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FUI PEGAR DOAÇÕES DE ROUPAS EM SUA CASA – I

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FUI PEGAR DOAÇÕES DE ROUPAS EM SUA CASA – I
Autoria: Val Theo

Quase sempre, nos últimos tempos, havia uma crise séria de relação entre nós, por qualquer motivo ou por qualquer coisa que falássemos um para o outro. Tudo era motivo para guerra com essa mulher. A Neguinha, pouco estava me dando de oportunidades, para eu poder ir visitá-la em sua casa, como acontecia em muitas manhãs, antes dela sair de casa para trabalhar. Isso estava acontecendo entre nós desde que ela conseguiu transferência do ABC e começou a trabalhar na região central, bem próximo da Igreja da Sé. Foi nesse período que nós dois retomamos com toda empolgação a nossa história, que esteve em crise gravíssima por um longo período. Mesmo com riscos, eu sempre que podia conseguia que ela me recebesse de manhã em sua casa, antes da Neguinha ir para o emprego. Eu inventava qualquer pretexto, dizendo que estava resolvendo alguma coisa ali perto no seu bairro, e aproveitava para ir vê-la em sua casa. Agora o agravante era que o seu dono estava em casa, desempregado e preparando para conseguir a aposentadoria em definitivo. Mas como já aconteceu em algumas oportunidades, eu disse a ela que poderia arrumar um jeito de tirá-lo de casa numa manhã dessas. Disse para a Neguinha que precisava vê-la. Eu disse que ela era mulher e, sabia muito bem como inventar algo, que ele pudesse fazer para sir de casa de manhã. Ela poderia inventar algo, para que eu pudesse passar em sua casa, antes de ela sair para trabalhar. Mas ela sempre falava só em perigos.

Muito interessante, que nós dois passamos a nossa eternidade de relação, sempre diante de uma infinidade de tantos perigos. Esse era apenas mais um risco que surgiu. Certamente que era esperado um dia de acontecer essa loucura entre nós dois. Além disso, o seu marido estar em casa agora, muito próximo de se aposentar, para mim se tornava mais um detalhe em nosso relacionamento. Era um relacionamento longevo e que atravessava algumas décadas. Naquele momento eu vivia apenas e tão somente, de poder encontrar a Neguinha na condução e ficar me esfregando na mulher. Quando não era no ônibus ou no metrô, nós parávamos em alguma praça escura assim que ela saía do trabalho, e abusávamos do desejo. Pelo menos eu ainda tinha essa opção de esperar a Neguinha na saída do trabalho. Assim, muitas vezes podia me deleitar em poder tocar no seu corpo em alguma esquina, mesmo que fosse sobre a roupa.

Aconteceu inclusive, que num desses episódios de tanto desespero e vontade, cheguei a ir visitá-la em sua residência, mesmo sem a sua autorização. Foi num dia pela manhã, antes da Neguinha sair para o trabalho. Ela havia me revelado que depois que ele a levava para o serviço, ia fazer caminhada. Aos sábados ele também mantinha essa rotina de sair às oito da manhã para fazer caminhada. Até mesmo quando a Neguinha estava em casa de folga, ele mantinha essa rotina de sair cedo para a caminhada. Cheguei a ir verificar as suas rotinas de caminhada no Ceret. Precisava ter certeza. Consegui uma sequência de três dias de folgas no trabalho, então resolvi verificar. Aproveitei desses dias de folga, e mais ou menos no horário previsto, depois que o marido deixava a Neguinha no emprego, fiquei na porta principal do Ceret, para de longe acompanhar a sua rotina. Procurei um lugar que me desse vista do estacionamento geral, e fiquei no aguardo. Naquele tempo ele deixava a Neguinha na porta do trabalho, numa repartição na Zona Leste, mais ou menos dez minutos antes das dez. Depois ele lá ia ela para a sua rotina de caminhada. E não é que era verdade… Mais ou menos dez e meia o marido chegou para a sua caminhada rotineira. Fui lá por dois dias seguidos e percebi que fazia suas caminhadas e passava um bom tempo dentro do Ceret. Mas quando a Neguinha estava de folga, ele saía de casa para a caminhada às oito da manhã. A Neguinha me passava com detalhes, todo o histórico da situação, para não dar problema.

