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O AQUECEDOR NO QUARTO DA NEGUINHA

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O AQUECEDOR NO QUARTO DA NEGUINHA
Autoria: Val Theo

Eu e a Neguinha estávamos vivendo tempos difíceis. Nossos encontros se prendiam aos namoros, apertos e inúmeras vezes dando amassos naquela mulher, sempre de forma tão descompensada, às escondidas e fortuita na hora do almoço. Sempre arrumávamos um jeito dos beijos escondidos, em alguma estação do metrô, em alguma praça perto do trabalho da Neguinha, dentro de um vagão do trem do metro lotado ao final da tarde quando eu a abordava na porta do trabalho. Vez ou outra, quando eu conseguia convencer a mulher a descer em uma estação qualquer, e namorávamos em alguma rua ou beco escuro. Abrindo um parêntesis: Lembro-me que numa dessas vezes que estávamos namorando em uma rua escura no Carrão, ela pediu para sairmos dali, porque era perto do local onde o seu filho havia participado de um Grupo de AAA. Ela disse que havia se tornado conhecida, porque ia junto com seu filho nas sessões.

Todo aquele desencontro nosso, entre a Neguinha e eu, estava se dando mesmo, porque o seu marido estava muito desconfiado e de olho na mulher. Disse-me ela que tudo era por causa de seu marido, que a observa muitas vezes lendo mensagens pelos cantos da casa. O marido andava ligado e observando, que a mulher vivia de receber muitas ligações que chegavam ao celular e ela nunca atendia. Quando ele perguntava, ela dizia que era alguma coisa da operadora ou falava que era engano. Para ajudar, o marido começou a ficar incomodado, que a Neguinha vivia com o celular, quando não era escondido, era no modo de vibrar. Ele chegou a comentar com a Neguinha, que quase sempre o celular dela nunca estava à vista. Ele chegou a dizer, que a Neguinha vivia com seu aparelho sempre escondido e guardado às sete chaves. A Neguinha me disse que ele, o marido, chegou a reclamar certa vez, que achava muito estranho o celular dele estar sempre por perto, sempre à vista, sempre ligado e o da Neguinha escondido. Por isso a Neguinha estava vivendo aquele seu momento complicado, evitando sair e de fugir comigo. A Neguinha estava evitando de ir se encontrar comigo em algum hotel, porque sabia que havia risco iminente de acontecer algo. Nossos dias estavam muito difíceis. Era início do inverno no Brasil. Confesso que nesse momento, havia toda essa dificuldade em precisar ter o prazer de encostar a mulher em algum muro, alguma praça ou em algum beco escuro ao final da tarde, como muitas vezes fazia quando eu conseguia tirar a Neguinha do seu caminho para pelo menos namorar. Tudo estava muito complicado para nós.

Era bem natural que no meio do dia o sol até que dava as caras, mas ao final da tarde a temperatura sempre caía assustadoramente. Com todo aquele frio, não dava para ficar namorando escondido em qualquer beco ou rua escura. Além disso, havia o risco de alguém nos ver ou até mesmo sermos assaltados. Mas não tinha outra saída para matar tanta saudade de ter a minha preta nos braços, senão essa de tirar a mulher do seu caminho e a levar para o escurinho de algum lugar. Quase sempre eu a fazia descer do ônibus, num ponto próximo da Rua Taubaté, e depois íamos caminhando até quando chegávamos em algumas ruas sem saída. Nessas ruas escondidas e sem movimentos, eu parava com a Neguinha para dar uns beijos, amassos, apertos, e me aproveitava da oportunidade de sentir o corpo da mulher junto ao meu. De tanta loucura que estávamos acometidos certo dia, quase que entramos num terreno baldio. Mas como era um local desconhecido, achamos por bem não arriscar. Foi um dia que quase fizemos amor de pé numa esquina escura e sem movimentos. A Neguinha era uma mulher que enfrentava os riscos sem medo.

Aquele momento era assim, se eu quisesse ter pelo menos um pouco mais… Se eu quisesse ter alguns instantes da Neguinha em meus braços, teria que ser assim no risco. E foi em um desses encontros e namoros quentes e casuais, em alguma praça no caminho de ida para a casa da Neguinha, que ela me falou do descanso. A Neguinha comentou casualmente, que iria dar um dia de descanso para si própria na semana seguinte. Acredito que ela falou por acaso. Dessa vez, não estava me dando nenhuma dica. Pelo menos eu pensava assim. Fiquei na minha, não fiz ares de surpresa. Não podia deixar a minha Neguinha imaginar que eu tinha percebido sua falha ao comentar comigo. Ela sabia, que se fizesse comentários comigo, certamente eu iria aparecer em sua casa.

