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NOSSA A ÚLTIMA VEZ NA MESA, NO SOFÁ E NA CAMA DA CASA DA RUA DO GOVERNADOR

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NOSSA A ÚLTIMA VEZ NA MESA, NO SOFÁ E NA CAMA DA CASA DA RUA DO GOVERNADOR
Autoria: Val Theo
Eu não sabia, não imagina, mas infelizmente aquela seria nossa última vez na mesa da sua cozinha, a nossa última vez juntos no sofá da sala e, maravilhosamente seria a nossa última vez, com toda a nossa emoção, no quarto do casal naquela casa antiga. Em breve a Neguinha estaria se mudando para casa nova, lá na rua do Victor.
Sempre que me refiro aqui em meus contos sobre minha mulher especial, sobre essa deusa e mulher que sempre preencheu o meu mundo, pelo nome carinhoso de Neguinha. Acredito sim, que muitos até podem estranhar, em se tratando dos novos modelos do politicamente correto. Sendo assim, vou explicar melhor, para que não fique soando nas palavras essa coisa absurda de preconceito. Vivemos um momento, onde essas palavras podem ser risco. É importante deixar claro para vocês, que a mulher ganhou esse apelido carinhoso de muitas pessoas da empresa onde trabalhávamos. Alguns inclusive, chamavam-na de preta, pretinha, crioula, neguinha e mulatona, por ser claro uma mulher negra assumida e, por ter atributos incríveis como a beleza, a elegância especial no seu andar e aquele magistral corpo de dar água na boca de muitos. Mas o apelido que mais pegou mesmo na mulher foi de Neguinha. Até mesmo o pessoal da diretoria a chamavam assim. Tinha gente que nem sabia o nome dela, de tanto que usavam o codinome carinhoso de Neguinha. Então, depois das nossas devidas explicações, vamos revelar o nosso caso mais que emocionante de hoje.
Só fiquei sabendo que a Neguinha e seu marido compraram essa casa nova, lá na rua do Victor, porque liguei vários dias seguidos para a mulher. Eu estava insistindo muito com a mulher, tentando ver se poderíamos fugir para sairmos juntos. Contudo, as respostas da Neguinha eram sempre as mesmas: ––Não posso, meu preto! Não posso mesmo! Tenho alguns compromissos particulares. De tanta insistência minha em ligar para levá-la para um hotel, que a Neguinha acabou me dizendo, por mera casualidade, que estava cuidando da arrumação da casa nova que compraram. A Neguinha me disse que estava tendo que cuidar de detalhes, para arrumar a mudança para a casa nova. Ela me contou casualmente, muito mais por insistência de minha parte. Cheguei a pensar que a Neguinha não queria me contar, que ela e o marido compraram a casa nova e, que em breve eles se mudariam dessa primeira casa antiga que compraram. Foi assim dessa maneira, que eu fiquei sabendo e, acabei recebendo um convite da Neguinha, para que fosse conhecer aquela sua nova casa. Fui conhecer a casa, antes mesmo de terem se mudado para lá.
Lembro-me que na oportunidade, acabei indo por três dias consecutivos ver a Neguinha em sua nova casa. Nesse tempo em que fui conhecer sua nova morada, a mulher estava ajeitando alguns detalhes dessa casa nova, para que eles se mudassem, da rua do governador para a rua do Víctor. A primeira vez que fui encontrar a minha Neguinha nessa casa recém comprada, ocorreu na terça-feira. Justamente um dia depois, que a mulher havia mencionado por acaso, em conversa telefônica comigo sobre a casa nova. Nesse primeiro dia a Neguinha levou o vidraceiro, para trocar os vidros da casa. Confesso até pensei que não iria acontecer nada entre nós. Vendo a Neguinha chegar de táxi junto com o vidraceiro, imaginei que não teria muitas chances com a mulher. Mas acabou dando tudo maravilhosamente bem em minha primeira visita à casa nova. Deu tão certo, que eu acabei voltando para conhecer melhor a casa nova, nos dois dias seguintes, na quarta-feira e na quinta-feira. Pude conhecer todos os cômodos, de ponta a ponta e de todo jeito. Só não fizemos amor mesmo na edícula, naqueles três dias que fui conhecer a casa. Foi no último dia dessa minha visita, em que fui conhecer a casa nova da Neguinha, que ela confirmou que iriam se mudar. Inclusive a Neguinha mencionou, que iriam mudar na semana seguinte. Ou seja, estava indiretamente me dando a dica, que não poderia ir mais em sua casa na rua do governador, porque estavam de mudança para essa casa nova.
Na semana seguinte, que seria da mudança da Neguinha para a casa nova, não tive condições e nem chances de falar com a mulher nenhuma vez. Fui trabalhar por alguns dias em outro departamento da nossa empresa. Nesse departamento de Filiais e Representantes, não tinha uma sala mais reservada para tentar atender e falar com a Neguinha. Mesmo nos finais de semana, quando eu sempre arrumava um jeito de ligar, eu não consegui falar com a Neguinha. Somente na semana seguinte, quando eu consegui resolver o problema de controle de estoque naquele outro setor, que enfim retornei para nosso departamento. Lá em nosso departamento, havia telefones em duas salas bem discretas e, daria para tentar ligar para a Neguinha. Fazia então mais de uma semana, que não falava com a Neguinha. Eu estava assim, cheio de saudades. Ela certamente já deveria ter mudado para a casa nova. Porém, eu resolvi fazer melhor, decidi ir ver a minha Neguinha, mesmo sem avisar ou ligar.

