aniversário. Ela estava muito arisca comigo, já que na época o marido estava exageradamente na vigilância com ela. Tudo por conta de algumas mensagens no celular, porque o aparelho só vivia no modo vibração, e quase sempre o aparelho estava guardado a sete chaves quando ela estava em casa. A Neguinha me contou que algumas crises se deram, porque o seu marido a surpreendeu algumas vezes escondida com o celular na mão, lendo ou enviando mensagens. Quase sempre a Neguinha inventava para o proprietário, que eram mensagens da operadora. Mas o que mais estava causando crises entre eles, era essa coisa de estar em casa e manter o celular longe dos olhos dele. Ela tinha certeza que ele estava desconfiado de alguma coisa e não podia vacilar. A única saída para mim naquele dia seria tentar aparecer no seu portão na raça, mesmo com riscos. Se o marido e proprietário estivesse em casa, arrumava um jeito de entregar o presente ali do lado de fora mesmo.

Assim que acordei, logo comecei a fazer os meus planos para sair e levar o presente. Eu sabia que num determinado horário ele sempre fazia caminhadas e seria o único horário possível para nós. Ele havia sido dispensado do último trabalho que era no Bairro do Ipiranga, e agora aguardava a liberação da aposentadoria. Antes de pegar o ônibus passei num fotógrafo perto do metrô, para retirar o presente que havia encomendado em alguns dias atrás. Verifiquei as fotos e a balconista me ensinou como deveria montar a réplica em miniatura da locomotiva com as fotos. Preferi levar desmontada, porque seria mais fácil de passar o presente pelo vão do seu portão, sem que a Neguinha precisasse abrir. Eu fiz tudo de caso pensado para não ter que entrar, porque de lá eu iria para meu trabalho. Paguei o presente, fui saindo apressado. Peguei o primeiro ônibus que passava nas imediações da casa da Neguinha. O coração parecia que iria entrar em ebulição, de tanto que saltava por dentro do peito, diante da ansiedade. Não conseguia nem mesmo olhar as ruas ou pontos por onde o coletivo passava. Apenas torcia para que o ônibus não demorasse em semáforos, para não atrapalhar os meus planos. Eu tinha que chegar na casa da Neguinha encantada antes do seu marido voltar da caminhada. Tirei o celular de dentro da bolsa que eu carregava e vi que já eram nove horas e quarenta minutos. Meu tempo estava no limite. Olhei para a parte da frente do ônibus, avistando a placa do segundo Posto Ipiranga. Estava próximo do ponto onde eu costumava descer. Antes de chegar ao ponto onde desceria, caiu a antena de ligação do ônibus elétrico que estava à nossa frente. O motorista do ônibus que eu estava abriu a porta fora do ponto para eu descer. Eu não queria me atrasar e desci alucinado do ônibus. Só tinha o pensamento em poder entregar o meu presente especial e olhar nos olhos da mulher.

Não perdi tempo. Atravessei a João XXIII correndo, subi apressado cortando por dentro do posto de combustível. Ofegante aos extremos, cheguei em frente da banca de jornal ao lado da padaria. Desci a rua lateral da rua da casa da Neguinha e passei direto. Preferia sempre entrar na rua debaixo paralela à sua, porque sempre era deserta ou com quase nenhum movimento. Além disso, indo pela rua debaixo eu já saía na cara do gol. Se houvesse algum inconveniente, eu passaria direto pela rua em que a Neguinha morava, sem despertar suspeitas de alguma pessoa que me visse. Antes de entrar na rua que ela morava, fui abrindo o zíper e tirando o presente da minha bolsa. Da posição que entrei na rua dava pra ver que o carro do marido não estava na garagem. Mesmo com o coração aos pulos eu respirei um pouco mais aliviado. Afinal iria dar pra eu entregar o presente pra Neguinha mesmo na correria e sem poder lhe dar um abraço. Eu sabia que se não conseguisse entregá-lo, teria que jogar fora, porque não dava para voltar com ele para casa. Eu só não podia ligar para ela ali do portão. Não queria correr o risco de que a mulher recusasse minha visita e me dispensasse pelo telefone. Sabia bem que se ligasse e dissesse que estava no portão, ela me dispensaria.

Parei diante do portão, apreensivo olhei para os dois lados da rua e, que como sempre, não havia qualquer movimento. Toquei a campainha. Demorou alguns segundos e nada. Respirei fundo ouvindo o coração batendo na boca. Toquei novamente e agora com mais insistência e a angústia a me invadir. Eu podia ouvir o som ecoando ao longe por conta do silêncio do bairro. Nessa época a campainha tinha o som normal. Não era aquela com som extravagante de filmes da cavalaria dos Estados Unidos da campainha nova. Apesar da mesma demora esperei e pude avistar a silhueta da mulher pelo vidro da porta que divide o corredor da garagem. Eu conhecia muito bem o andar da mulher. Ela surgiu, sorriu maravilhosamente e deliciosamente me reconhecendo. Confesso que não esperava aquele sorriso. Confesso que não esperava que me desse aquele sorriso largo que me deu. Esperava que quando me visse, viesse com a cara amarrada. Mas não, ela parecia muito feliz e cheia de brilho no olhar. E, aquele sol de início de outono, refletia mais beleza a cor da pele da mulher.