Passei aqueles dias imaginando, que eu deveria arrumar um jeito de ir na casa da Neguinha de manhã. Eu precisava ir lá, para tentar fazer amor com a Neguinha. Eu estava morrendo de desejos pela Neguinha. Eu não estava aguentando mais, pedir todo dia para fugirmos e namorarmos um pouco. Estava cansado de pedir para ir a um hotel, e a Neguinha não me dar uma chance. Eu entendia bem essa nossa situação. O marido estava de olho na Neguinha. Mas eu não desistia e vivia pedindo uma chance. Estava mais que alucinado para me sentir dentro daquela mulher. Não podia esperar que as coisas se acalmassem em sua casa. Também decidi que não iria perguntar que dia ela iria tirar folga no serviço. Se eu perguntasse, certamente ouviria a Neguinha dizer, para eu não aparecer em sua casa porque seria muito perigoso. Eu tinha certeza que não seria nem segunda nem sexta-feira. A Neguinha preferia entre quarta ou quinta feira. A Neguinha era de hábitos programados, rotineiros e repetitivos. Resolvi pesquisar e investigar em que dia ela iria tirar uma folga.

Fui na segunda-feira seguinte, na porta do trabalho e a vi saindo. Eu sabia que ela havia ido trabalhar. Não pude abordá-la e seguir junto com ela, porque tinha um trabalho de escola para terminar. Agora eu teria que ficar atento na terça em diante, para saber se ela iria faltar mesmo ao trabalho. Na terça-feira eu liguei para ela no horário que ela pegava a lotação para ir ao trabalho. Logo a Neguinha que atendeu, sendo assim, deu para notar que ela estava indo para o trabalho. Se ela tivesse ficado em casa não estaria na condução. Mas para me certificar totalmente, liguei em sua casa depois das nove, mas o telefone só tocou e ninguém atendeu.

A Neguinha adorava dormir e não gostava muito de acordar muito cedo. Quando marcávamos algo tinha que ser sempre após as dez horas da manhã. Minhas cartas e fichas agora estavam na quarta e quinta-feira. Se eu tivesse que apostar, eu diria que ela iria folgar na quarta-feira. Eu estava em estado de euforia, porque iria investir em encontrar a Neguinha em sua casa. Por vias de dúvidas, na terça-feira no final da tarde, falei com ela, que me disse estar no trem do metrô. Eu não pude ir vê-la na porta do seu trabalho, porque iria ver as notas finais da escola e fazer a rematrícula. Ela não deixou escapar de maneira alguma, nesses dias que nos falamos, sobre que dia iria tirar folga. Mas como eu sabia que ela era uma mulher de hábitos rotineiros, repetitivos e sempre muito previsíveis, certamente se fosse folgar seria na quarta-feira. Agora só tinha a quarta-feira e a quinta-feira pela frente, para tentar viver todo sonho e desejo da semana. Mas era muito raro ela folgar na quinta-feira. Assim resolvi apostar todas as minhas fichas, que a Neguinha iria folgar na quarta-feira. Saí de casa bem cedo, e segui para o ponto da lotação perto da casa da Neguinha, para ver se a mulher aparecia para pegar condução para ir ao trabalho. Se não viesse para o ponto estaria em casa. Agora era esperar alguns minutos.

Ainda era muito cedo quando desci perto do posto Ipiranga, na esquina da Avenida Principal. Apesar do frio intenso que fazia, fiquei parado no ponto perto do posto, até que desse mais ou menos vinte minutos para as nove horas da manhã. Depois, segui em direção ao ponto onde a Neguinha normalmente pegava a lotação para o Metrô Belém. Ela chegava ali, infalivelmente por volta de cinco para as nove, até no máximo nove horas. O ponto ficava ao lado da banca de jornal e do lado da padaria. Fiquei bem ao lado da banca de jornal para não dar muito na vista e não ficar exposto aos olhares. Sei que subiram mais de cinco lotações e nada da Neguinha aparecer. Olhei no relógio do celular e passava de nove e dez da manhã. Acho que deu bingo! Acho que acertei. Pelo visto a mulher escolheu a quarta-feira para tirar a sua folga. Oba! Então, resolvi descer rumo à casa da Neguinha, pelo mesmo caminho que eu sabia que possivelmente ela viria. Se acaso ela estivesse atrasada, seria aquele o seu caminho. O coração saltava no peito só de pensar na possibilidade de ver a minha mulher encantada. Agora eu só teria que torcer também, para o marido ter ido trabalhar normalmente e não haver surpresas para o meu sonho. Despois de esperar tanto, depois tanta vigilância e, tanto dos meus planos para esse dia, cheguei finalmente ao portão da casa da minha Neguinha com o coração disparado em desespero e descompensado.

Olhei para dentro do portão e o carro do marido não estava na garagem. Pelo menos essa primeira parte estava tudo bem. A rua estava bastante tranquila, além do que o frio segurou muita gente escondida e presa dentro de casa. Tudo calmo daquele lado do paraíso. Toquei a campainha e nada de movimento no corredor. Esperei mais alguns segundos e toquei novamente a campainha. Fiquei muito apreensivo observando a rua e as casas vizinhas, para ver se ninguém me notava. Alguns minutos depois vi pelo vidro da porta que separava o corredor e a garagem alguma movimentação. Pelo andar, mesmo no vidro da porta, eu pude reconhecer. Era ela. A mulher abriu a porta do corredor, me reconheceu com um sorriso e voltou para pegar a chave. Abriu o portão com ar carrancudo e sério. Olhava com aquela sua tensão rotineira, e para os dois lados da rua e as casas em frente. Dei um passo para dentro, e beijei-a com formalidade. Que surpresa boa! Falou… A Neguinha me disse cheia de cerimônias, andando devagar em minha frente. Passamos pela porta do corredor e a Neguinha fechou assim que passamos.

