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MINHA NEGUINHA E EU, NOSSO PRIMEIRO BANHO JUNTOS

em Contos eróticos com fotos

Autoria: Val Theo

Aquele foi o nosso primeiro banho… Aquele foi o primeiro banho que nós dois tomamos juntos, no banheiro da casa da Neguinha. Foi numa semana que a Neguinha me contou, que ela e o marido estavam brigados, por causa do filho que se envolveu com bebidas e, estava dando trabalho. A Neguinha me contou que já estava a uma semana sem fazer amor com o marido. Aquilo era tudo que eu precisava ouvir. Eu estava ali para resolver.

Cheguei no bairro naquela sexta-feira, bem antes da Neguinha sair para levar a menina para a escola. Fiquei das 13:15 até 13:40 e ela não apareceu. Quando a Neguinha se atrasava, o máximo que passava por ali, para levar a sua menina para a escola, era em torno de 13:30hs, que era o horário da filha entrar na escola. Normalmente às 13:30hs a Neguinha já estaria voltando da escola onde deixava a menina. Das duas uma: Ou o marido da Neguinha estava em casa, então decidiu não levar a menina para a escola. Agora eu teria que ir até lá para ver se a mulher estava. Assim, cheio de preocupação e ansiedade, fui em passos rápido em direção da casa da mulher. Esperava não encontrar nenhuma vizinha na rua para atrapalhar. Pelo menos essa foi a primeira vitória conquistada, porque assim que entrei na rua, estava tudo calmo. Fiquei mais empolgado e emocionado, quando não vi o carro do marido na garagem. Só não dei pulos de alegria, porque ainda haveria o risco de que a mãe da Neguinha pudesse estar em casa. Como eu tinha controle dos horários da escola da menina, que estudava de tarde, assim como o seu filho mais velho. O único problema que eu tinha, era que a mãe da Neguinha que morava em sua casa. Vez ou outra a mãe da Neguinha, ficava por algumas semanas na casa de outra filha que morava na Cidade de Jundiaí. A partir daí, eu conseguia reinar absoluto dentro daquela casa. Podia fazer amor com a minha Neguinha sempre que podia, porque tinha controle sobre as pessoas. Além disso, sabia dos horários do seu marido, porque a Neguinha sempre me informava os horários que o homem poderia chegar.

Ainda em clima de êxtase e empolgação toquei a campainha. Aquele sorriso largo e deslumbrante da Neguinha ao me ver no portão, denunciava que estava só. Entrou rapidamente, pegou as chaves e veio abrir o portão. Antes de abrir, deu aquela olhada para a casa da Celina. Abriu e falou: –– Lembrou dessa sua simples mortal do lado de cá? Conseguiu lembrar de mim hoje? Eu entrei sem dizer nada, dei dois beijinhos no rosto da Neguinha e fomos seguindo em direção à porta da cozinha. Assim que cruzamos a divisa da entrada da cozinha, fomos um para cima do outro num beijo frenético. Sabe aqueles beijos que você gruda na boca da pessoa, e parece que nunca mais vai conseguir soltar. A Neguinha me beijava e, apertava bem forte as polpas da minha bunda. Com nossas bocas grudadas naquele beijo maravilhoso, fui caminhando e levando a mulher até bem perto da mesa. Tão logo a mulher encostou a bunda na mesa, eu soltei do beijo, ajoelhei-me diante dela, enfiei minha cabeça debaixo do vestido e comecei a lamber a boceta da Neguinha por cima da calcinha. Parecia que eu tentava fazer a minha língua ultrapassar o tecido da calcinha da Neguinha. A Neguinha nesse momento se ajeitou na quina da mesa, rapidamente puxei sua calcinha um pouco abaixo da boceta. Assim que avistei o meu objeto de desejo se derramando de emoção, dei mais algumas lambidas bem forte. O líquido já estava jorrando daquela boceta grande. A Neguinha gemia bem alto. ––Chupa gostoso! Chupa sua pretinha! Chupa, que estou morrendo de vontade de você.

