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FUI PEGAR DOAÇÕES DE ROUPAS EM SUA CASA – PARTE II

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FUI PEGAR DOAÇÕES DE ROUPAS EM SUA CASA – PARTE II
Autoria: Val Theo
A Neguinha falava vez ou outra, quando tínhamos uma discussão de relação, que eu deveria respeitar a sua casa, contudo era a primeira a quebrar as regras, assim que eu chegava em sua casa. Naquele dia quando fui buscar essa última remessa de doações, além do vestido que marcava o seu corpo, notei que estava sem sutiã e sem a calcinha. Como controlar a emoção diante disso?
Neste sábado, em meu retorno à sua casa, para que eu pudesse pegar o restante das doações que havia ficado, claramente, eu me lembrei de suas recomendações, de que deveria evitar querer pensar em fazer amor com ela em sua casa. Nos últimos tempos a Neguinha começou a ter esse tipo de preocupação, dizendo que eu deveria respeitar sua casa. Esse era o texto que estava usando: ––Acho que você deveria pensar em respeitar a minha casa. A Neguinha falava, como se essa fosse uma obrigação exclusiva de minha parte. Não sei por que de uma hora para outra ficou assim. (A NEGUINHA FALAVA NOS ÚLTIMOS TEMPOS, QUE EU DEVERIA RESPEITAR A SUA CASA, CONTUDO ERA A PRIMEIRA A QUEBRAR AS REGRAS. LOGO QUE EU CHEGAVA EM SUA CASA PARA IR VÊ-LA, ELA ERA A PRIMEIRA A VIR PARA CIMA. NAQUELE DIA QUANDO FUI BUSCAR ESSA ÚLTIMA REMESSA DE DOAÇÕES, ALÉM DO VESTIDO QUE MARCAVA O SEU CORPO, NOTEI QUE A NEGUINHA ESTAVA SEM SUTIÃ E SEM A CALCINHA. COMO NÃO QUERER TOCAR A NEGUINHA…)))). Assim que a mulher começou a subir as escadas, notei que ela havia passado talco entre os vãos das coxas. Logo imaginei que era tudo para mim. A Neguinha fazia suas observações, mas quando eu chegava em sua casa, ela sempre tinha uma novidade especial para me oferecer. Aquele talco no vão das coxas e, estando sem calcinha e sem sutiã, não era de fato por acaso. A Neguinha falava um jeito e agia de outro.
Confesso, que achei muito estranho mesmo, essa coisa de a Neguinha querer me dar esse tipo de recomendação e, quando eu chego lá na casa dela para pegar aquelas últimas doações, ela aparece diante de mim desse jeito espetacular aos meus olhos. Quem aguenta? Mesmo que eu quisesse evitar seria humanamente impossível. Além disso, ela sempre aceitou e sempre foi consensual. Declaro que ver tudo aquilo diante de mim, daquele jeito delicioso e não tocar seria inadmissível. A Neguinha pensa que sou de ferro? Ela achava que era tão fácil assim para mim, ver um corpo incrível como aquele, e não querer tocar como homem? Eu sabia que havia toda espécie de risco estar com ela em sua casa, mas era quase impossível controlar o desejo em querer ter essa mulher em meus braços. A NEGUINHA SEMPRE FACILITAVA TUDO E PARECIA NÃO TER PREOCUPAÇÃO. Diante da sua tranquilidade, eu também não estava preocupado se o marido poderia voltar. Não estava preocupado com sua filha dormindo, ou se a Celina poderia chegar para a faxina que fazia aos sábados. Eu tinha que abraçar e viver toda aquela emoção, que surgia a mim num curto espaço de tempo. Eu vivia todos os meus sonhos por um momento com aquele monumento DE MULHER, apesar dos riscos. Eu vivia todos os meus sonhos na possibilidade de tocar aquela mulher com todo meu amor, mesmo ela sendo propriedade de outro. Eu vivia grande parte da minha vida, buscando ter um simples beijo ou em poder tocar nessa mulher, mesmo que fosse sempre uma última vez. Mesmo com todo e qualquer risco iminente, eu queria mais que tudo poder viver esse amor em minha vida, que ultrapassava algumas décadas.