Eu agora só queria ter o indescritível prazer de entregar o presente junto com o cartão para minha Neguinha. Ela ameaçou de voltar para pegar a chave para abrir o cadeado que prendia uma corrente ao portão. Ainda não era o portão automático. Eu disse que era para não se incomodar porque seria rápido. Falei que só queria entregar o presente, e ainda tinha que ir trabalhar. Ela chegou perto do portão e eu passei o primeiro pacote com o presente entre as grades. Senti ali do lado de fora o seu perfume inconfundível. Ela pegou o pacote, tocando em minha mão de leve. Fingi que fiquei sem jeito. A Neguinha sorriu agradecida. Disse que não era para eu me preocupar. Completei dizendo que era uma simples lembrança, mas era de coração. Expliquei rapidamente como montar as fotos na locomotiva em miniatura e ela percebeu minha pressa e angústia em querer ir embora. Para quebrar o gelo ela me disse que eu estava muito suado. Eu olhei para minha camiseta que estava colada ao corpo de tanto suor. Sabia que foi por conta daquela corrida do ponto de ônibus até ali, junto com o excesso de ansiedade em poder vê-la. A Neguinha notava a minha apreensão e apalpava o pacote como se fosse abri-lo. Eu olhava discretamente a mulher e ao mesmo tempo para os dois lados da sua rua.

Então aconteceu como sempre entre nós o inesperado. Olhando minha camiseta grudada ao corpo pelo suor, a Neguinha me perguntou se não queria um copo de água. Estava muito calor realmente naquela manhã. Sabe aquele não querer, mas querendo… Sabe aquele não posso, mas já podendo… Sabe aquele não precisa, mas estando precisado… Sabe aquele estou com pressa, mas querendo muito ficar… Eu estava assim, totalmente dominado por aquela emoção ao estar diante da mulher. Qualquer minuto na presença dela, mesmo que fosse do lado de fora do portão já seria um grande prêmio. Eu queria recusar a água que me ofereceu, mas seria bem melhor aproveitar mais alguns minutos com ela ali no portão. Afinal, era o dia dela e, eu não podia ser indelicado. Se ele chegasse e eu estivesse do lado de fora, certamente que não teria problema. Ela saiu com o presente na mão. Fiquei olhando a mulher dentro daquele vestido azul piscina, que realçava aquela bunda linda. A Neguinha estava naquele período, que quando engordava um pouquinho, parecia que tudo ia direto para a sua bunda. Sinceramente ficava ótima com a bunda grandona assim. Acho que por estar parado ali, esperando no seu portão, acabei ficando mais apreensivo que me trouxesse logo o copo d`água. E de fato, eu não havia pensado em me demorar muito tempo em seu portão, para não criar problemas para a Neguinha. Dessa maneira confesso, que aqueles minutos que ela demorava par trazer o meu copo com água, parecia que se tornava uma eternidade para mim.

Depois de alguns minutos lá dentro, a Neguinha estava de volta e para minha surpresa, com as chaves na mão. Abriu o portão e me chamou a entrar. Não sei se era tudo que eu queria, mas eu sabia que era tudo que eu precisava. Tinha certeza, se ela estava me convidando a entrar em sua casa naquele dia, era porque o seu proprietário não deveria estar por perto. Quem sabe saiu para comprar-lhe algo, ou preparar alguma surpresa especial para o seu aniversário. Ela sabia muito bem o que estava fazendo. Não reclamei, não questionei e nem me fiz de rogado, porque a Neguinha sempre teve consciência do tempo. Entrei, ela fechou o portão e eu a acompanhei. Passamos pela porta do corredor e a mulher o fechou. Eu a segui por detrás como sempre fazia quando ia lá. Fui olhando aquele corpo lindo, esguio e delicado dentro de um vestido preto bastante elegante que ela vestia. Eu já fiquei com água na boca e o pau duro. Ela entrou na cozinha e foi direto para perto da pia. A luz estava acesa a cozinha bem ajeitada. Fiquei parado perto da parede do lado direito, assim que se entra na cozinha. A mulher encheu um copo com água, rodeou pela mesa e me deu. Eu tomei rapidamente e num só gole. Ela me ofereceu mais e eu recusei. Quando veio pegar o copo de minhas mãos eu perguntei se poderia lhe desejar um feliz aniversário. A preta sorriu maliciosamente. Ela colocou o copo na mesa oferecendo em seguida os seus lábios. Encostei a Neguinha na parede e nos beijamos cheios de emoção. Tudo entre nós naquela casa começava sempre nessa lateral do banheiro, logo na entrada da sua cozinha. Parei por um segundo o beijo, e lembrei a ela do nosso plano antigo, se por acaso ele chegasse e nós estivéssemos fazendo amor em sua casa. Era assim: Ela deixaria a chave do portão sobre a mesa, correria rapidamente para fora antes do marido entrar. Chegaria apertando a barriga dizendo que estava passando mal, para ele levá-la urgente até a farmácia. Quando eles saíssem, eu pegaria a chave, abriria o portão e depois jogaria a chave num lugar combinado. Nunca precisamos usar esse plano, porque nesse tempo todo, nunca me pegou em sua casa.