Acho que fiquei naquela posição chupando a Neguinha, por pelo menos uns vinte minutos. Senti até a minha língua dar cãibra. Depois de uma imensidão de chupadas e gemidos da mulher, a Neguinha me ajudou a levantar, e logo se agachou. Começou a desabotoar a minha calça. A Neguinha me ajudou a tirar o meu tênis, depois a minha calça. Foi abaixando a minha cueca com bastante calma. O meu pau ficou roçando no rosto da Neguinha, enquanto a mulher tirava a minha cueca. ––Não pensa que é só você que tem direito de chupar. Falou com aquela voz aveludada, e segurando forte o meu pinto. Terminou de falar e começou a lamber e chupar com muita força a cabeça do meu pau. Eu era chupado deliciosamente pela boca quente da Neguinha. Depois de chupar e tentar engolir o meu membro duro, ela estendeu a mão para se levantar. Nos beijamos rapidamente, e logo começou a tirar a sua roupa. Eu só olhava a lindíssima mulher. Estendeu-me a mão novamente, mas dessa vez para me levar para o seu quarto. Não deu nem tempo para as preliminares na cama do casal. A Neguinha foi abrindo as pernas e dizendo: ––Entra logo inteiro dentro de mim. Faz mais de uma semana que não faço amor. Eu fui rapidamente e gozamos juntos com toda emoção. Ficamos alguns minutos deitados depois do amor. Ela como sempre fazia, acendeu um cigarro depois de fazer amor comigo. Ali mesmo, deitados na cama ela me contou, que estavam brigados. Contou-me quee fazia mais de dez dias que não fazia amor com seu marido. Imaginem como fiquei feliz, em ser responsável em matar os desejos da minha Neguinha. Quando a Neguinha viu que o líquido viscoso começou a vazar e escorrer entre as suas coxas, a mulher se levantou rapidamente e me chamou para irmos rápido para o banheiro. Antes de sair do quarto do casal, mostrou-me com um belo sorriso, o sêmen escorrendo, descendo lentamente grosso e viscoso.

Enquanto a Neguinha abria o chuveiro, eu fiquei olhando aquele corpo lindo. A Neguinha estendeu a mão, chamando-me para tomar banho com ela. No primeiro minuto pensei em não ir. Mas estávamos sós, a menina na casa da tia com a avó, e o seu filho mais velho que tinha problemas com bebidas, só chegava da escola depois das dezoito horas. Assim decidi aceitar o convite e entrar. Seria aquela a minha primeira vez a tomar banho com a Neguinha. A mulher me abraçou, demos um beijo rápido debaixo do chuveiro, e em silêncio ela começou a lavar o meu pênis. Fazia com tanta delicadeza, como se fosse um trabalho artístico. Depois foi a minha vez da lavar a Neguinha. Ela me deu o sabonete, pedi para que ela ficasse de costas. Comecei a passar o sabonete nas costas da mulher, massageando bem de leve. Quando cheguei na região da cintura, ela arrebitou aquele cuzão. Arrebitou o rabão, e eu comecei a passar o sabonete e as pontas dos dedos. ––Para de ser atrevido menino. Mesmo assim, não parei de passar o sabonete, e com a pele ensaboada da mulher, fiquei massageando o cuzinho da Neguinha. Aquele foi o nosso primeiro banho. Foi a primeira vez que nós dois ficamos juntos debaixo do chuveiro em sua casa. Ela com o grande e magnífico rabo arrebitado para trás, e eu tocando com as pontas dos dedos e, massageando o ânus da minha Neguinha. Nós dois já estávamos quentes de novo, com as nossas brincadeirinhas debaixo do chuveiro.

Entramos no clima do segundo momento rapidamente. A Neguinha desligou o chuveiro, agachou ali mesmo dentro do espaço do banho, pegou o meu pinto e colocou na boca. O bichinho rapidamente deu sinal de vida, e a Neguinha passou a dar aquelas chupadas fortes na cabeça do meu pinto, deixando-o bem vermelhinho. Eu de pé, olhava aquela mulher me tocando como se eu fosse seu banquete predileto. Tirou o meu pinto da sua boca e passou no rosto. Primeiro passou em uma face e depois na outra. Antes de dar mais uma chupada daquelas de tirar o fôlego, ela me olhou com os olhos negros brilhantes. Essa última chupada do dia, ela parecia que ia engolir meu pinto todo. Segurava com as duas mãos e, depois tentava enfiar meu pinto goela adentro. Eu só gemia sôfrego. Eu gemia sem dizer nada. Já sentia que meu cacete iria explodir dentro da bocarra da mulher. Eu sentia a boca da Neguinha ferver. A mulher chupava e soltava grunhidos, como se fosse uma cadela alucinada no cio. Parou de chupar meu cacete por alguns instantes e, ficou a contemplar, mas segurando o mastro bem forte, como se estivesse medindo aquele objeto do seu desejo. Ficou assim por segundos, até que estendeu a mão para eu ajudá-la a se levantar.