Mas que frio terrível demais é esse! Ela disse entrando na cozinha e fazendo gestos cruzando os braços. Fechou a porta e parou próximo da mesa. Eu estava debaixo do meu cobertor, sem coragem de me levantar, disse ela. Confesso que quase que desisti de vir atender. Falou entre sorrisos com aquele seu jeitinho doce que eu adorava. Parou. Ficou ao lado da mesa, eu coloquei minha bolsa e ela veio ao meu encontro num beijo delicado, seco e bastante comportado. Ofereceu-me um café como sempre. A Neguinha se dirigiu para perto do fogão onde estava a garrafa. Não respondi nada, somente fiquei olhando a minha preta dentro daquela calça de moletom. Pediu para eu me sentar dizendo que eu não iria crescer mais. Sorriu com ingenuidade da sua piada ultrapassada. Colocou o copo de café perto de mim. Voltou para o fogão, colocou uma pequena dose para si e sentou-se do outro lado da mesa mais para perto do fogão.

Eu fui atrás da Neguinha em sua casa, por uma causa justa e não ia deixar passar de jeito nenhum aquele dia, mesmo ela estando cheia de formalidades. Mas eu sabia que isso duraria pouco. Quase sempre era assim, a Neguinha se fazia de difícil por alguns minutos, como se a reprovar a minha ida, mas era por pouco tempo e em poucos minutos voltaria a naturalidade. Assim eu esperava… A Neguinha era uma mulher decidida e senhora de si, mas eu sabia que mesmo apresentando algumas surpresas, tinha hábitos previsíveis. Fiz questão de aceitar por ora, um pouco do seu jogo. Ela começou a falar que justamente num dia que estava muito frio ela resolveu faltar para resolver algumas coisas suas na rua. Eu só ouvia fingindo interesse no assunto. Acho que não nasci para essa coisa de frio, disse ela, enquanto ia colocando café nos copos para n´os. Eu completei seu comentário, dizendo somente que lá fora estava muito pior, não encompridei muito o assunto com a mulher.

A Neguinha veio e serviu-me o café. O cafezinho quente ajudou muito em melhorar o frio interior. Tomei o líquido num só gole. Enquanto ela falava mais alguma coisa sobre o frio, que fiz questão de ignorar, eu me levantei da cadeira do outro lado da mesa, coloquei o meu copo sobre a pia. Logo, eu parei atrás da mulher e comecei a massagear os seus ombros. Eu sempre fazia essa coisa de massagear os ombros da mulher quando ela estava sentada na cadeira da cozinha. Quando coloquei as pontas dos meus dedos por debaixo da blusa que ela vestia, em um sobressalto reclamou severamente dos meus dedos muito gelados. Então ela se levantou, pediu que eu esperasse um instante e foi para a suíte do casal. Eu puxei a cadeira mais para perto da parede da cozinha, e voltei a me sentar no lugar de sempre. A porta do quarto do casal estava aberta e a luz acesa. Ela não se demorou muito tempo na suíte. Depois de alguns segundos ela voltou fechando a porta da suíte onde havia entrado.

Eu conhecia bem os hábitos daquela mulher de longa data e, sabia que vez ou outra ela tinha algumas dessas formalidades indesejáveis e até bem naturais. Da mesma forma que eu tinha noção da sua previsibilidade. Fato é que eu teria que saber esperar o momento certo para insistir e dar o bote. E até que não demorou muito. A Neguinha saiu do quarto depois de alguns minutos, fechou a porta e foi direto para a garrafa de café. Perguntou se eu queria mais e, eu recusei. Colocou uma dose bem pequena para si, bebeu, colocou o copo na pia e veio lentamente em minha direção. Parou em minha frente, que estava sentado na cadeira, sentou-se sobre mim e começamos a nos beijar cheios de calor e emoção. Ufa… Passei minhas mãos nas costas da Neguinha e notei que voltou do quarto sem o sutiã. Imaginei que ela tivesse entrado no quarto somente para tirar as suas roupas debaixo, já que ao tocar com as minhas mãos em sua bunda, percebi a mulher sem calcinha por debaixo da calça do pijama. Só me causou estranheza mesmo ela ter saído e fechado a porta. Talvez não quisesse que as coisas acontecessem ali na suíte do casal.