Ficamos por alguns minutos encostados naquela parede nos beijando, nos esfregando e quase nos engolindo. A boca apetitosa da mulher parecia que iria me engolir. Eu a beijava e ia puxando com as pontas dos dedos o vestido da Neguinha. Quando o vestido estava todo levantado segurei bem forte as nádegas da mulher e esfregando ainda mais a mulher no meu pau. O membro duro parecia que ia explodir dentro das calças. Caí de joelhos, puxei o vestido da mulher para cima com rapidez, enfiei o meu rosto no meio das pernas da minha preta e comecei a lamber o sexo dela por sobre a calcinha mesmo. Ela puxou e segurou o vestido e ficou me olhando naquelas lambidas alucinadas. Puxei a beira da calcinha e lambi a beira da porta de entrada daquela boceta quente. Se quando eu cheguei ali eu estava suado, agora eu sentia o suor escorrer pela barriga e pelas minhas costas. A Neguinha sentia a minha língua lambendo a porta de entrada da sua vagina, e gemia descompassadamente sem dizer qualquer palavra. O som do gemido da mulher seguia num ahhhhh… – prolongado e extenso, que invadia por completo o silêncio da casa. O gemido sensual e em tonalidade grave da mulher me fazia o corpo arrepiar. A emoção tomava conta daquela mulher completamente, que vivendo todo aquele êxtase, levantou o vestido e o retirou num rápido impulso e movimento de braços. Nem me lembro se a Neguinha me falou por onde o seu marido andava. Nem me lembro se falou se ele estava por perto. Mas eu estava ali.

Levantei-me do chão, saí da posição em que eu estava, parei por segundos e fiquei a olhar e tudo aquilo, com o olhar cheio de tesão. Ela me perguntou se eu gostava… Ela me perguntou se estava tudo ainda do meu agrado… Deu um giro de trezentos e sessenta graus para eu olhar tudo. Eu só meneava com a cabeça afirmativamente. Até a minha fala estava engasgada pela emoção do instante. Eu fui para levar um presente e estava sendo presenteado. Abaixei, puxei os cadarços do tênis e os tirei. Chutei-os para um canto e desabotoei o cinto da minha calça. A minha Neguinha continuava calada. Depois pedi para que ela se virasse com as mãos apoiadas na parede e ficasse de costas para mim. Fiquei olhando aquela bunda linda dentro de uma calcinha pequena para o tamanho do produto. Se eu tirasse uma foto da Minha Neguinha, naquela posição, com as mãos espalmadas na parede, e aquele grande rabo arrebitado para trás, ninguém acreditaria que era uma mulher que completava 53 anos. Muita gente sempre dizia que ela tinha uns 35 anos. Apesar da idade, a mulher mantinha uma especial exuberância. Ela tinha que agradecer à genética.

Com a Neguinha encostada na parede, fui descendo a calcinha da mulher bem devagar, como se fosse um trabalho cirúrgico. A Neguinha linda fez questão de arrebitar aquela bunda toda para trás, de modo a ficar bem mais emocionante de se olhar. Parecia que naquela posição, com a bunda arrebitada as nádegas se mostravam maiores. Era um rabo perfeito e de se dar inveja para muitas mulheres. Comecei a lamber a nuca da Neguinha, fui descendo pela dorsal até divisa com as nádegas. Chegando nas nádegas, ajoelhei-me e passei a lamber o rabo da mulher. Ao sentir a quentura da minha língua, tirou uma das mãos da parede e abriu uma das polpas da bunda. Quando minha língua atingiu o cuzinho da Neguinha ela gemeu discretamente. Levantei-me num ímpeto, tirei a minha camiseta molhada de suor e joguei para qualquer lado. Virei a mulher com força, puxei o sutiã dela e quase rasgando ao tirar. Investi abocanhando os seus suculentos pares de seios. Até eu mesmo fiquei assustado de quase engolir os seus peitos, tamanho era o excesso de volúpia. Chupei os seios com muita força. Depois de alguns minutos naquela empolgação ela puxou minha cabeça e me beijou de maneira feroz. Estávamos no limite do nosso êxtase.