Diante daquela visão mágica, abundante e deliciosa, tão logo chegamos ao final dos lances de escada, que davam para a casa de cima, eu já estava desabotoando a calça sem ela perceber. Acredito que se ela estava dentro daquele vestido, sem usar as roupas debaixo, alguma coisa iria me permitir. COM A NEGUINHA NENHUMA DE SUAS ATITUDES ERAM POR ACASO. Nem esperei que ela me levasse para o quarto DA EDÍCULA, para pegar o restante das DOAÇÕES SEPARADAS desde a semana anterior. Ali mesmo paramos. Ficamos encostados próximos da mureta no final dos degraus da escada, agarrei a Neguinha pela cintura, abaixei assim de supetão. Logo eu me coloquei agachado, como um louco de frente a ela. Numa rapidez felina, com as duas mãos eu subi o vestido da mulher e num impulso enfiei a minha boca no sexo dela. Estava raspadinha. Parecia que havia raspado na noite anterior. Eu até sentia, que a Neguinha raspou a boceta especialmente para aquele dia.

Comecei a lamber e chupar feito alucinado. Foi tudo muito rápido, que não dei tempo para que ela segurasse meu ímpeto animalesco. Sem pedir licença e sem falar nada, fiz minha boca avançar naquela iguaria. Ela forçava minha cabeça tentando me tirar dali sem dizer nada. Ela segurava e apertava minha cabeça, e eu insistia, investia furioso e enfiava ainda mais minha língua cheia de desejos. Aos poucos foi se deixando levar, curvando um pouco as ancas para frente, de maneira que minha língua atingisse o seu clitóris avantajado. Enquanto, eu de joelhos, chupava a minha preta, prendia fortemente a Neguinha pelas coxas. Não podia deixar aquela deusa escapar do meu domínio. Eu chupava aquela boceta e ao mesmo tempo, ia abrindo o zíper da calça com uma das mãos. O rosto enfiado na boceta da Neguinha, e com a outra mão, segurava firme em uma de suas coxas. Minha língua salivava e escorria pelas virilhas da mulher.
De repente, num impulso bem ligeiro, fiquei de pé e já fui enfiando meu pau duro dentro da sua vagina molhada e quente. A coisa estava tão quente e lubrificada pela minha língua, que aquele bocetão me recebeu numa enterrada firme e certeira. Ela até que queria me impedir. A Neguinha fez menção de me empurrar e impelir com uma das mãos, mas parecia já não ter forças, diante do tesão. Notei que até que tentou de forma discreta, mas depois que sentiu o pinto inteiro e duro dentro de si, resmungou se deliciando, dizendo que eu era louco, com a voz pastosa e entre sussurros. Tudo isso foi acontecendo numa rapidez e lapso de tempo. Eu subi para a edícula sem saber decerto, se alguma coisa iria dar certo naquele sábado. Aquela edícula era lugar, onde já havia morado a mãe da Neguinha por algum tempo, um irmão alcoólatra e até o seu filho mais velho. Agora, naquele instante, era o lugar onde estávamos vivendo a loucura de nossa emoção, num encontro rápido de dois amantes cheios de desejos.
A Neguinha continuou sentindo as minhas estocadas fortes, enquanto sussurrava emocionada. Dei quatro ou cinco enterradas bem fortes balançando meu corpo, entrando bem fundo na mulher e depois tirei meu pinto. Nesse instante a Neguinha saiu dos meus braços rapidamente, indo fazer e repetir aquela cena tão ridícula e desnecessária, de conferir e olhar se vinha alguém lá de baixo. No sábado anterior quer estive lá, a Neguinha fez a mesma coisa diversas vezes, quando estávamos fazendo amor lá na edícula. Eu dei alguns passos para perto da mureta da lavanderia, onde havia alguns vasos de plantas, outros vasos e um balde no chão. Peguei um dos vasos que estava na mureta e coloquei no chão que estava cheio de pó. Antes de colocar o vaso ao chão, tive que desviar de duas camisetas listradas do marido da Neguinha, que estavam no varal, uma nas cores gola azul bem marinho (ou preta), vermelho; a mesma cor da gola; branca e vermelho. A outra camiseta era cinza claro de listras bem finas. A sujeira no chão não aparecia tanto, porque o piso era de cor marrom, parecendo pedaços de placas de chocolate e a parede da edícula amarela. Depois de ajeitar o pequeno vaso perto de outros dois vasos maiores no chão, abri o cinto da calça, deixando o meu cacete mais livre, para facilitar a nossa loucura daquela manhã. Esperei a Neguinha voltar da vistoria.