Na terça-feira, quando iria completar exatamente onze dias que não nos falávamos nem por telefone, resolvi ir até sua casa nova para vê-la. Fui com a cara e a coragem. Mesmo que houvesse gente em sua casa, eu resolvi que iria. Fatalmente sua mãe também deveria estar lá, porque a casa de cima, estava sendo ajeitada para a progenitora da Neguinha morar. Era por volta de oito horas e quinze minutos daquela manhã, quando cheguei diante do portão da casa nova da Neguinha da rua do Victor, onde havia ido pela primeira vez. Completava-se onze dias, quando o vidraceiro foi trocar os vidros e, eu havia sido convidado para estar com ela na casa nova. Toquei várias vezes a campainha, bati palmas, chamei o seu nome incansavelmente, e nada de ninguém dar as caras. Pelo jeito que estava visualmente a casa, olhando assim do lado de fora, não parecia que a Neguinha e sua família haviam se mudado. Decidi logo pegar o ônibus e ir rapidamente até a casa antiga na rua do governador. Assim que eu descesse no terminal, não dava nem cinco minutos até chegar na casa da Neguinha. O problema e o risco maior poderia seria a sua mãe em casa.
Desci do ônibus empolgado e alucinado. Entrei correndo pela rua da escola infantil, onde havia estudado a da filha da Neguinha. De tanta empolgação, dei por chegar na avenida principal em menos de cinco minutos, apesar de suado e bastante ofegante. O coração estava na boca. Indo por aquele caminho, assim que entrasse a avenida que era a principal do bairro, era só seguir para a direita dessa via, depois, entrar na primeira à direita novamente, e já estaria no meu paraíso. Cheguei diante do portão e notei a casa bastante silenciosa. O carro do seu proprietário não estava lá. Só por isso, já fiquei bastante feliz. O carro não estar lá, já seria uma vitória. Antes de tocar a campainha, olhei em direção da casa da Celina sua comadre e da outra vizinha Claudete. Sinceramente foi somente nesse dia, que observei que o nome da Neguinha, o nome do seu marido, o nome da vizinha do lado, a Claudete, assim como o nome da vizinha que era comadre da Neguinha, a Celina, começavam com a letra C. Todos dessa lista tinham o nome começado com a letra C. Só fui perceber de fato, que os nomes de todas as pessoas envolvidas diretamente no meu relacionamento com a Neguinha, ali daquela rua do governador, começavam com a letra C. Nunca havia parado para pensar, que todos da lista tinham a letra C em seus nomes. Deveria ser mais ou menos dez minutos para as nove da manhã, quando toquei a campainha da casa da Neguinha. Ela sorriu de longe ao me ver. Quando a Neguinha disparava esse sorriso largo, eu logo imaginava que estava sozinha em casa. Veio rapidamente abrir o portão, mas não deixou de olhar em direção da casa da comadre.
Fomos seguindo em direção à porta da cozinha. Andando em passos lentos, no trajeto do portão à cozinha, a Neguinha comentou: ––Você pode não acreditar, mas eu estava pensando demais em você. Disse-me que estava inclusive pegando o telefone para me ligar, quando eu cheguei e toquei sua campainha. Já lá dentro da cozinha, falei que pensei tanto nela a semana inteira. Contei que até havia acabado de passar lá na sua casa nova, pensando que ela havia mudado. ––Você foi lá? A Neguinha perguntou, chegando perto de mim e me dando um beijo bem delicado e comportado. Eu disse que fui sim, que queria vê-la. Falei para a Neguinha que toquei a campainha, bati palmas e nada. A Neguinha me contou que não foi possível fazer a mudança na semana anterior: ––Houve um imprevisto e não deu para fazer a mudança para a casa nova. Revelei que fui lá porque estava louco por uns beijos daquela boca. Ela se afastou de mim, com cara de sapeca e, levantando o vestido acima da cintura, mostrando-me aquilo tudo foi me dizendo: ––Você foi lá só poque queria um beijo? Só um beijo mesmo, que você queria de mim? E continuou levantando o vestido e girando trezentos e sessenta graus, como se brincasse de ciranda. ––Tem certeza que era só isso que você queria? Falava e me olhava com aquela carinha de moleca sapeca. Paralisado eu olhava a mulher dar voltas com o vestido levantado. A Neguinha parou de frente para mim, e ficou bem próxima da mesa. Estava com o seu vestido levantado bem acima da cintura, mostrando aqueles belos pares de coxas e aquela coisa gostosa que a