A Neguinha parecia não querer perder tempo. Abaixou-se, ficou de joelhos, colocou o meu pinto na boca e passou a chupar bem devagar enquanto fazia carinhos de leve em meu saco. Tirei a mão da Neguinha do meu pau, e comecei a me masturbar com meu pinto mais da metade dentro da boca da mulher. Masturbava-se com o pinto em sua boca, e deslumbrava-me olhando aquelas costas largas e as ancas da minha preta. Eu batia punheta por alguns segundos com meu pênis em sua boca da mulher e, de vez em quando eu tirava o pau e esfregava no rosto e no pescoço da bela princesa negra. Em alguns momentos a Neguinha chupava a cabeça do meu cacete bem forte, que parecia que pretendia arrancar. Depois de chupar e lamber, a mulher enfiou a cabeça por debaixo de mim, no meio das minhas pernas, como se fosse um mecânico e começou a lamber as bolas do meu saco e em algumas oportunidades passava a língua na portinha de entrada do meu ânus. Sentia meu o corpo enrijecer. Queria curvar o meu corpo para que ela lambesse ainda mais a minha bunda de fora a fora. Era uma sensação de emoção e leveza. A língua da Neguinha escorria saliva e meu pinto estava em momento de explosão. Eu sentia a sua língua macia tocando a base do meu pênis, as minhas bolas e se aventurando em lamber a entrada do meu cu. A Neguinha voltou a enfiar o meu pinto dentro da boca e passou a bater bem mais rápido. Parecia que ela queria ao ver, o meu líquido do amor explodir e se derramar em sua garganta. Tirei a mão da mulher do meu pau e fiquei fazendo o movimento somente com o meu corpo. Era o vai e vem do meu corpo, fazendo o meu cacete entrar e sair. Meu pau entrava e saia de dentro da boca quente da minha mulher. Algumas vezes ela prendia de leve o meu pênis com a boca, causando-me uma sensação maravilhosa de que eu poderia gozar imediatamente em sua boca e me derramar por completo em desejos. Estava difícil suportar a tortura, sabendo que o tempo era curto.

Tirei o meu pau da boca da Neguinha e dei minha mão para que ela se levantasse. Beijei a mulher saboreando aqueles lábios com toda ternura e ela correspondia esfregando o seu corpo quente em mim. Em seguida me ajoelhei e comecei a passar a língua na boceta da minha preta. Ela curvou o corpo para frente para que minha língua atingisse o seu clitóris. Ela balançava o corpo devagar com leves gemidos e palavras incompreensíveis. Assim ajoelhado, virei a Neguinha de costas e passei a lamber aquele rabo mais que perfeito e totalmente quente. Era tanta carne da mais deliciosa, que minha língua tinha dificuldade de chegar ao cuzinho da Neguinha. Ela para facilitar apoiou e colocou a parte de cima do tórax na parede, arrebitou a bunda para trás, e abriu com as duas mãos para que minha língua chegasse ao destino. Quando chegou no seu ânus, ela gemeu e abriu um pouco mais as pernas para sentir e se deleitar daquele instante de prazer. A bunda estava quente e perfeita. Eu lambia aquele rabo da mulher como um alucinado, vendo meu rosto se perder em êxtase no meio daquelas nádegas deliciosas. A saliva ia escorrendo até a entrada da vagina da Neguinha. Estava ela toda lambuzada de saliva da nossa emoção. Eu estava sendo presenteado de uma infinidade de emoções, justamente no dia do aniversário dessa mulher encantada da minha vida.

Levantei-me, pedi para que ela ficasse na posição que estava e comecei a tentar enfiar meu cacete na boceta da Neguinha assim por detrás. Quando sentimos que meu pênis entrou direto nós gememos juntos. A emoção para nós dois foi única com aquela enterrada forte que dei. Ela soltou as polpas das nádegas, fez apoio com as duas mãos espalmadas na parede e arrebitou ainda mais a bunda para mim. Meu pinto foi mais fundo, chegando quase no limite do infinito da mulher. Meu pênis foi bater lá dentro, e aquela carne toda da bunda balançava com os meus movimentos. Minhas coxas batiam na bunda achocolatada da Neguinha, numa visão estonteante. A cada estocada forte do meu pau naquela boceta quente, aquela sua bunda gigante e perfeita, balançava e tremia. Eu já estava alucinado de tesão. A mulher gemia em grunhidos de animal selvagem, empurrando a sua bunda contra o meu pênis que estava latejando e as bolas bastante doloridas. Ela arfava, respirava forte e ofegante, gemia em pequenas doses e resolveu delicadamente em tirar meu pau de dentro dela. Virou de frente, puxou uma das cadeiras, colocou um dos seus pés e pediu para eu chupar novamente. Claro que não perdi tempo em atender. Chupei, lambi, esfreguei e toquei no clitóris grande da mulher com as pontas dos meus dedos. Achava interessante a mulher ser negra e ter a pontinha do seu clitóris rosado e meio esbranquiçado. Ela jogava o corpo para frente toda tesuda e tomada de desejos ardentes. Ela estava tesuda, incontrolável e me deixando chupar como nunca havia feito. Sempre tive vontade de fazer a Neguinha gozar com minha boca.