A mulher toda se fazendo de angustiada, de mulher séria, recatada e apreensiva, voltou da sua vistoria em minha direção, jogou-se em meus braços sem dizer nada. Encostei a Neguinha na mureta da lavanderia e, beijei-a delicadamente. Logo fui colocando novamente o meu pinto ereto no meio das suas pernas. Com uma de suas mãos, dessa vez foi a Neguinha que ajeitou o meu pênis para que entrasse em seu túnel de emoções. Enquanto eu enterrava dentro da mulher, agora bem calmamente, ela sussurrava gostoso perto do meu ouvido, dizendo que aquilo era loucura e balançava seu corpo quente junto comigo, queimando e fervendo ainda mais em desejos. Eu forçava e balançava mais empolgado e a beijava cheio de emoção. Ela repetia em sussurros que me amava e que me desejava: ––Eu te amo preto… Com aquela voz grave e aveluda, repetia: ––Eu te amo (…), e falou o meu nome. Gosto tanto de ser tocada por você, meu preto! Eu adorava fazer amor com minha Neguinha, quando ela sussurrava o meu nome dizendo que eu era gostoso e que me amava. Também gostava quando ela me chamava de “preto”, porque eu sabia que era assim que ela tratava o seu marido. ––Entra dentro de mim… Põe ele todinho dentro de mim… Eu no ápice da empolgação, balançava meu corpo enterrando tudo bem fundo na Neguinha.
Depois de várias enterradas bem fundo, virei a Neguinha de costas. Deixei-a se apoiando no vão da mureta, de onde eu havia tirado o vaso. Pedi para ela colocar as duas mãos na parede, para se apoiar. A Neguinha me atendia sem dizer nada. Apenas arfava forte e ofegante. Levantei o vestido da Neguinha e passei um rápido olhar naquela bunda cor de chocolate brilhante. Aquela bunda bastante arrebitada, estava sendo oferecida todinha para meu delírio. Eu aprendi a adorar aquela bunda da Neguinha com a paixão mais inexplicável. Era uma pena, porque eu não podia perder muito tempo apreciando aquela beleza toda, por conta do tempo, das horas e da possibilidade de a Celina chegar, pois a comadre estava fazendo faxina em sua casa aos sábados. Também havia o risco da sua menina acordar ou do seu marido voltar de repente da caminhada. Tudo em nós nos últimos tempos sempre fora somente desejo e loucura, por conta dos contratempos. Encaixei e coloquei meu pinto na bocetinha quente, assim por detrás, tendo ela com as mãos espalmadas na parede. Conhecendo o caminho daquele paraíso, meu pau entrou fundo de uma vez. Senti o buraco da vagina da Neguinha mais quente ainda. TUDO ALI ERA MEU NAQUELE INSTANTE. A minha deliciosa mulher estava definitivamente molhadinha e quente. Meu cacete fez o trajeto para dentro do vulcão quente num único voo. Entrei e vibrei gostoso e com tamanha emoção, que o gemido saiu mais alto que o normal. EU ESTOCAVA FUNDO E JÁ IMAGINAVA SEU HOMEM OU SUA MENINA SUBINDO AQUELAS ESCADAS E NOS VENDO ALI NAQUELA SITUAÇÃO. Mas nada podia roubar essa torrente de emoções que nos pertencia. Muitas vezes eu sonhava com o marido nos surpreendendo naquelas situações. Mas eu comia a Neguinha em sua casa, a mais de vinte e cinco anos, e seu marido nunca percebeu nada entre nós. Vivemos emoções das mais especiais ali.

Depois de provar algumas enterradas bem profundas, mais uma vez, com perícia e leveza, ela rapidamente se desvencilhou da nossa loucura de desejos. Abaixou e ajeitou o seu vestido que estava quase na cabeça, respirou fundo, agoniada, e foi de novo na beira da escada observar. Queria passar mais uma vez o olhar, verificar para ter certeza, se não havia movimentação lá na casa de baixo onde sua filha dormia. Aproveitei esse momento, enquanto ela estava de costas para mim, e num ato de loucura maior desci as calças, e sentei-me no sofá que estava ali na entrada da edícula. Deixei o meu pau em riste e quando ela voltou, pedi que a Neguinha se sentasse de costas no meu membro, que já cuspia fogo. Queria enterrar dentro dela, olhando aquela bunda. Queria penetrá-la sentado naquela posição ali no sofá da edícula. A Neguinha, logo ao se virar, e me ver sentado no sofá, com as minhas calças abaixadas, ficou totalmente apavorada e descontrolada. Parou perto da escada e se recusou em vir se sentar no meu caralho. Num apavoramento, voltou rapidamente mais uma vez, para observar o movimento na beira da escada. De imediato, sussurrando, falando bem baixinho, eu implorei que se sentasse rápido no meu pau, e desse algumas balançadas. Queria ter o prazer de ver aquela bunda balançando sobre mim, com meu pau entrando e saindo, do jeito que eu gostava de apreciar em ver a mulher. Eu estava na febre da loucura, e não me preocupava mais com nada.