calcinha clara mostrava o volume. Ela sussurrava com aquela carinha cheia de tesão: –– Era só um beijo que você queria mesmo da sua preta? Era só isso mesmo? Eu já estava no ímpeto da loucura. Pedi para a Neguinha dar mais uma volta. Antes de atender o meu pedido, a mulher tirou a sua calcinha, e a jogou sobre a mesa. Levantou de novo o vestido e em seguida, foi girando assim bem devagar. Eu em estado de hipnose, olhei aquela sua bunda magnífica, que por conta de estar em casa, ganhou peso. Parecia que tudo quanto ganhou de peso, acumulou-se em sua bunda, que parecia maior. Pedi para girar mais uma vez. A Neguinha atendeu e foi girando bem devagar. Quando ficou de costas que vi aquela bunda suculenta, caí de joelhos atrás da mulher e enfiei meu rosto, como se eu fosse navegar dentro daquele rabo tão formoso e gigante.
Ela se apoiou com o tórax na mesa, curvou o corpo e, com as duas mãos abriu as polpas magníficas daquela bunda encantadora e tão grande. Tudo quanto ganhou de peso, naqueles tempos que estava em casa sem trabalhar, estava juntado naquela sua bunda, que ficou grande, arredondada e belíssima. Eu só tinha que desfrutar daquele momento que era meu. Eu enfiava minha cara, atolava-me e mergulhava com o rosto, nariz e a língua, por entre aquelas polpas, que pareciam a magia de um mar de emoções. A Neguinha se dignava apenas em arrebitar a bunda para trás, permitindo-me desfrutar do seu patrimônio de tanta carne. Eu não sabia se eu lambia ou se enfiava o meu rosto em tudo aquilo. Sentia o meu caralho latejando e brigando para saltar de dentro da calça e da cueca. Fiquei de pé atrás da Neguinha, mesmo com a calça me esfreguei na mulher. Ela virou-se de frente, e nos beijamos. Quando ameacei de tirar a roupa, ela disse: ––Aqui não. Vem comigo. E seguiu em passos bem lentos pelo corredor rumando para a sala. A Neguinha seguia levantando o vestido acima da cintura, e eu vinha atrás, com os olhos paralisados naquele rabão da mulher atrevida. Ela levantava o vestido, e olhava para trás me observando. Eu estava preso na magia do movimento daquelas ancas e da bunda. Olhando aquele corpo lindo, imaginava ser impossível não querer ir visitar minha Neguinha em sua casa. Esses poucos instantes de magia junto com a mulher, tinham a validade por uma vida inteira. Por mais que para muitos (se soubesse da nossa história), aquela nossa atitude em sua casa, poderia ser promíscua, libertina, obscena e depravada, não poderia deixar de revelar sobre a poesia das nossas emoções. Havia o nosso casual encontro de almas, que transformou a nossa história em algo longevo e bastante duradouro, ultrapassando várias décadas. Havia sim entre nós o crime do pecado. Eu sabia que a Neguinha era uma mulher que não me pertencia. Mas tudo o que vivíamos eu e a Neguinha em sua casa, não era imoral, nem obsceno, nem indecoroso, nem pervertido e nem mesmo depravado. Nós tínhamos a história de uma química absoluta, que nos dominava completamente.
Chegando na sala, ela parou perto do sofá. Nós dois nos beijamos mais uma vez. Em seguida a Neguinha empurrou-me levemente, para que eu me sentasse no sofá. Pegou na barra do vestido e foi tirando em devagar. Eu observava atônico, com o pinto esmagado dentro da cueca. Virou de costas para mim, colocou as mãos para trás e soltou o feixe do sutiã. Tirou as alças do sutiã dos braços, jogou de lado e, virou-se para mim. Não consegui ficar sentado por muito tempo, quando vi aqueles dois bicos grandes dos peitos da Neguinha me chamando. Parecia que os seios lindos da mulher me hipnotizavam. Levante-me, beijei a mulher e depois caí de boca nos seus peitos como um guloso. Nesse tempo, eles não tinham ainda marcas da cirurgia de retirada de cisto, que a Neguinha acabou fazendo tempos depois. Chupei muito. Chupei com força. Fiz questão que ela sentisse dor, para que notasse quanto de tesão eu estava. Depois de deixar que eu chupasse os seus belos seios por uma boa quantidade de minutos, pediu que eu me sentasse novamente no sofá. Mas antes de me sentar no sofá, eu bati com os pés no calcanhar e tirei os meus tênis. Era momento de tentar entender quais eram as intenções da Neguinha. Eu sempre deixava que ela tomasse todas as iniciativas em sua casa. Fazia isso, para que a Neguinha não dissesse que eu era invasivo na privacidade de sua vida.