Quando eu cheguei no portão casa da Neguinha eu estava suado. Agora, naquele momento, não era só o meu corpo que derramava suor. Era eu e ela. Entrei debaixo dela e chupei como um animal que avança feito louco sobre sua presa. Se eu pudesse morder e arrancar pedaços eu teria feito. Estávamos no clímax de um sentimento exclusivamente e particularmente nosso. Ele, mesmo sendo seu proprietário e o seu dono por direito, nunca poderia oferecer um presente tão especial para aquela incrível mulher naquele dia, como eu estava oferecendo para a Neguinha. Vivíamos a nossa emoção como dois adolescentes que descobrem o amor, a paixão e o desejo sexual, quando não tem ninguém em casa. Nenhum pedaço daquela emoção que eu oferecia a ela, poderia ser dado por ele na mesma intensidade. Ela gemia e se entregava. Ela sentia e me permitia sentir. Ela delirava e queria me ver sentindo e delirando, quando perguntava se eu estava gostando. Era impossível não viver, não sentir e não gostar de viver uma emoção e delírio como aquele que vivíamos.

A Neguinha tirou o pé da cadeira e me ajudou a levantar. Deu-me um beijo daqueles, mesmo eu estando com a boca toda lambuzada de chupar a sua boceta. Esfregou o meu pinto na entrada da sua vagina, em seguida pegou minha mão e me levou para a suíte do casal. Apesar de ser apavorante estar ali, eu até que estava tranquilo, porque ela sempre tinha o controle dos horários do marido. Assim entramos no quarto. A Neguinha pediu que me deitasse na cama e eu obedeci prontamente. Fiquei observando o mulherão se agachar sobre mim, ajeitou o meu pênis dentro de si, apoiou suas mãos no meu peito, e começou aquele balanço vagaroso de sobre e desce. A Neguinha tirou as mãos do meu peito, apoiou na cama. Foi deixando o meu pinto entrar bem no fundo do seu túnel de emoções. Parecia que o meu cacete iria abrir a Neguinha ao meio. Ela balançava e balançava aquele rabo descomunal, fazendo o pinto entrar e sair bem devagar. Em algumas vezes ela ia enterrando e tentando olhar o movimento da sua bunda sobre o meu membro. Eu me deliciava naquele sobe e desce do corpo da Neguinha sobre mim. Ela balançava e me olhava cheia de tesão. Eu gemia a cada enterrada profunda que meu pau dava nas profundezas da mulher. Eu queria muito poder gritar. Eu queria xingar aquela minha mulher de tantas obscenidades. Eu queria falar e declarar para ela de todo o meu amor. Queria que a mulher soubesse de tudo que eu sentia em estar com ela.

Depois de me fazer subir nas paredes por alguns longos minutos ela saiu de dentro de mim, virou o corpo e continuou agachada, mas agora de costas para mim. Pude admirar aquela bunda espetacular, que era digna de figurar na primeira capa de uma revista playboy. Puxei os dois travesseiros para debaixo da cabeça, para que pudesse ficar numa posição melhor, para olhar aquele movimento espetacular que a mulher me oferecia. Antes de pegar o meu pinto e colocar dentro da sua boceta, ela colocou parte do seu corpo sobre mim e ficou esfregando e friccionando a sua boceta na base do meu pau duro e que estava ficando com a cabeça bastante vermelha. Confesso que era tão incrível de ver aquelas costas largas, aquelas ancas largas, aquela bunda grande, subindo e descendo, num abrir e fechar das suas nádegas. Eu ficava mais louco. Eu ficava mais cheio de tesão. Estava cheio de apetite e com a saliva se derramando. Quando a bunda subia eu via o seu cuzinho se arreganhar e piscar de leve quando eu passava o meu polegar. A cada subida da bunda da Neguinha, eu molhava o meu polegar com saliva e esfregava no cuzinho da Neguinha. Eu tinha vontade de me levantar e colocar minha língua no rabo da mulher. Eu já queria abusar de todos os meus direitos naquele dia. Era impossível não ter outros tantos desejos com a mulher, quando via aquele rabo e o cuzinho piscando.

Eu suspirava e sentia o meu coração palpitar diante de tudo que a mulher me oferecia. Naquela posição mágica o cuzinho da mulher ficava mais delicioso e apetitoso. Por fim ela parou de se esfregar, agachou parada sobre mim e pediu para eu ajeitar meu pinto em sua boceta. Não demorou muito a Neguinha estava fazendo aquele movimento de vai e vem para que meu pinto entrasse e saísse da sua boceta. Era muito incrível tudo aquilo. Aquela era uma posição de causar delírios, principalmente quando eu via aquele caldo branco escorrendo pelo meu pênis e que saía da vagina da mulher. Eu não sabia se sentia prazer em observar o vai e vem da bunda da Neguinha ou as enterradas fortes que dava. Fazer amor numa situação de estresse assim desse tipo, estando na casa de alguém, estando na cama de outro alguém, faz com que o êxtase se acumule com grandeza. Estar vivendo a emoção do fazer amor com uma mulher sensacional, sabendo que o seu marido poderia chegar a qualquer momento, é algo que assusta e alucina, mas ao mesmo tempo traz a emoção no limite mais depressa. Não sei como consegui viver esta situação com a Neguinha durante tanto tempo assim. Ela ao mesmo tempo, nem parecia preocupada com a iminência do marido chegar a qualquer momento. Minha Neguinha estava comemorando o seu aniversário, e recebendo o seu maior presente diretamente oferecido por mim em sua cama. Não conseguia acreditar que justamente no dia do seu aniversário, ele deixou a sua mulher em casa só para meu prazer.