Diante daqueles tantos beijos nossos cheios de saudades, as minhas mãos e o meu corpo todo estavam esquentando. Coloquei minhas mãos por debaixo da camisa do pijama dela enquanto nos beijávamos e ela não reclamou. Logo eu já estava esfregando as minhas mãos dentro das calças dela, sentindo a gostosura daquele montão de carne da bunda avantajada de Neguinha. Ela beijava e se esfregava forte sobre o meu pênis que buscava uma brecha para fugir. Ficamos de pé. A Neguinha colocou um dos pés na cadeira, para que eu conseguisse me esfregar bem melhor no corpo nela. Saiu repentinamente daquela posição, encostou-se na parede e eu comecei a ajeitar e esfregar o meu pinto sobre o sexo dela, mesmo por cima das nossas roupas. Ela fervia, gemia e sussurrava. Eu esfregava mais forte, para que a Neguinha sentisse a rigidez do meu pau. E já comecei a sentir que aquele era meu dia de aproveitar muito.

Rapidamente eu me abaixei e, comecei a esfregar a minha boca na vagina dela, assim mesmo por cima da roupa. Ela delirava e apertava a minha cabeça contra o seu sexo, com sussurros e sons guturais. Levantei-me, beijei a mulher, cheio de alucinação, e mais desejo. Beijei os olhos da mulher, o nariz e o pescoço. Abri o cinto da calça, coloquei meu pinto para fora, fiz pressão no ombro da mulher para que se abaixasse para chupar. Tudo sem palavras, apenas movimentos. Ela chupou, lambeu, engoliu e me masturbou com meu pênis dentro da sua boca. Meu caralho navegava dentro da boca da mulher. Parou de chupar, levantou-se e me beijou novamente. Tentei tirar a camisa do pijama da Neguinha, mas ela calmamente me disse: –– Aqui não, essa minha cozinha é muito fria. Voltou a repetir: –– Aqui não, está muito frio na cozinha. Saiu bem devagar do beijo me olhando com delicadeza e cara de menina sapeca de sempre. Adorava quando me fazia aquele olhar maravilhoso. Fechou a porta da cozinha e passou a chave. Em seguida, apagou a luz, chegou perto de mim, pegou a minha mão e fui sendo conduzido para a suíte do casal.

A Neguinha tinha sempre o que chamamos de um novo lance ou uma nova jogada pensada sempre, sempre, sempre e cada vez mais. Em se tratando de viver emoções ela não brincava de rotinas. Sua maior qualidade sempre foi a de ser uma grande jogadora e ter sempre o próximo lance ajeitado. Quando ela havia saído do quarto, notei que fechou a porta ao sair. Foi então que ao entrarmos na suíte eu descobri que havia ligado um aquecedor elétrico. Foi por isso que fechou a porta, coisa que nunca fazia quando eu estava em sua casa. O quarto estava bem quentinho e até parecia verão ali dentro de tão quente. Quando eu entrei na suíte, ela percebeu que eu notei o aquecedor em um cantinho do quarto. Ela sorriu com aquela cara bem safada que só ela sabia fazer. Voltou a me beijar, colocando um dos pés na beirada da cama. Voltei a tentar tirar a sua camisa e dessa vez ela permitiu. Eu não suporto frio, disse ela, curvando o corpo para que eu tirasse a camisa sem abrir os botões. Com o quarto do casal bem quente, poderia tirar sua blusa sem problemas.

Fui abocanhado aqueles belos e incomparáveis pares de seios, lambendo, chupando e tocando bem de leve. Ela me empurrou para que eu me sentasse na beira da cama e, foi me ajudando a tirar as calças. Antes que soltasse o cinto, pisei no calcanhar e tirei um dos tênis. Fiz isso também com o outro e os joguei num canto, perto da porta de entrada. Enquanto ela baixava meu zíper, tirei minha blusa e a camiseta ao mesmo tempo e joguei perto do tênis. Levantei-me para facilitar para a Neguinha, que baixou a minhas calças até os meus pés. Vi a cara de felicidade da minha preta, quando viu meu pau rígido como se estivesse olhando para ela. A Neguinha me empurrou novamente para eu me sentar. Puxei com os pés a calça e a cueca e empurrei para perto da cama. Minha preta de imediato se ajoelhou entre as minhas pernas, pegou meu instrumento e começou a chupar. Foi chupando com total apetite. Foi chupando com gosto. Foi chupando e masturbando, tentando engolir o meu pau com total gulodice. No silêncio do quarto, eu só ouvia o “sglubt” da boca da mulher a lamber e chupar com loucura o meu cacete. Parecia que meu pênis era um complemento da boca da mulher e, que ela iria me engolir totalmente pelo pinto. Sentia que ela estava no melhor dos seus dias de desejo.