Assim que me sentei, ela curvou o corpo, desabotoou meu cinto e começou a puxar a minha calça. Eu ajudei para facilitar. A Neguinha pegou nas duas pernas da calça, puxou, tirou e jogou na direção do seu vestido. No mesmo instante, abriu e entrou no meio das minhas pernas e começou a tirar a minha cueca. Foi puxando vagarosamente, até que meu cacete rígido saltou abruptamente e babando e vazando aquele líquido incolor. Curvei o corpo para que conseguisse baixar minha cueca pernas abaixo. Jogou a cueca na mesma direção das outras roupas. Mirando o meu pinto com aqueles seus olhos negros e brilhantes, a Neguinha passou a palma da mão na cabeça, para limpar o líquido incolor e depois abocanhou. Senti a emoção bater bem forte, em todas as partes do meu universo. Nesse primeiro momento, ela chupava forte somente a cabeça do meu pênis, como se se fosse uma mamadeira. Ela chupava forte, como se fosse fazer sair pela cabeça do meu pinto, a minha alma e todas as minhas emoções. Repentinamente, começou a chupar e bater. Batia, masturbava-me e chupava forte. ––Você gosta assim? Chupava e batia, parava uns segundos e voltava a perguntar: ––Você gosta assim? Eu nem conseguia responder. Eu me larguei, joguei meu corpo para trás no assento do sofá e, deixei que a emoção tomasse conta totalmente daquele momento especial. Por instantes, um som de veículo lá fora acalmou a boca gulosa da minha Neguinha. Mas assim que percebeu não ser nada, continuou afoita. Chupava, engolia, lambia, passava a língua no meu saco, subia lambendo até a base. Segurou por instantes uma de minhas bolas dentro da boca, largou e chupou o saco todo. Foi descendo a língua e chegou até o meu ânus. Lambeu duas ou três vezes o meu ânus. Mais uma vez o som mais forte de um carro a fez parar. Como a janela da sala era muito próxima da rua, parecia que o carro estava entrando em sua casa.
A Neguinha levantou-se, curvou o corpo, chupou e lambeu deixando bastante molhado de saliva o meu cacete. Ajeitou um dos pés no sofá, subiu sobre mim, agachou-se e agindo por conta própria, colocou o meu pênis dentro de si e foi sentando-se bem devagarinho. Eu sentia a quentura daquele universo envolvendo meu caralho. Eu estava agora navegando naquele mar. A Neguinha começou primeiro com movimentos leves e olhando fixo dentro dos meus olhos. Logo apressou os movimentos, olhando para trás, como se quisesse ver o movimento da sua bunda. A Neguinha começou a se enterrar com rapidez, gemendo e se atirando em cima do cacete duro. Parecia que queria quebrar o meu pau a cada enterrada. Com brilho nos olhos, eu olhava o balanço dos seus belos seios chacoalhando, diante das enterradas da mulher sobre mim. Eu apenas segurava em suas ancas para apoiar e ajudar nas suas enterradas. Resolvi tomar um pouco das rédeas da situação. Pedi para a Neguinha descer, continuei sentado com o corpo estirado. A Neguinha subiu sobre mim, ajeitou o meu pinto dentro de si. Passei a desferir algumas enterradas bem fortes. Sentia o meu cacete ir bater bem fundo da Neguinha. Um novo barulho lá fora nos fez parar. Só que dessa vez, ao ouvir vozes, ela foi até um ponto da janela para observar. Viu que era um vendedor e voltou sorrindo, mas decidiu que deveríamos sair dali.
Seguimos pelo corredor. Eu atrás ia me masturbando de leve, olhando em estado de hipnose para aquele rabo gigantesco. A bunda parecia trepidar, a cada passo dado pela Neguinha. Chegando na cozinha, a Neguinha foi direto para a quina da mesa. Ali era o lugar geométrico de todas as nossas magias de emoção. Encostou a bunda na quina da mesa, ficou de frente para mim, abriu bem a sua boceta coma as duas mãos, e me pediu que chupasse: ––Chupa! É toda sua, preto. Chupa gostoso. Caí imediatamente de joelhos e chupei com doidivana loucura. A Neguinha gemia. A Neguinha sussurrava. A Neguinha curvava o corpo, para tentar permitir que minha língua dominasse o teu sexo. Após muitas chupadas, que deixou a entrada da boceta da Neguinha bem vermelha, eu me levantei. Apoiei a Neguinha pela cintura e sentei a mulher naquela posição nossa. Aquela era a posição que nós adorávamos fazer. Desde o primeiro dia que passei a fazer amor com a Neguinha em sua casa da rua do governador, que nós aprendemos a fazer na quina da mesa. A Neguinha sentada, peguei duas cadeiras, coloquei cada um dos pés da mulher no assento da cadeira. Queria que ficasse bastante confortável. Entrei entre as pernas da Neguinha, ajeitei o meu pinto, olhando fixamente aquela boceta grande e com muitos cabelos bem grossos. Os cabelos púbicos da Neguinha eram tão grossos, que sempre encravavam e faziam feridas naquela região. Quando ela raspava os cabelos da sua boceta, e logo que eles começavam a crescer, espinhavam muito a boca quando eu ia chupar a Neguinha. Aquela nossa posição na quina da mesa, havia sido consagrada nesses tempos da nossa relação. Lembro-me que era uma mesa de madeira original e bastante resistente. Não imaginava que eu iria sentir saudades daquela mesa. Não imaginava, que aquela estaria sendo a nossa última vez na quina da mesa da casa da Neguinha.