Justamente num desses encontros na rua em que abordei a Neguinha, quando fiquei sabendo que iria tirar folga no dia seguinte. Tentei convencer a Neguinha de tudo quanto é jeito em fugir comigo, para nos encontrarmos em algum lugar. Mas a Neguinha se mostrou irredutível. Fiquei na minha, e não disse nada, que sabia que iria tirar abonada. Insisti dizendo, que deveria inventar alguma coisa para seu marido. Dei até a ideia, para que dissesse que iria visitar alguma amiga, mas a Neguinha não queria mesmo correr riscos. Perguntei então, se haveria um jeito de inventar uma boa história, para quem sabe o seu dono pudesse sair de casa por algumas horas, para que eu fosse visitá-la de manhã cedo. E nada da Neguinha aceitar as minhas sugestões. Eu sei que qualquer mulher quando quer fazer alguma coisa de verdade, consegue inventar muitas histórias para um homem. Mesmo com tantos riscos, eu sei que a mulher tem capacidade. Você cansou de fazer isso com ele inúmeras vezes, e nós dois sabemos muito bem disso. Assim, minhas tentativas de passear com a mulher na sua folga não deu certo. Certeza mesmo eu tinha, que iria visitar minha Neguinha no dia seguinte.

Diante de tantas dificuldades criada pela Neguinha para o seu dia de folga, e mesmo com todos os riscos, decidi ir em sua casa no dia seguinte. Resolvi esperar num ponto estratégico, quando desse o horário que ele fosse sair para a caminhada. Eu fui ver a Neguinha em sua casa com a cara e a coragem. Eu já sabia que estaria de folga. Quando faltavam dez minutos para as oito horas, fiquei parado na ponta da sua rua, de onde poderia ver se havia movimentação e saída de carro da sua casa. Foi fatal! Aconteceu como o previsto. Tanto a Neguinha como o seu proprietário, são pessoas bastante previsíveis. Quando meu celular mostrava oito horas ele saiu. Não fui direto ao seu portão para não correr o risco de acontecer e ele voltar por qualquer motivo. Esperei ao menos uns quinze minutos, e depois lá fui eu correndo e alucinado, para matar as saudades que estava da minha Neguinha. Foi justamente nesse dia em sua casa, que falei para a Neguinha, que estava trabalhando como voluntário em uma associação que arrecadavam roupas, móveis e utensílios para pessoas necessitadas. A Neguinha disse que fazia tempo que precisava limpar seus armários e, iria separar algumas coisas. Assim que separasse algumas coisas, disse que falaria para eu ir buscar e doar na entidade. Fiz até um convite para que a Neguinha fosse um dia conhecer a entidade junto com o seu marido. Mas disse que preferia que a parte dela fosse somente as doações.

Depois desse dia que estive lá na sua folga, em que a Neguinha me falou das doações, não conseguia pensar em outra coisa, senão poder vê-la em sua casa novamente, quando pudesse buscar as doações. Parecia que essa coisa de poder fazer amor com a Neguinha em sua casa, mexia comigo. Sempre que podia eu perguntava sobre as doações. Queria saber se as coisas a serem doadas, se estavam separadas. Até que um dia enfim, ela me disse que eu poderia passar para pegar as roupas e outros materiais. Mencionou que tinha muita coisa separada. Disse que iria precisar de um carro, e que deveria ir no sábado pela manhã, assim que ele saísse para fazer a caminhada rotineira.