O clima lá dentro do quarto fervia com ajuda do aquecedor. Parecia que estávamos em pleno verão. A minha preta parou por instantes de querer fazer meu pau desaparecer dentro da sua boca e ficou passando a língua na cabeça do meu pênis, sempre ajoelhada no meio das minhas pernas. Eu observava tão ofegante, sem dizer nada. Parou de me chupar com gula, e começou a bater para mim olhando nos meus olhos. Ela me masturbava e me olhava fixo nos olhos. Em seguida colocou a boca e continuou a me masturbar, chupando forte e batendo. A cabeça do meu pau estava fervendo. Tirei o meu pau da boca da mulher, levantei-me e esfreguei meu pau no rosto da minha preta dos dois lados. Depois passei a cabeça do pinto bem de leve nos lábios da Neguinha, que me olhou com olhos de tanta emoção. Por alguns instantes, passei a desferir golpes com o meu pinto nos lábios da mulher. Ela fazia biquinho, em formato de beijo, e eu dava mais algumas lapadas. Bati também algumas vezes, com o meu caralho na face da mulher, dos dois lados. Peguei nas mãos da Neguinha e a levantei da posição maravilhosa que estava. Parei para mais um beijo totalmente descontrolado, bem ao lado da porta do banheiro da suíte.

Comecei a tirar a calça do pijama da Neguinha. Tirei de uma das pernas e depois da outra. Joguei ao lado da minha calça, ajoelhei-me e comecei a passar a língua na vagina da minha pretinha. Ela se empolgou depressa e resolveu sentar-se também na beira da cama. Jogou as pernas para cima, abraçando as suas pernas, bem próximo dos joelhos com as duas mãos, naquela famosa posição “frango assado”. Enfiei meu rosto no meio do sexo da mulher e lambi feito um animal alucinado, enquanto ela gemia em desejos. A temperatura da nossa emoção, juntada com a do aquecedor do quarto do casal parecia acima dos trinta graus e a sensação térmica perto dos quarenta graus. Ela passou a dar gemidos altos e dizer que estava muito bom, que estava tão gostoso. Começou a balbuciar dizendo que eu era gostoso e pedia para eu chupar mais forte e não parar: –– Não para preto, por favor! Empurrei o corpo da mulher para o meio da cama, continuei a chupar. Ela gemia eufórica e toda empolgada. Ela gemia e já sussurrava coisas ininteligíveis. Assim sem mais nem menos ela se levantou, ajoelhou na beira da cama de costas para mim (na posição rabo para cima) e, pediu para eu continuar chupando. ––Chupa tudo isso que é só seu, preto! Chupa a sua mulher meu preto! Coloca essa língua quente em mim meu preto! Eu lambia e olhava por detrás a boceta da Neguinha, que estava toda molhada, toda fervendo e toda minha. Naquele momento eu parecia ouvir músicas dentro da suíte.

Os sussurros da Neguinha entravam dentro de mim e me excitavam. Cada passada da minha língua quente, naquele rabo delicioso da minha Neguinha, parecia que fazia o meu pau aumentar de tamanho. Lambia aquele rabo, contemplava, olhava e percebia cada piscada do cuzinho da minha preta, ao receber o toque da língua. Em toda minha empolgação, não havia percebido como o cu da mulher estava tão aberto. Parecia que tinha sido utilizado de noite ou na madrugada. Era praticamente impossível não desejar viver a eternidade daquele especial e incrível monumento ao prazer. Ajoelhei-me ao chão, estiquei o dedo médio e passei a fazer movimentos circulares no clitóris da minha preta. Ela gemeu mais forte, soltou ainda mais o tórax relaxado na cama e abriu o esplendoroso rabo, deixando exposto o belo e apetitoso cuzinho bastante aberto. Nesse momento era impossível não ficar de olho, naquele objeto espetacular de desejo que me aguçava a emoção. Eu lábia e o cuzinho piscava.

Por mais que muita gente até evite falar sobre o assunto, com relação a esse incrível desejo do imaginário mundo masculino, muitas vezes o cuzinho se constitui num tabu. Não se pode negar que querer invadir, detonar e arregaçar um belo rabo, um gostoso ânus ou um belo cuzinho como aquele, que estava em minhas mãos, é algo que nunca nos sai da cabeça. Começamos a fazer tantas e infinitas brincadeiras, carícias e peripécias ali naquela cama, que quando ela subiu na cama e virou aquela bunda apetitosa e deliciosa para o meu lado, e eu vi seu cuzinho à disposição da minha língua, comecei a ter pensamentos especiais para aquela manhã. Logo pensei que aquele seria um dia mais que especial, para eu penetrar no cuzinho da minha Neguinha em sua cama. Aquele dia poderia ser para eu deflorar e arrombar o rabo da minha Neguinha. Eu não poderia deixar passar a oportunidade de penetrar o rabo da Neguinha ali mesmo na cama do casal. Era o meu dia. O clima emocional e de desejos ardentes se multiplicava e crescia. Ainda mais, quando você se imagina penetrando, comendo, usando, abusando e enterrando o seu pinto rígido, dentro do rabo da Neguinha. Mesmo eu sabendo que aquela suíte e nem mesmo a mulher me pertenciam, eu queria poder viver tudo aquilo.