Fiquei por um bom momento, na quina da mesa da cozinha, colocando bem devagarzinho o meu pinto dentro daquele vulcão quente da Neguinha. Até que a decisão de mudar para a cozinha foi muito bom. Pensei. Ali na cozinha só ouvia o arfar da respiração de desejo da mulher. O silêncio da nossa emoção era tudo. Parecia até que podíamos ouvir o som da poesia sonora, do meu pinto rígido entrando e saindo da boceta da Neguinha. De repente, a Neguinha deixou o seu corpo quedar com leveza na mesa. Continuei enterrando devagar e olhando o meu incrível banquete. Passei a enterrar e ao mesmo tempo tocar com o polegar em seu clitóris avermelhado. Ela sussurrava uma mistura de interjeições com a boca semiaberta e os bicos dos peitos cada vez mais inchados, bicudos e vultuosos. Eu balançava e empurrava, observando aqueles quase vinte e três centímetros de cacete entrar. Era emocionante por demais olhar aquilo tudo. Eu não sabia se enterrava ou se ficava admirando o corpo da mulher deitado na mesa. Olhando aquele belo monumento, fui enterrando e guardando meu pinto bem no fundo da mulher. Somente as bolas ficavam para fora. Eu me sentia seu dono, tendo o meu membro inteiro guardado dentro da mulher, que abriu os olhos como saindo do êxtase e, apoiando nos cotovelos, foi se levantando. Tirei o meu pinto e a Neguinha pediu para colocar tudo de novo. ––Põe tudo meu preto. Eu perguntei se ela queria tudo dentro dela. Sussurrando aflita disse: ––Quero todinho dentro de mim. Coloquei meu pinto na mão de Neguinha e pedi que ajeitasse. Fui empurrando e a Neguinha ajudando a empurrar. Fui empurrando e pedindo para Neguinha olhar o meu pinto entrando: ––Olha minha preta! Olha ele entrando todo para você. É todinho seu. E fui empurrando, a Neguinha com o pescoço curvado olhava meu pinto invadindo aquele seu buracão delicioso. ––Olha minha preta! ––Olha minha preta! Eu repetia cheio de desejo e emoções. A Neguinha empurrava o corpo mais para a beirada da mesa, e as minhas bolas quase que entraram junto com meu pinto. Ficamos por alguns segundos abraçados bem apertados. Eu com a respiração ofegante, e com o meu pinto dentro do infinito daquela boceta maravilhosa. Aquela mesa e aquela casa, nos proporcionou inúmeras emoções durante o tempo que a Neguinha morou ali.
Eu queria esquecer dos riscos que havia lá fora, mas um frio momentâneo na espinha, lembravam-me que eu não estava em minha casa e, que a mulher que se fazia de meu banquete em sua mesa não era minha. Sempre vinha um pensamento rápido, perguntando-me o que deveríamos fazer se o marido chegasse de repente? Apesar de tudo eu queria viver aquilo tudo. Saímos do abraço, tirei o meu pinto de dentro do vulcão, e a Neguinha desceu da mesa. Logo a Neguinha me pediu que tomasse o seu lugar. Sentei-me na pontinha e quina da mesa e a mulher começou a me chupar e me masturbar ao mesmo tempo. Em pouco tempo com leve toque no meu peito com a palma da mão, pediu-me que eu me deitasse na mesa. A Neguinha sentou-se numa das cadeiras, enfiou o rosto no meio das minhas pernas e passou a lamber minha virilha esquerda e meu saco. Lambia e deixava tudo molhado com sua saliva. Foi para a virilha direita, fazendo quase a mesma coisa que eu havia feito. Vez ou outra, ela subia lambendo do saco até a cabeça do meu pau. Em seguida fazia o caminho de volta chupando e lambendo. Fez isso por várias vezes, até que na última ficou lambendo as bolas do meu saco e descendo até o meu ânus. Senti um frio na espinha. Ficou assim, lambendo as minhas bolas do saco e o meu ânus. Até que numa dessas ela colocou o dedo na boca molhou de saliva, levou até o meu cu e foi fazendo movimentos circulares e, ao mesmo tempo chupando a cabeça do meu pau. Aquela mulher especial, se deu ao luxo de ficar por um bom tempo, brincando de lamber o dedo e me tocar. A Neguinha ousou e abusou do direito de me dar uma emoção diferente, deitado na mesa de sua cozinha. Eu fui provado em toda essência por aquela deusa mulher.