Fui exposto, seviciado e torturado por um bom tempo. A Neguinha então me pediu outra coisa. Que naquela posição que estávamos, eu puxasse uma de minhas pernas e passasse sobre a perna dela. Em seguida era para eu fazer a mesma coisa com a outra perna. De maneira que eu conseguisse ficar com as duas pernas para cima e, com meu pênis enterrado nela. Assim eu poderia balançar também o meu corpo, para enterrar meu cacete dentro da boceta dela. Assim, eu colocava as duas pernas para cima, balançava e curvava o tórax, e fazia movimentos empurrando meu pinto para dentro da mulher. Quando eu parava, era ela quem fazia movimentos para trás como uma cadela e, meu caralho invadia sua boceta quente. Era uma posição incrivelmente deliciosa, principalmente quando eu podia balançar meus quadris e enterrar tudo naquele monumento em forma de mulher. A posição era assim como se eu estivesse com as duas pernas para o ar, e ela viesse afastando, de costas e encaixasse a sua boceta no meu pênis. Eu podia ver e sentir meu pinto batendo bem fundo na mulher. Era como se atingisse as profundezas da sua alma. A Neguinha soltava gemidos totalmente incontroláveis a cada enterrada. Eu balançava meus quadris, impulsionava bem forte e o pênis entrava por inteiro dando uma sensação de prazer das mais completas. Eu me deslumbrava em poder ver a bunda gigante se abrindo e fechando a cada balançada e o meu pênis indo fundo, como se estivesse entrando no rabo da mulher. Ela gemia insistentemente parecendo que o seu limite havia chegado.

Em dado momento levantou-se, tomando um dos travesseiros, deitou-se ao meu lado e pediu pra eu entrar dentro dela. Foi me pedindo com aquela voz de veludo que me desejava dentro dela. Abri suas pernas, ajeitei O meu pinto em sua boceta. Antes que eu começasse a balançar ela sussurrando me pediu para vir com ela. Sempre que nós partíamos, para a fase final do nosso fazer amor ela entre gemidos e sussurros, falava ao meu ouvido para eu vir junto com ela. ––Goza comigo preto! ––Vem comigo preto! ––Quero que você venha junto comigo! Fui balançando devagar e olhando bem no fundo dos olhos dela, que se fechavam de mansinho. Logo aumentei a velocidade do meu corpo sobre a mulher, quando explodimos juntos em gozo, paixão, amor e tanta emoção. Chegamos juntos num êxtase mais que completo no dia do seu aniversário. Eu adorava ouvir o urro final daquela minha tigresa, quando ela explodia no limite e ápice de tanto tesão. Apertei meu corpo bem forte na mulher, para sentir que todas as infinitas gotas do meu desejo, jorrassem e se derramasse totalmente dentro da minha Neguinha. Ela sorria com aquele brilho nos olhos.

Dessa vez eu fui o primeiro a me levantar da cama, mas antes beijei a Neguinha em sinal de agradecimento. Ainda de pé, olhei aquele corpo lindo da minha Neguinha, que mais se parecia uma menina, uma adolescente, com aquela carinha a demonstrar o seu dever cumprido. Sabia que já tinha abusado das possibilidades do tempo e, seu marido poderia chegar. Para mim eu não via como normal, seu marido ficar fora de casa tanto tempo, ainda mais no dia do seu aniversário. Ela não disse nada sobre isso em momento algum, mesmo quando estávamos juntos na cama. Ela realmente deveria ter tudo sobre controle e possivelmente sabia que ele demoraria a chegar. Eu já tinha perdido a hora do trabalho, porque naquele dia entraria às dez e meia da manhã. Antes que eu fosse para a cozinha, pegar as minhas roupas que ficaram jogadas por lá, ela perguntou se eu queria me lavar, já estando parada na porta da suíte. Ela ligou o chuveiro, entrou debaixo do jato de água. Entrei no box e ofereci o meu pênis, que ela começou a lavar carinhosamente, do jeito que só ela sabia lavar. Depois de lavado ela abaixou-se, deu uma lambida e leve e um beijo delicado na cabeça do meu pau. Cheguei perto do seu rosto, beijei a sua boca, e saí, pegando a primeira toalha que vi pendurada. Era uma emoção diferente sentir, viver e estar com a Neguinha em seu quarto, como se fosse tudo meu.