Eu poderia dizer que eu era um afortunado ali. A Neguinha me permitia tudo entre quatro paredes daquela sua casa. Só as paredes eram testemunhas de nós dois. E quando você se esparrama em uma cama que não é a sua, parece que essa mistura de aflição, medo e um desejo dos mais incontroláveis, criam um clima indescritível em que até mesmo o desejo se multiplica ainda mais. A mulher parecia que estava na secura, quente, cheia de desejos e mostrava que queria muito e precisava sentir tudo que eu pudesse oferecer a ela. Não havia qualquer tipo de resistência para os meus sonhos naquele momento. Eu tinha que acreditar que naquele momento, que todas as possibilidades estavam comigo e deveria desfrutar. Aliás, a Neguinha sempre estava assim disponível para meus encantamentos. Eu estava maluco e cheio de saudades da minha preta. Aquela casa, o quarto da suíte do casal, a cama do casal, o corpo mais que delicioso e incrível da Neguinha, o momento mais que especial com minha preta deliciosa, certamente era a combinação perfeita para nós.

Então ela pediu para que eu me sentasse na beirada da cama e passou a me chupar primeiro delicadamente, depois passou a se portar como uma alucinada. Não aguentei muito tempo sentado olhando aquela mulher me sugando. Deixei meu corpo cair na cama, puxei os dois travesseiros para que eu pudesse ter uma visão especial da Neguinha me chupando. Fiquei apreciando aquela visão exuberante do que era uma mulher exímia chupadora. Incrível mesmo aquela visão. Algo de fazer o coração acelerar e perder o ritmo. Depois de me chupar tanto, tanto a ponto de quase me fazer gozar, eu me levantei, coloquei a Neguinha na beirada da cama, com aquele rabo todo para cima, naquela posição deliciosa e passei a lamber o cuzinho da Neguinha, a ponto de deixar a minha língua quase dormente e com cãibra. Parecia que a minha língua iria rasgar o rabo da mulher. Eu estava alucinado, por ter observado que naquele dia, o buraco estava bem mais aberto que das outras vezes. Isso me fazia imaginar, que o cuzinho foi usado pelo marido na noite anterior. Bateu em mim aquela vontade de penetrar em meu grande objeto de desejos. Quem sabe poderia ser um ótimo dia para investir nesse sonho. Parei de lamber, me levantei rapidamente e tentei como intruso colocar meu pau no rabo da Neguinha, mesmo sem pedir permissão. A mulher refugou me detendo e me empurrando com uma das mãos para trás. Mas não falou e nem recriminou minha tentativa. Curvei o corpo e dei mais uma lambida rápida, deixando uma cusparada na porta do cu da Neguinha e voltei a tentar, mas ela refugou novamente sem falar nada. A mulher saiu da posição em que estávamos, pediu-me para deitar-me no centro da cama. Parou por alguns segundos olhando-me ajeitar os travesseiros e depois veio para perto de mim ali na cama. Ficou de quatro na cama e me beijou com total delicadeza e sem muitas palavras.

A Neguinha sabia ser delicada ao fazer amor. Depois de subir na cama e me beijar, passou a me chupar os mamilos com volúpia, a ponto de me deixar assim sem reação. Deixei meu corpo todo largado na cama do quarto daquela suíte. Fiquei como se estivesse em minha própria casa. A Neguinha chupava os meus mamilos, e com uma das mãos apertava forte o meu pinto e acariciava de leve com as pontas dos dedos a cabeça do cacete. Chupou os meus dois mamilos deixando-os com os bicos bem acesos, enquanto eu permanecia imóvel, quase hipnotizado. De repente ela se virou de costas, subiu em cima de mim, pegou o meu pinto como se fosse enfiar naquela boceta quente, para que eu pudesse ficar olhando aquela bunda linda. Era uma posição especial, que a Neguinha sabia que eu gostava muito, porque naquela posição ela ia penetrando devagar e, eu olhando a bunda magnífica e toda especial da minha mulher abrindo e fechando. A Neguinha ficou sobre mim assim de costas, por alguns instantes, esfregando aquela boceta quente no meu cacete. Eu gemia quase que imperceptível, enquanto observava o movimentar do corpo da mulher. Parecia me envolver e me perder naquele mundo de nós dois. Ela apenas movimentava as ancas sobre mim, para que meu pênis ficasse se esfregando em sua vagina. Eu fechei meus olhos e viajei por segundos.

Sinceramente era a primeira vez que eu me preocupava em estar ali na suíte com a Neguinha. O que me inquietava de verdade, era porque pela primeira vez nós estávamos dentro do quarto e com a porta fechada. Estavam fechadas tanto a porta da cozinha como a porta do quarto do casal. Sabia bem, que diante da nossa tranquilidade, poderia ser um risco de alguém chegar sem que pudéssemos ouvir, tamanha era a nossa empolgação ali na suíte do casal. Ela continuava de costas para mim, esfregando a sua boceta no meu cacete que fervia. Eu segurava na cintura da mulher, alisava de leve as suas costas e vez ou outra, apertava forte as nádegas exuberantes da fêmea empolgada e delirante.