Extasiado e entregue naquela mesa, pensei que tudo ficaria por isso mesmo. Mas ela abriu possibilidades para outro repertório. Parou de me tocar e de me chupar, e pediu-me para descer da mesa. Atendi, enquanto olhava a mulher subir no centro da mesa e se deitar. Sem ser chamado, fui tocando com as pontas dos dedos no corpo da mulher e, mais uma vez enfiei meu rosto no meio das suas pernas. A Neguinha flexionou as pernas, e passei a chupar a boceta da mulher que transbordava emoções. Em dado momento, quando eu chupava forte seu clitóris, passou a sussurrar: ––É só sua… Somente sua… Fiquei ouvindo aquela voz rouca a dizer aquelas palavras. Nem ele faz assim tão gostoso, como você faz comigo, meu preto. Aquelas palavras soaram como poesias em meus ouvidos. Parei de chupar e fui perto do rosto da Neguinha e a beijei. ––É só minha? Eu perguntei. Ela confirmou me olhando nos olhos: ––Todinha sua! Ofereci o meu pinto para a boca da Neguinha, que continuava deitada e com as pernas flexionadas. Ele foi lambendo bem de leve a cabeça do meu pau. Sussurrei: ––Chupa! Ele é todo seu. Ela deu uma chupada bem forte, tirou a boca e falou: ––Diz que esse presente é só meu… Fala para mim que me pertence por direito… Voltou a chupar forte. Olhei mais uma vez nos olhos da deusa, dizendo que era só dela. Com toda empolgação da nossa intimidade, perguntei se meu pau era maior. Ela tirou meu pau da boca, e com naturalidade respondeu: ––Maior, mais grosso e mais delicioso. Você consegue me fazer uma mulher completa. Então, no arrebatamento da sua emoção, a Neguinha bateu com a palma da mão, na mesa onde estava deitada e, pediu-me que eu subisse. Não perdi tempo. Subi na cadeira, depois subi na mesa. Aninhei-me no meio das suas pernas flexionadas. A Neguinha em súplica, pediu-me que a penetrasse ali na mesa. Para mim era inacreditável aquele pedido, mas não me fiz de rogado.
Eu sinceramente não me lembro, quantas foram as vezes que evitei os assédios da Neguinha, quando nós trabalhávamos juntos. Confesso que talvez tenha fugido demais, porque tinha um raro pressentimento no meu interior, de quantas loucuras e quantos riscos iria ser exposto estando com ela. Assim que subi na mesa e, entrei no meio das pernas da Neguinha, comecei a balançar bem devagar. A Neguinha apertou com as duas mãos as polpas da minha bunda e me mandou parar. ––Fica bem quietinho. Disse em sussurros ao pé do meu ouvido. ––Não mexe não. Quero sentir você todo dentro de mim, meu preto. Preciso curtir esse momento, ouvindo os nossos corações. E apertou fortemente as minhas nádegas, quase que gravando as unhas. Ficamos assim por alguns minutos. Quando a Neguinha soltou minhas nádegas eu comecei a balançar e enterrar de leve, como se tivesse recebido permissão da mulher. Eu sentia meu caralho latejando e batendo fundo naquela boceta. Eu não estava aguentando mais. A respiração da Neguinha começou a ofegar com intensidade. Ela abriu os braços, soltando-os na mesa, e foi