Segui para a cozinha, e lá terminei de me enxugar. Peguei as minhas roupas e coloquei sobre a mesa. Ainda nu criei um pouco e coragem, andei alguns passos até o corredor para olhar lá fora à distância. Na beira da escada que dá para a edícula, fiquei olhando em direção à rua. Sabe aquela sensação de andar nu em um lugar proibido, numa casa que não lhe pertence? Saí do transe, vesti minhas roupas e quando voltei no quarto ela já estava dentro de outro vestido. Eu e a Neguinha nos beijamos no quarto diante do espelho e nos despedimos ainda em desejos. Ela pegou as chaves que estavam sobre a mesa, juntou sua saia e a calcinha que estavam jogadas pelo chão em um canto e saímos. No portão nos cumprimentamos com formalidade e saí para o lado esquerdo da sua rua. Depois de virar a esquina, fui andando lentamente, sem pressa, pensando em tudo aquilo que pude provar e viver com aquela mulher que conseguia me levar ao infinito e às estrelas. Confesso no meu infinito de desejo interior, que até gostaria de me deparar com ele e que me visse no meio do caminho, só para dizer a ele apenas com o olhar, que o presente mais que especial eu já havia ido entregar para a Neguinha. Mas durante o meu trajeto não o encontrei e segui meu destino com o coração cheio de tanto amor vivido naquela casa. Por volta de duas e meia da tarde, liguei para a Neguinha, para ver se me podia falar. Normalmente eu dava um toque no celular, se ela pudesse falar, logo retornava a ligação. O marido ainda não havia chegado. Conversamos um pouco sobre o nosso dia, mas depois que desliguei eu fiquei intrigado. Como podia o marido sair no dia do aniversário da mulher, as oito horas da manhã e, eram quase três da tarde, e não ter chegado em casa. Não dava para acreditar. Eu sei que aproveitei demais.

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FUI PEGAR DOAÇÕES DE ROUPAS EM SUA CASA – I

FUI PEGAR DOAÇÕES DE ROUPAS EM SUA CASA – I

FUI PEGAR DOAÇÕES DE ROUPAS EM SUA CASA – I Autoria: Val Theo Quase sempre, nos últimos tempos, havia uma crise séria de relação entre nós, por qualquer motivo ou por qualquer coisa que falássemos um para o outro. Tudo era motivo para guerra com essa mulher. A Neguinha, pouco estava me dando de oportunidades, […]

Era feriado do dia do funcionário público

Era feriado do dia do funcionário público

ERA FERIADO DO DIA DO FUNCIONÁRIO PÚBLICO (ELA FEZ MEU PAU CRESCER COM A BOCA) Autoria: Val Theo Naquele ano de 2014, foi definida a antecipação do feriado do Dia do Funcionário público para a segunda-feira. Muitas vezes eu ficava sabendo antecipadamente, se eles iriam viajar naquele feriadão prolongado. A Neguinha não quis mesmo me […]

O MARIDO FOI FAZER CAMINHADA NO CERET

O MARIDO FOI FAZER CAMINHADA NO CERET

O MARIDO FOI FAZER CAMINHADA NO CERET Autoria: Val Theodoro Devo confessar que as minhas idas na casa da Neguinha estavam cada vez difíceis. O marido havia saído do último emprego que estava trabalhando no Ipiranga na sua profissão de pantógrafo. Estava também em fase dos preparos da documentação para a aposentadoria e, estando em […]

Um acontecimento especial

Um acontecimento especial

UM ACONTECIMENTO ESPECIAL… QUANDO ELE FOI LEVAR A SOGRA EM JUNDIAÍ. Autoria: Val Theo Imaginem vocês, que as coisas entre nós aconteciam muitas vezes por mera casualidade ou intervenção do destino. Confesso, que sobre aquele dia, lembro-me muito bem, assim como se fosse hoje. Praticamente impossível de esquecer. Era um tempo em que além da […]

No quarto do casal havia uma poltrona

No quarto do casal havia uma poltrona

Autoria: Val Theo No quarto do casal, quando ainda moravam lá na casa da vila, na primeira casa que eles compraram, além de uma poltrona, também havia uma rachadura. Assim, resolvi escrever sobre o dia em que a filha comentou com o pai, que o amigo da mamãe havia entrado lá no quarto deles. Ele […]

Selma e o técnico de tv

Selma e o técnico de tv

Acordei com vontade de dar a bunda e chamei esse técnico de tv aqui em meu apartamento. Foi exatamente isso. Quando acordo com vontade de dar a bunda é algo incontrolável mesmo. Sinto o ânus suado, quente e piscando. E logo ainda na cama, ao acordar. Não sei explicar esse tesão que tenho na bunda. […]

Selma Recife com dois coroas do sertão

Selma Recife com dois coroas do sertão

Para ler e escutar Acho que ainda não falei de forma enfática, mas quero abordar isso agora. Sou viciada em machos e caralhos diferentes, todo Brasil sabe, pois desde 2007 faço filmes e fotos de minhas aventuras. Aliás, meu marido quem faz os filmes e fotos, pois é um corno manso, conformado e feliz. Gosto […]

Fui arrombada no mato e gostei!

Fui arrombada no mato e gostei!