Confesso que eu achava interessante e causava estranheza por demais as atitudes daquela mulher. Tinha um pensamento, mas atitudes diferentes para cada situação. A Neguinha me dizia que não queria que eu “desrespeitasse” a sua casa, como fizemos muitas vezes. Comi a Neguinha na Casa da Joaquim, depois muitas e tantas vezes, na Casa anterior a essa que morava agora. E desde que compraram essa casa, eu também fazia amor com ela ali. A Neguinha fazia questão de dizer, que seria bom evitar fazermos amor em sua casa. Seria muito bom que evitássemos sermos vistos em sua casa, quando ela estivesse sozinha. Ela me dizia, que era para a gente não criar o hábito, de se encontrar e nem fazer amor em sua casa, como sempre aconteceu nas outras moradias suas. Mas a Neguinha findava por me passar informações precisas, de que o seu marido não estaria em casa a partir das oito horas. A Neguinha reafirmou que ele nunca deixava de fazer suas caminhadas todo dia. Também aproveitou para deixar claro, que eu não poderia passar das nove horas, porque a Celina (sua comadre), e até mesmo a cunhada dela, faziam limpeza em sua casa aos sábados. Deixou também acertado comigo, que quando eu chegasse em frente ao seu portão, que eu ligasse direto no celular dela. Não era para ligar no fixo, para não acordar a sua filha. Não era mesmo muito estranho suas atitudes? Tantas recomendações e informações não eram de estranhar? Eu estava indo aquele dia, apenas uma visita rápida, para pegar algumas doações. Eu sabia que a Neguinha era uma mulher muito precavida. Não entendia, por que tanta precaução assim? Não é mesmo? Era só a retirada de algumas doações.

No sábado combinado, pedi para entrar mais tarde no trabalho. Justamente naquele sábado, eu fui convocado para trabalhar. Por volta de sete e meia da manhã, eu já estava tomando café na Loja de Conveniência do Posto Ipiranga, perto do farol, próximo da casa da Neguinha. Fui de ônibus, mas se tivesse necessidade eu pegaria um taxi, como havia informado a ela. Depois de tomar o café parei numa praça grande abaixo da sua rua. Essa praça é aquela que agora tem alguns equipamentos de academia ao ar livre. Fiquei aguardando para que desse o horário para que ele saísse de casa. Assim que passasse alguns minutos das oito horas eu ligaria para a Neguinha, para saber se ele tinha saído, assim eu pegaria as doações separadas. Claro que eu não tinha ido somente com a intenção de pegar as doações. Eu tinha outras intenções com a Neguinha naquela manhã. Precisava aproveitar todas as possibilidades naquela manhã. Queria também roubar alguns beijos e tocar no corpo daquela mulher, se houvesse alguma chance. Olhei no celular que mostrava no visor oito horas e cinco minutos de um sábado que seria bastante ensolarado desde bem cedinho. Com os dedos trêmulos, eu disquei o número da Neguinha, que me atendeu logo de pronto, no primeiro toque. Foi me dizendo que eu podia ir rápido pegar as coisas, porque ele tinha saído bem mais cedo que do que de costume. Claro que a emoção tomou conta de todo o meu corpo imediatamente.

Atravessei a praça, apressei o passo e entrei na rua paralela abaixo da rua da casa da Neguinha. Nunca gostei de vir direto pela rua que a mulher morava. Ofegante eu entrei na rua da casa da Neguinha. Conforme combinamos, pra não fazermos barulho, ela já me esperava no portão e, com destaque para aquela sua cara de desconfiada, olhando para todo lado. Abriu o portão e a cumprimentei beijando seu rosto como de costume. Ela me pediu silêncio com gestos. A filha estava dormindo no quarto da frente. A Neguinha seguiu em passos de pluma em minha frente. Passou com extrema perícia entre os dois carros estacionados. A primeira coisa que observei, foi que a mulher vestia um vestido claro, um ou dois dedos abaixo do joelho. O vestido marcava aquele corpo formoso, delicado e lindo. Fui a seguindo em silêncio, mas deixando meu olhar se deleitar, como se fotografasse a beldade dentro daquele vestido.