Então, eis que o incrível aconteceu. Assim, para a minha surpresa, a Neguinha naquela posição que estava, se esfregando no meu caralho, ao invés de ajeitar o meu pênis em sua boceta, para cavalgar de costas sobre mim, resolveu fazer diferente. A Neguinha segurou meu pinto pela base, e ficou esfregando no seu cu. Ficou alguns bons minutos naquela brincadeira deliciosa, segurando firme o meu pinto e passando-o na porta de entrada do seu cuzinho. Eu ficava olhando desejoso. Sinceramente eu não esperava aquele tipo de brinquedinho entre nós. Puxei e ajeitei mais um travesseiro para debaixo da minha cabeça, para que ficasse mais alto e pudesse apreciar melhor aquele quadro de emoção. Ela esfregava forte o meu cacete rígido na porta do seu ânus e resfolegava controlada. Eu olhava aquela bunda preta linda, quase numa cor chocolate aveludado. Ficava observando os movimentos da mão da mulher, que friccionava a cabeça do meu cacete na rodela do seu cuzinho, que naquele dia estava bem aberto. Parecia um sofrimento interminável e de uma emoção única. Eis assim, que sem mais nem menos, foi ajeitando e colocando meu pênis para que entrasse no seu rabo. Cena inacreditável! Foi forçando com suas próprias mãos e decidida, parecendo que tentava fazer com que a cabeça do pênis entrasse. Respirei bem fundo. Que cena espetacular! Puta que pariu! Já imaginava ver e sentir a magia do meu pinto desbravar e invadir aquele rabo da Neguinha. Quando parecia que a cabeça do pênis iria entrar no seu cu, ouvimos um barulho de carro lá fora. Ela pulou num salto, colocou uma blusa e foi verificar. Voltou dizendo não ser nada importante.

Dessa vez, não voltei para a cama. A Neguinha me pediu que fosse me deitar no chão ao lado da cama. Peguei dois travesseiros e obedeci. A Neguinha se ajeitou na mesma posição. Só que dessa vez foi mais ligeira. Ajeitou meu pinto na entrada do seu cu e foi empurrando a bunda para trás para que entrasse. Fez uma tentativa rápida, não dando resultado, levou uma das mãos à boca, molhou a ponta dos dedos com saliva e passou no seu cuzinho. Foi aí que deu tudo certo para que a emoção se desse.

Confesso que rolaram lágrimas de emoção, quando vi a cabeça do pau desaparecer dentro do rabo da mulher. Ela empurrou o corpo para trás, de maneira que entrasse a cabeça e mais um pouquinho. Fiquei olhando a cena em estado de letargia. Eu olhava tudo, cheio de emoção e de tesão, a cabeça do meu pau desbravando mansamente aquele rabão delicioso. Meu pênis ia entrando bem devagarinho, e eu sentia o cuzinho apertado da mulher. Ela segurava a base do meu pênis e ia empurrando o corpo para trás bem devagar, para que o meu caralho fosse entrando. Eu era um feliz espctador da cena. E, tão logo a Neguinha sentiu que o meu caralho estava encaminhado em seu cuzinho, segurou um lado das polpas da sua grande, exuberante e maravilhosa bunda e foi se enterrando e balançando bem devagar. Balançava devagar, num movimento de vai e vem, para frente e para trás, penetrando-se sozinha, como num flagelo.

Naquele momento, a Neguinha era dona da situação e seguia como uma fêmea dominadora. Eu tive vontade, num ímpeto só de dar uma enterrada bem forte para ver meu cacete bater bem no fundo do rabo da Neguinha, mas não seria elegante de minha parte, já que ela estava me oferecendo um presente que há muito tempo eu queria ganhar. Seria a primeira vez, de todo esse tempo que tínhamos uma relação, que a Neguinha estava me proporcionando penetrar seu cuzinho em sua casa. Ali naquela casa, como na casa anterior da Rua do Governador, também quando ela morava na Vila da Fábrica de Brinquedos, já havíamos feito de tudo que se possa imaginar entre um homem e uma mulher, mas até então, não havia me permitido ainda comer o seu cuzinho. Eu olhava aquele balanço de leve da bunda da mulher e meu pau entrando e saindo. Ela, minha Neguinha entre sussurros, apenas me perguntava: Você gosta assim preto! Você gosta desse jeito preto! Falava com a voz embargada. A emoção era tanta que eu nem conseguia soltar a voz. Diante dos meus gemidos de empolgação, a mulher deu uma enterrada mais forte, que meu cacete quase desapareceu dentro das profundezas daquela bunda. Eu soltei um gemido longo de tanto tesão, em ver aquilo tudo sendo invadido pelo meu caralho. Fiquei olhando a Neguinha saindo bem devagar e meu pinto saindo com a cabeça bastante avermelhada, de dentro da imensidão daquela bunda tão linda e, que estava sendo oferecida como banquete.