me pedindo para fazer mais rápido. Acelerei o quanto pude, penetrando na minha Neguinha naquela mesa, que de tão resistente nem balançava. A Neguinha começou a sussurrar e me chamar: ––Preciso sentir, meu preto! Vem comigo, meu amor! Eu quero que você sinta isso tudo junto comigo. Você vem comigo? Começou a me perguntar e ao mesmo tempo arfando forte, abrindo levemente a boca e apertava seus olhos negros. ––Você vem? ––Vem comigo? Passou a balbuciar insistente. Eu somente resumi dizendo: ––Estou indo. Estou indo, preta. Assim que a Neguinha explodiu num incrível gemido mais que maravilhoso, balançando a cabeça para os dois lados, eu também fui delirantemente naquela emoção. Já estávamos a mais de dez anos nessa relação conturbada, e foi a primeira vez que aconteceu nosso amor sobre a mesa da sua casa. E nem sabia seria a última ali.
Ficamos por alguns segundos, com os nossos corpos presos um no outro sobre a mesa. Resolvi descer da mesa, mas sempre olhando a Neguinha ainda em êxtase. Ela estendeu a mão para que eu a ajudasse a descer da mesa. Eu implorei para que ela ficasse mais uns minutos deitada. Disse-lhe que queria ver escorrendo dela, todo néctar que eu havia derramado dentro do seu vulcão. Ela em um sorriso meigo concordou. Deixou as pernas abertas e flexionadas e, ficou forçando para que o meu sêmen saísse. Não demorou muito, o líquido da emoção que derramei dentro dela começou a sair. Para que não caísse na mesa, ela estendeu a mão e eu a ajudei descer. Antes de ir para o banheiro, mostrou-me a porra branca descendo pela parte interna das coxas. Fiquei com aquela sensação de desejo cumprido. Logo que a Neguinha entrou no banheiro, ela me chamou para que eu fosse me lavar junto com ela. E, não pensem vocês que a coisa ficou assim. Depois que nós saímos do banho rápido no banheiro, ela preparou um belo café para nós. E, não pensem que a festa ficou somente em nossa cena mágica na mesa. Aquele dia foi mais que especial para nós dois. Terminamos aquele dia fazendo pela última vez na cama, lá no quarto do casal. Brincamos de abusar da sorte, mesmo sendo em território proibido. Eu não sabia, mas aquele findaria por se tornar o nosso último dia, o nosso último fazer amor lá na mesa da casa da Neguinha na rua do governador. Eu não sabia, mas aquele dia foi marcado por acaso, como a última vez que faria amor ali no sofá daquela casa da Neguinha. Eu não sabia, mas eu estava ali marcando o nosso último encontro, em fazer amor com minha Neguinha, pela última vez na cama do casal. Eu nem imaginava que poderia ser possível esse incrível acontecimento, mas aquela foi a primeira vez e a última, que tive o prazer de fazer amor com a Neguinha em cima da mesa. Sempre fizemos amor, eu colocando a Neguinha na ponta da mesa, e guardando meu pinto ali. Mas subir na mesa, penetrar a Neguinha ali, e me deitar com ela em um grandioso prazer e gozo esplêndido, foi sinceramente o dia mais incrível para se lembrar e eternizar