Perto da escada, a Neguinha fazia gestos apavorada, mostrando que alguém poderia subir de repente. Senti que ela perdeu a linha e ficou descompensada. Eu falava bem baixinho e olhava dentro dos olhos dela, que permanecia parada próxima dos últimos degraus da escada. Falei que era para ela sentar bem rapidinho. Ela insistia em repetir bem baixinho que era perigoso. Não faz isso, dizia ela toda apavorada… Por favor, não faz isso comigo aqui… (Falou mais apavorada ainda…). A Neguinha fez menção de que iria descer e me deixar ali. Disse-me que não era para fazer aquilo com ela. No fundo eu queria mesmo era deitar a mulher no sofá e tentar chegar ao gozo com ela, deitados naquele sofá. Eu já não estava mais preocupado com riscos e perigos, porque queria muito sentir aquela mulher em meus braços. Queria muito poder viver aquilo tudo de emoções que explodia em mim. Eu estava em estado de total loucura e não queria me abster daquela emoção única. Mesmo com riscos, eu queria muito.
Desde a semana passada, que eu havia visto o sofá, eu planejei em minha casa sobre a possibilidade de me deitar com ela ali, na próxima vez que estivesse com a Neguinha em sua casa. Fiz amor com aquela mulher nessa casa e em outras casas, de diversas maneiras, mas sempre tem uma emoção nova que a gente quer provar. Eu queria gozar com a neguinha naquele sofá. Pretendia fazer amor com ela completamente presa em meus braços. Eu estava alucinado de tanta vontade de gozar. Estava bastante decidido em não sair dali sem gozar dentro daquele monumento que me pertencia. Meu caralho fervia e as bolas do saco doíam com tanta pressão. Tentei puxá-la pela cintura, mas ela me impeliu com veemência. Tentei novamente, puxando a Neguinha e levantando seu vestido, mas ela começou a ficar ainda mais apavorada com aquela minha insistência e coragem repentina. A mulher me chamou louco por duas ou três vezes. ––Você está louco, tem gente em casa… A Neguinha repetia: ––Minha menina está no quarto dela dormindo, ela pode acordar a qualquer momento. No seu pavor, a Neguinha ficou parada um ou dois passos perto do ponto de descer a escada.
Levantei-me e fui para cima dela, segurando as calças para não cair. Já que não havia conseguido levar a Neguinha para o sofá, queria tentar e continuar enterrando nela mesmo de pé, do jeito que estávamos fazendo. Tinha que terminar e derramar todo esse desejo. Mas a Neguinha agora estava irredutível diante da minha insistência. Disse que o marido poderia chegar de repente ou a menina acordar, subir e nos surpreender ali. Lembrou-me também que a Celina estava vindo fazer limpeza em sua casa. Passou a ficar arredia repentinamente e impassível. Encostei a preta na parede, prendendo-a pela cintura, esfregando meu pau duro em suas coxas. Segurei a Neguinha fortemente pela cintura, e tentei penetrá-la de costas, do jeito que estava fazendo antes. Precisava sentir o meu cacete explodindo em gozo dentro da mulher. Eu sabia que não poderia tentar fazer com ela na forçada porque a Neguinha poderia ficar brava comigo. A Neguinha sem mais nem menos, ficou irredutível e mostrou que não iria mais deixar entrar dentro dela por conta dos riscos. No fundo eu sabia bem, que era melhor não fechar a porta. Se tentasse forçar a barra, não teria mais chance com ela em outra oportunidade. Pensei melhor e decidi deixar ser como ela quisesse. Fingi que estava tudo bem e que aceitava sua decisão. Deixei que ela tomasse conta da situação, mas continuei pedindo delicadamente para ela.
Beijei-a com bastante delicadeza e respeito, pedi desculpas e fingi aceitar sua posição. Mais uma vez, aos sussurros, ela disse que havia muito risco, porque a Celina viria fazer limpeza. Voltou a repetir que a sua menina poderia acordar e subir a qualquer momento. A Neguinha pediu para eu guardar o meu pinto que ainda estava fora da braguilha da calça, bem duro e apontando decidido em direção do corpo da mulher. Segurei bem forte no meu pau e mostrei para a Neguinha. Pensei em pedir que ela deixasse eu me masturbar olhando para ela. Eu não queria ir embora assim sem gozar ou sem sentir. Queria muito era guardar meu pau dentro da bocetinha molhada da minha mulher. Meu pau estava pingando em emoções, com loucuras e desejos, precisando explodir. O saco já estava bastante dolorido. Porém, eu acho que aquela coisa de sentar-me no sofá, forçando a situação com ela, foi um balde de água fria no desejo da mulher. Ela estava tão fácil e toda delicada em minhas mãos e, eu estraguei tudo.