Subimos a escada, sempre com os meus olhos delirando por aquele corpo. Chegando na edícula, ela me levou para um dos quartos onde estavam separadas e juntadas uma porção de roupas, sapatos e até mesmo uma cortina antiga. Eu sinceramente não estava mais interessado em olhar as doações. Eu sabia que as doações eu iria levar de qualquer jeito, mas naquele instante precisava de um beijo e do abraço da minha Neguinha. Falei que teria que levar em duas vezes, porque não consegui pegar o carro da minha filha. Ela disse tudo bem. Eu cheguei mais perto e apelei para um beijo de ímpeto e sem autorização, sem pedir licença. A mulher não resistiu, recebeu a minha boca num beijo amável. A Neguinha retribuiu ao beijo, mas foi logo dizendo entre sussurros, que a filha estava em casa. Saiu dos meus braços, e foi para a beira da escada conferir se não havia risco. Voltou e eu ataquei em novo beijo, mas agora enfiando minhas mãos por debaixo do vestido da mulher. Ela tentou fugir do impulso das minhas mãos, mas ao mesmo tempo se mostrou querendo ficar. A Neguinha mostrava um querer mais que necessário, quando coloquei minhas mãos no seu sexo sobre a calcinha. Já estava molhadinha. Eu não poderia deixar fugir aquela oportunidade. Tirei minhas mãos, deixei-a presa pelo meu corpo, encostada na parede perto da escada. Abri as minhas calças e tirei meu pau para fora e passei a esfregar na Neguinha com força no meio das suas pernas. Ela continuou na defensiva, em posição de quem não quer querendo, mas já ofegava. Mesmo sabendo dos riscos eu queria, eu precisava, eu insistia em querer. A Neguinha forçou um pouco como seu corpo e saiu dos meus braços. Parou apreensiva na beira da escada, voltou a verificar se havia riscos. Enquanto ela fazia essa ida de olhar a escada para ver o movimento em sua casa, eu ficava pensando em abusar e fazer mais loucuras com a minha Neguinha.

Quando a Neguinha voltou da sua inspeção, eu havia abaixado as minhas calças. Segurando a sua nuca, e forcei para que ela percebesse que eu queria que me chupasse. Quis até relutar, mas ao vê-lo bem duro, agachou e colocou a boca. Deu várias lambidas e chupadas bem gostosas. Chegou a ficar chupando por segundos somente a cabeça do meu cacete, como se estivesse sugando o bico de uma mamadeira. Tirou a boca, olhou para mim com olhos de piedade, dizendo que sua filha estava dormindo lá embaixo. Pensei em tirar toda a minha roupa e fazer loucura com aquela mulher ali, mas eu sabia dos riscos que existiam. Não podia brincar de sentir. Ela voltou a se levantar até com mais rapidez. Deu mais uma espiada lá para baixo. Voltou e eu a coloquei de costas. Numa ação bem ligeira, abaixei as suas calcinhas e enfiei meu pinto na sua boceta, assim por detrás. Fui preciso, para que não pudesse ter qualquer reação. Ela voltou a sussurrar que a sua filha estava em casa dormindo lá embaixo, mas não fez nenhuma ação para resistir às enterradas. Repetiu que a menina estava lá embaixo, mas arrebitava a bunda e abria as nádegas com uma das mãos. Dei várias enterradas naquela boceta da Neguinha, assim por detrás. Naquela altura dos desejos, não conseguia ouvir mais nada. Sentia tão somente o meu coração na boca. Eu só balançava, enfiava, gemia e enterrava bem fundo. A Neguinha me ajudava arrebitando a sua bela bunda, abrindo as nádegas, para permitir que o meu pau entrasse ainda mais fundo dentro do seu universo quente.