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Selma e o técnico de tv

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Acordei com vontade de dar a bunda e chamei esse técnico de tv aqui em meu apartamento. Foi exatamente isso. Quando acordo com vontade de dar a bunda é algo incontrolável mesmo. Sinto o ânus suado, quente e piscando. E logo ainda na cama, ao acordar. Não sei explicar esse tesão que tenho na bunda. […]

Selma Recife com dois coroas do sertão

Selma Recife com dois coroas do sertão

Para ler e escutar Acho que ainda não falei de forma enfática, mas quero abordar isso agora. Sou viciada em machos e caralhos diferentes, todo Brasil sabe, pois desde 2007 faço filmes e fotos de minhas aventuras. Aliás, meu marido quem faz os filmes e fotos, pois é um corno manso, conformado e feliz. Gosto […]

Fui arrombada no mato e gostei!

Fui arrombada no mato e gostei!

Oi amores! Sou a estéfani tenho 19 anos, moro em Santa Catarina, vou contar o que aconteceu em 2015 quando tinha 14 anos. Os nomes de terceiros vão ser mudados para não comprometer ninguém, só o meu nome é verdadeiro. Sexta feira a noite eu e minha irmã estamos no quarto, minha irmã é a […]

Africano fode o cu da minha esposa na minha frente

Africano fode o cu da minha esposa na minha frente

Bom dia a todos. Podem me chamarem do que quiserem, pois não ligo. Se quiserem me julgar, tudo bem. Se acham errado, fodam-se. Ser corno conformado foi a melhor coisa que me aconteceu até hoje. Quem acha que estou errado, pode até em casa ter uma mulher puta e nem sabe. Ainda. Pense nisso. Ou […]

Fodendo a gostosa mulher do corno

Fodendo a gostosa mulher do corno

Vou contar uma situação que aconteceu comigo quando tinha 23 anos, gosto muito de ir para interiores pois adoro o campo e fui com um amigo para sul de minas em uma cidade pequena na casa de uns parentes dele passar um feriado. Chegando lá fomo recebidos muito bem pela sua tia e tio, nos […]

Como ela aguentou isso na bunda?

Como ela aguentou isso na bunda?

Eu bem que avisei a minha esposa, que esse negócio de querer caralho muito e grande na bunda podia lascar o ânus dela. Mas palavra de corno é mesmo que nada. Na verdade, a culpa é minha. Há quatro anos pedi para ser corno. Exatamente isso. Entrei na internet e procurei o nome Selmaclub. Foi […]

Anal com cinco machos Selma e amigas

Anal com cinco machos Selma e amigas

Vejam nessas fotos as 14 camisinhas usadas por amigos nossos nesses dias. E veja as fotos dessa minha bunda e de minhas amigas, aqui em minha casa, na praia de Porto de Galinhas. E adoro marcar nessa casa com novos amigos que fazemos diariamente, pelo nosso chat. Eu e amigas estamos todas as manhãs e […]

O corno tem nojo dessa bunda

O corno tem nojo dessa bunda

Quem já viu meus contos e aventuras, com muitas fotos e filmes arriscados, sabe o quanto sou maluco por bundas. Principalmente a de esposa de amigos meus. É algo incontrolável que sinto. Principalmente as mulheres lindas, com bundas grandes e que usam calcinhas e biquínis socado no meio do rabo. Cheiro de bunda de mulher […]

Selma com dois peões sujos e dotados, na cama

Selma com dois peões sujos e dotados, na cama

Bom dia a todos. O Brasil inteiro sabe o quanto sou uma casada chifradeira. E como gosto de machos jovens e dotados, principalmente trabalhadores braçais. E meu marido sabe de tudo, claro. É o maior corno manso e conformado que existe no Brasil. Sem sombras de dúvida. Desde 2007 pediu para ser corno e hoje […]

Contos eróticos – A chifradeira de Paulista PE

Contos eróticos – A chifradeira de Paulista PE

Esse conto é uma colaboração da amiga Selma de Recife MILHARES DE AMOSTRAS DE FILMES, MEUS E DE MINHAS AMIGAS. TUDO TOTALMENTE FREE. VEJAM COMO TEM CORNOS E ESPOSAS CHIFRADEIRAS NESSE BRASIL. ACESSE: https://bit.ly/selmarecife

Conto erótico Você me chamou de dissimulado

Conto erótico Você me chamou de dissimulado

VOCÊ ME CHAMOU DE DISSIMULADO Autoria: Val Theo. Sei que você vai aproveitar essa oportunidade solene, para mais uma vez vir me dizer que eu não preciso contar nada disso. Vai me dizer que eu não preciso falar sobre o assunto nós dois juntos. Vai me dizer que eu não preciso escrever e nem falar […]

Minha primeira vez com um negro

Minha primeira vez com um negro

Meu nome é Estéfani, tenho 19 anos, sou de origem alemã moro em Santa Catarina. Tenho um conto real aqui no site, como eu transei pela primeira vez e virei garota de programa. Agora vou contar como eu transei pela primeira vez com um negro ele era da cidade de Luanda da África. Os nomes […]

Sempre quis ser corno

Sempre quis ser corno

Olá meu nome é Josué e minha esposa se chama shirley, mesmo antes de conhecer ela já tinha o fetiche de ser corno , e só fui realizar essa fantasia depois de oito anos de casados, na cama sempre fomos bem loucos e fodemos em todas as posições possíveis, pois sempre estamos olhando filmes pornos […]

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