Ela foi indo em direção do quarto da edícula e, insistiu para eu pegar as sacolas que estavam separadas com as coisas seriam doadas. Tudo estava separado em sacolas, lá dentro do quarto que um dia foi da sua mãe, do irmão e do seu filho mais velho. Fui atrás dela, seguindo-a em direção ao quarto onde estavam as sacolas com as doações, e sempre olhando-a com desejos. Subi as calças, fechei o cinto, mas fui caminhando e mantendo o meu pau para fora com o zíper aberto. Queria tentar ver se ainda teria mais alguma chance. Tentei dar uma pequena trégua para ela, até que se acalmasse da minha insistência. Lá no quarto, onde estavam quatro sacolas bem cheias, com as doações, ainda tentei fazer com que ela me deixasse colocar meu pau mais uma vez dentro dela. Falei para Neguinha que eu queria e precisava gozar dentro dela. Eu estava no limite, quase gozando. Eu não queria sair dali naquela manhã, sem gozar e sentir prazer com a minha Neguinha. Pedi para a mulher ir lá na beira da escada mais uma vez, para ver se não vinha ninguém e podermos terminar a nossa loucura. Dessa vez, fui eu que pedi que fosse olhar o movimento. Eu procurava um jeito de não sair da casa da Neguinha, sem comer aquela boceta fervente e deliciosa.

Não teve jeito. Ficou totalmente irredutível. Pediu várias vezes, com insistência, para que eu não forçasse a barra: ––Por guarde esse pinto. Vamos tentar marcar para outro dia. Eu sabia que ela estava tentando me enrolar. Tentei levantar mais uma vez o vestido da Neguinha, só para olhar aquela mulher deliciosa. Tentei chegar perto da mulher e esfregar meu pinto nela, mas foi em vão. Pedi para ela se ajoelhar e dar só uma chupada, mas estava irrequieta e transtornada. Ela não queria mais continuar. Resolvi então guardar meu pênis e tentei convencê-la a mais um beijo. Quem sabe com mais um beijo eu a levasse para a parede onde estávamos e começaríamos tudo de novo. Eu precisava somente de mais uma chance, para conseguir comer a Neguinha. Ela saiu em passos rápidos do quarto e, foi mais uma vez olhar como estava o movimento na casa de baixo, para que eu pudesse ir embora. Ficou observando alguns segundos da beira da escada. Voltou e em seguida pediu que eu pegasse as sacolas com as coisas, antes que seu marido ou a Celina pudessem chegar e me ver com ela em sua casa. Dessa vez a Neguinha não me permitiu nem mesmo mais um beijo.
A Neguinha foi descendo em minha frente e eu olhando aquele corpo, aquele rabo mais que magnífico e, aquela bunda majestosa, aquela cintura delicada, aquelas suas formas tão envolventes e encantadoras. O desejo me dominava, porque eu sabia que ela estava sem calcinha. Minava saliva da minha boca de tanta vontade de terminar aquele desejo, e me derramar dentro da boceta daquela mulher. Pensei em pegá-la ali mesmo a força. Pensei em encostar a preta na parede e matar todo meu desejo. Pensei em pedir e chamar a mulher para irmos para dentro do seu quarto, que ela fechasse a porta e a gente terminasse aquela nossa agonia, mesmo com riscos. Mas sempre fui uma pessoa muito elegante e consciente em nossa relação. Aceitei com resignação. Sentia o saco doer e latejar. Fomos saindo, passei com dificuldades entre os dois carros na garagem, um Peugeot e um Toyota, que atrapalhava passar com as sacolas sem fazer ruídos. A Neguinha abriu o portão segurando a corrente, para não fazer ruído. A corrente era presa com um cadeado. Fixou o olhar mais uma vez para os dois lados da sua rua, para ver se ninguém nos espreitava. Agradeci as doações e fui saindo olhando para trás vendo a mulher passando entre os veículos. Pensei voltar, insistir e implorar, mas achei besteira. Agora só precisava arrumar um lugar para doar aquelas roupas usadas, cortinas usadas, sapatos e outros objetos. Afinal, inventar essa história de recolher e pegar doações, foi o que tive que arrumar para estar mais uma vez fazendo amor com a Neguinha em sua casa. Tudo uma grande loucura, mas muito bom.

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