Saímos do banheiro, a Neguinha foi em direção à mesa. Pegou as coisas que estavam sobre a mesa, colocou no armário ao lado. Deitou-se na mesa, abriu as pernas e pediu para que eu a chupasse. Enfiei meu rosto no meio das pernas da Neguinha, e ataquei o seu sexo, como se fosse o meu alimento. Chupei forte e gostoso, como se fosse um suíno chafurdando. Eu chupava e gemia ao mesmo tempo. A Neguinha vendo a minha empolgação começou a sussurrar: ––Chupa bem gostoso meu menino, a sua preta! Chupa bem gostoso, que sou toda sua! Quero sentir essa língua a me invadir. Quero que a sua boca me engula. Chupa a sua preta! Chupa a sua pretinha, meu menino! Eu chupava como louco, ouvindo o som rouco, grave e aveludado da minha Neguinha, que se deleitava. Parei de chupar por instantes, coloquei meu dedo médio em seu clitóris entre rosa e avermelhado e passei a fazer movimentos circulares e bem rápidos. A mulher se derretia, a mulher se derramava… O líquido da boceta escorria pela virilha da Neguinha de tanto tesão. Apressei o movimento no clitóris da Neguinha, que passou a sussurrar: ––Sobe na mesa, meu menino. Acaba com isso logo. Come a sua Neguinha agora, por favor. Não estou aguentando mais. Puxei a cadeira, subi e fui atender o pedido da minha deusa. Ajeitei o meu pinto bem de leve e fui empurrando e penetrando dentro daquele vulcão bem devagar. Logo a Neguinha sussurrou: ––Faz forte! Enterra forte! Põe bem forte, meu menino. Passei a enterrar meu caralho bem fundo na Neguinha, nós dois deitados sobre a mesa. Eu enterrava com muita força e bem fundo. A mesa balançava da cozinha com os meus movimentos sobre a mulher.

Em poucos segundos comendo a minha doce Neguinha na mesa, lembrei-me da primeira vez que comi essa incrível mulher naquele móvel da cozinha. Já fazia tanto tempo que eu provava essa emoção, mas sempre era um momento especial. Eu balançava forte o meu corpo, enterrando o fundo e, lembrando de tantas delícias e aventuras nossas naquela mesa. Pensei no marido voltando do trabalho como metalúrgico no ABC, enquanto eu estava degustando daquele incrível banquete em sua mesa. Ela gemia a cada enterrada forte. Eu pensava no marido, voltando do trabalho, enquanto sua mulher era minha naquela mesa. Eu pensava nele e tudo isso aumentava a excitação. A Neguinha gemia forte e, eu sentia que iria explodir. Era o nosso momento. Era chegada a hora de mais uma vez gozar dentro da minha Neguinha. Explodimos e chegamos juntos, numa explosão de gemidos fortes e descompensados. Ela chegou a arranhar as minhas costas com as unhas. Depois de gozarmos, ficamos quase cinco minutos deitados e abraçados em silêncio na mesa. Eu conseguia ouvir a forte batida do coração da Neguinha, com sua respiração ainda ofegante.

Quando a gente terminava de fazer amor, parecia que um segundo era uma eternidade. Depois desses minutos de emoção deitados em silêncio na mesa, ela me deixou levantar. Ajudei a Neguinha a descer da mesa e, a acompanhei até a porta do banheiro, com meu instrumento inda em pé e rígido. Perguntou se queria me lavar, mas dessa eu recusei. Falei que queria ir embora com seu cheiro. Ela com aquele seu belo sorriso e cheia de malícia, insistiu: ––Vem, vai… Bem rapidinho. E sorriu de novo. Dei alguns passos para dentro do banheiro. Ela abriu o chuveiro e, antes de entrar na parte que a água descia, ajoelhou-se e me chupou. Chupou bem forte e gostoso, como se quisesse limpar o meu pinto de toda emoção. Foram poucos minutos de chupada, para ficar na lembrança. Quase que gozei de novo com a boca quente e fervendo da minha Neguinha.

Quando ela viu que havia abusado, levantou-se, puxou parte da cortina plástica, que servia de box para aquele espaço do chuveiro. Estendeu a mão, pegou o sabonete e começou a passar no meu pinto que estava pronto para desabar. Ela alisava, passava o sabonete e me olhava com aquele brilho indescritível. Assim que ensaboou bem, puxou-me pelo pinto e me levou para perto do jato de água. Foi lavando, lavando, lavando bem devagar… Ouvimos o som de uma buzina lá fora, então resolvi sair. Peguei uma das toalhas penduradas, saí do banheiro e fui me enxugar na cozinha. Antes de vestir minha roupa, coloquei a cabeça na porta e olhei na direção da rua. Olhei no meu relógio sobre a mesa. Faltavam poucos minutos para as quatro da tarde. Já começava a se tornar um horário perigoso. Enquanto ouvia a água do chuveiro cair, fui me vestindo com rapidez. Ela ainda se banhava, quando eu disse que precisava ir. Falei que jogaria a chave. Ela pediu um beijo. Atendi. Beijei a Neguinha e agradeci por tanta emoção vivida. Cheguei no limite do portão, olhei para a casa da comadre Celina, para ver se havia movimento. Tudo calmo. Abri o portão, não vi ninguém na rua. Fechei, joguei a chave que caiu bem ao longe e saí. Fui andando e pensando em nosso primeiro banho juntos, no banheiro da casa da minha Neguinha.

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