Oi amores! Sou a estéfani tenho 19 anos, moro em Santa Catarina, vou contar o que aconteceu em 2015 quando tinha 14 anos. Os nomes de terceiros vão ser mudados para não comprometer ninguém, só o meu nome é verdadeiro. Sexta feira a noite eu e minha irmã estamos no quarto, minha irmã é a […]

Africano fode o cu da minha esposa na minha frente

Africano fode o cu da minha esposa na minha frente

Bom dia a todos. Podem me chamarem do que quiserem, pois não ligo. Se quiserem me julgar, tudo bem. Se acham errado, fodam-se. Ser corno conformado foi a melhor coisa que me aconteceu até hoje. Quem acha que estou errado, pode até em casa ter uma mulher puta e nem sabe. Ainda. Pense nisso. Ou […]

Fodendo a gostosa mulher do corno

Fodendo a gostosa mulher do corno

Vou contar uma situação que aconteceu comigo quando tinha 23 anos, gosto muito de ir para interiores pois adoro o campo e fui com um amigo para sul de minas em uma cidade pequena na casa de uns parentes dele passar um feriado. Chegando lá fomo recebidos muito bem pela sua tia e tio, nos […]

Como ela aguentou isso na bunda?

Como ela aguentou isso na bunda?

Eu bem que avisei a minha esposa, que esse negócio de querer caralho muito e grande na bunda podia lascar o ânus dela. Mas palavra de corno é mesmo que nada. Na verdade, a culpa é minha. Há quatro anos pedi para ser corno. Exatamente isso. Entrei na internet e procurei o nome Selmaclub. Foi […]

Anal com cinco machos Selma e amigas

Anal com cinco machos Selma e amigas

Vejam nessas fotos as 14 camisinhas usadas por amigos nossos nesses dias. E veja as fotos dessa minha bunda e de minhas amigas, aqui em minha casa, na praia de Porto de Galinhas. E adoro marcar nessa casa com novos amigos que fazemos diariamente, pelo nosso chat. Eu e amigas estamos todas as manhãs e […]

O corno tem nojo dessa bunda

O corno tem nojo dessa bunda

Quem já viu meus contos e aventuras, com muitas fotos e filmes arriscados, sabe o quanto sou maluco por bundas. Principalmente a de esposa de amigos meus. É algo incontrolável que sinto. Principalmente as mulheres lindas, com bundas grandes e que usam calcinhas e biquínis socado no meio do rabo. Cheiro de bunda de mulher […]

Selma com dois peões sujos e dotados, na cama

Selma com dois peões sujos e dotados, na cama

Bom dia a todos. O Brasil inteiro sabe o quanto sou uma casada chifradeira. E como gosto de machos jovens e dotados, principalmente trabalhadores braçais. E meu marido sabe de tudo, claro. É o maior corno manso e conformado que existe no Brasil. Sem sombras de dúvida. Desde 2007 pediu para ser corno e hoje […]

Contos eróticos – A chifradeira de Paulista PE

Contos eróticos – A chifradeira de Paulista PE

Esse conto é uma colaboração da amiga Selma de Recife MILHARES DE AMOSTRAS DE FILMES, MEUS E DE MINHAS AMIGAS. TUDO TOTALMENTE FREE. VEJAM COMO TEM CORNOS E ESPOSAS CHIFRADEIRAS NESSE BRASIL. ACESSE: https://bit.ly/selmarecife

Conto erótico Você me chamou de dissimulado

Conto erótico Você me chamou de dissimulado

VOCÊ ME CHAMOU DE DISSIMULADO Autoria: Val Theo. Sei que você vai aproveitar essa oportunidade solene, para mais uma vez vir me dizer que eu não preciso contar nada disso. Vai me dizer que eu não preciso falar sobre o assunto nós dois juntos. Vai me dizer que eu não preciso escrever e nem falar […]

Minha primeira vez com um negro

Minha primeira vez com um negro

Meu nome é Estéfani, tenho 19 anos, sou de origem alemã moro em Santa Catarina. Tenho um conto real aqui no site, como eu transei pela primeira vez e virei garota de programa. Agora vou contar como eu transei pela primeira vez com um negro ele era da cidade de Luanda da África. Os nomes […]

Sempre quis ser corno

Sempre quis ser corno

Olá meu nome é Josué e minha esposa se chama shirley, mesmo antes de conhecer ela já tinha o fetiche de ser corno , e só fui realizar essa fantasia depois de oito anos de casados, na cama sempre fomos bem loucos e fodemos em todas as posições possíveis, pois sempre estamos olhando filmes pornos […]

Como perdi meu cabaço

Como perdi meu cabaço

Como perdi meu cabaço Oi meus amores!. Meu nome é Estéfani, tenho 19 anos, sou de origem alemã, moro em Santa Catarina. Vou contar como iniciei minha vida sexual, e me tornei uma acompanhante de luxo, (garota de programa) os nomes de terceiros que irei citar são ficticios para não comprometer ninguém. Vamos voltar a […]

A primeira vez no swing

A primeira vez no swing

Olá, Neste conto eu vou falar da minha primeira vez em uma casa de swing,tudo começou quando eu vi um anuncio no site de relacionamento que teria uma noite trans em uma casa de swing, e como eu estava de boa nesta semana e com muita vontade de transar não pensei duas vezes e decidir […]

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