Realmente a nossa vida sempre foi marcada por grandes e inusitadas situações de loucuras e de tantos sentidos com alucinados desejos. Nossa história somente nos permitia situações extremas, como essa que se oferecia a mim, mesmo com a rapidez do instante que se consumava. Eu sabia que precisava sentir aquela mulher, da mesma maneira que precisava sentir o meu coração batendo e o sangue fervendo de emoção. Com todos os traumas, tantos riscos e perigos diversos, era necessário viver tudo aquilo sem pensar. Nunca consegui entender por que tudo aquilo de sentimentos invadiu a minha vida com tamanha expressividade. Sabia apenas que era loucura de fato, mas não podia me abster de viver aquela realidade em forma de utopia. Quantos homens nessa vida, têm o privilégio de viver um sentimento dessa grandeza, que apesar de envolver sexo e desejo, também envolvia a magia de sentir amor. Eu sabia e tinha toda certeza do mundo, que a minha relação com a Neguinha sempre envolveu o amor desde a primeira vez. Eu sabia que apesar dos nossos desencontros, que eu amava muito aquela mulher.

De repente a Neguinha se apartou de mim, pediu para eu pegar as coisas e ir embora. Ela ficou apreensiva, apavorada e transtornada com a iminência e possibilidades de sua menina subir. Ficou com receio da sua filha nos pegar naquelas condições. A sua filha poderia acordar ou até mesmo a Celina chegar mais cedo, e nós dois não teríamos como explicar, a minha presença em sua casa naquele horário. Disse ela com apreensão. Eu queria muito gozar e sentir aquele instante com minha mulher. Eu queria fazer a minha Neguinha gozar, mas ia realmente ser impossível, porque a Neguinha repentinamente ficou transtornada e irredutível. Para não criar um clima hostil e pior eu preferi não insistir. Contudo, devo confessar que fomos muito mais além do que pensei naquela manhã. Sentir aquele seu beijo delicioso, enquanto o seu dono fazia caminhadas, era um sonho para mim. Foi um grande presente, seu marido ir fazer caminhadas, enquanto pude receber a sua boca quente engolindo o meu pau. Meu caralho estava cheio de saudades da boca da minha Neguinha. Poder levantar o vestido da minha Neguinha e ver aquela bunda, com o meu pinto entrando e invadindo aquela doce morada, era mais que magnífico para mim. Mesmo tudo tendo acontecido em tão pouco tempo, eu pude aproveitar tanta emoção, como se fosse o limite da nossa eternidade. Tocar aquele corpo da minha Neguinha, com toda emoção que eu podia fazer, era como poder tocar os céus com as pontas dos dedos, em noite de seu limpo e claro.

A Neguinha vestiu a sua calcinha apressadamente, pediu para eu ver algumas coisas que estavam lá no quarto. Disse para eu ver o que pretendia levar para sair logo dali. Não pensei de forma alguma em contrariar a mulher. Diante da apreensão por parte dela, peguei as sacolas com algumas roupas, depois juntei em outras sacolas outras peças pequenas. Queria deixar que ficassem poucas coisas para a minha próxima viagem. Se a Neguinha me permitisse novamente ir ali, com mais uma viagem daria para pegar o restante das roupas e uma cortina grande que ficou para trás. Eu até poderia levar tudo de taxi, mas não disse nada, porque eu pretendia voltar, eu precisava voltar, eu queria muito tocar mais uma vez nessa mulher em sua casa. Guardei meu pênis e subi a calça que estava abaixada até o tornozelo. Pensei em mais um beijo, mas ela já estava próxima do primeiro degrau para descer e com aquela cara de angústia. Descemos as escadas devagar e em silêncio. Eu ainda olhava para aquela bunda que se balançava dentro do vestido. Descemos ainda mais silenciosos, do que quando cheguei. Eu estava com quatro sacolas cheias de roupas e alguns sapatos nas mãos para as supostas doações. Passei com dificuldade entre os carros. A Neguinha abriu o portão com olhar apreensivo. Eu agradeci em sussurro por tudo. Prometi que marcaria com ela na semana, sobre a possibilidade de buscar o restante no próximo sábado. Com destacada aflição no olhar, a Neguinha fechou o portão e eu segui o meu caminho. Ainda em estado de euforia, o pinto latejando, peguei um taxi na esquina da padaria. Fui embora carregando as sacolas e um punhado de emoções comigo.

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