Eu não poderia deixar assim. Decerto que ela não poderia sair assim de mim, sem que eu pudesse ser um pouco dono desse jogo. Não queria mesmo que ela fosse a dona da situação. Num ímpeto levantei do chão e puxei a Neguinha, para que parasse ainda de quatro ali no chão. Eu já estava no limite de todos os limites. Curvei o meu corpo sobre a mulher, como um cão que vai pegar sua cadela. Ela não me impediu, deixou que eu ajeitasse meu pinto naquele cuzinho aberto. Limitou-se apernas em sussurrar bem baixinho: –– Faz bem gostoso e devagar, meu preto! Seja bem delicado e amoroso. Dessa vez a emoção foi das mais incríveis que eu pude viver e vivenciar. Enquanto eu penetrava seu ânus, eu pude ver o meu caralho entrando bem de mansinho no rabo lindo da preta. Não se trata apenas de comer o cu dessa mulher, mas sim, de poder ver com todos os sentidos, o seu pinto desbravando aquele vulcão de emoções.

Ela foi deixando o corpo relaxar, com o tórax esparramando no chão ao lado da cama. Assim eu podia ver meu pinto invadindo, entrando e penetrando inteiro naquele meu maravilhoso objeto de desejo. Aquele era o cuzinho que sempre desejei comer daquele jeito. Eu ia olhando quase que a base inteira do meu caralho ir se aprofundando naquele universo, como se fosse rasgar as nádegas da mulher ao meio. Que cu maravilhoso era aquele! Ela não soltou nenhum gemido quando eu penetrei o meu caralho todo em seu rabo. Quando meu cacete entrou por inteiro eu, todo cheio de emoção sussurrei para ela que meu pinto estava todinho dentro dela. Depois fui balançando, balançando e, de repente, estava enterrando com toda rapidez e força que eu podia, num movimento de vai e vem dos meus quadris. O cu da mulher parecia que se abria mais e mais, a cada enterrada bem funda que eu dava. Eu sentia meu pinto fervendo dentro do cu da minha mulher. Ela parecia se abrir ainda mais para que meu pinto alucinado, invadisse aquela sua bunda perfeita e magnífica. Passei a enterrar fundo e depois tirava o pinto todo para ficar apreciando aquele buracão que se contraia. Enfiava todo o meu cacete de novo no rabo da mulher, em seguida eu tirava e, ficava olhando cheio de curiosidade, as paredes do cu da Neguinha em cores meio cor de rosa e meio avermelhada. Na última estocada que dei naquela posição, retirei o meu pinto, olhei mais uma vez deslumbrado para o orifício da mulher e, com a boca cheia e vazando saliva, dei uma cusparada que foi escorrendo para dentro do buracão da deusa. Uma visão mais que deslumbrante de olhar aquele rabo arreganhado e todo aberto para mim, com minha saliva quente escorrendo. Em seguida, ajeitei mais uma vez a cabeça do caralho e enfiei novamente, mas dessa vez fazendo questão de dar enterradas bem mais fortes, vigorosas e profundas. Ela aguentou bravamente essas enterradas sem reclamar. Depois de várias estocadas furiosas que eu pude desferir invadindo aquele rabo, ela deixou o seu corpo cair por completo no chão. Tirei o meu pinto de dentro, que já estava em ponto de explosão. Não gozei dentro daquele rabo porque segurei demais. Entrei rapidamente no banheiro da suíte, abri a torneira, lavei o meu pinto com o sabonete que estava na pia, enxuguei com a toalha de rosto, e voltei encontrando a mulher já deitada na cama com aquela carinha de safada.

Parecia estranho, mas eu não conseguia ouvir qualquer barulho lá fora. Apenas ouvia a respiração ofegante da Neguinha, que se contorcia no centro da cama, se tocando e me pedindo que terminasse tudo aquilo. Os olhos dela eram desejos. Não sentíamos nenhum pouco de frio dentro daquele quarto de emoções. Tudo ali vicejava desejo dos mais completos. Eu a olhava com os olhos cheio de paixão. A Neguinha, com a ponta dos dedos, puxava os bicos dos peitos em seu momento de tesão individual. Permaneci por alguns instantes do lado da cama, na direção dos pés da mulher observando aquela cena, em que a Neguinha provava do seu momento mais sublime de emoção tocando nos próprios seios com volúpia. Ela foi abrindo as pernas e me olhando com aquele olhar de desejo. Não precisavam palavras, apenas o brilho daquele olhar radiante. Começou a sussurrar para eu entrar dentro dela. Abria as pernas e se contorcia no centro da cama. Começou a sussurrar que me queria até o fim e que eu entrasse inteiro dentro dela. Falou o meu nome e pediu que eu entrasse, porque ela precisava muito. A sua voz rouca soava como uma bela sinfonia aos meus ouvidos. Rara eram as vezes que ela falava meu nome na cama. Sempre usava meu menino, meu garoto ou preto, assim como chamava o seu marido, para evitar de falar algum nome em vão. Começou a balbuciar que me queria. Vem (…) – disse meu nome com aquele brilho enigmático em seus olhos. Vem (…) para dentro mim.

Subi na cama do lado da janela, e ao invés de entrar no meio das pernas da mulher, deite-me ao lado da mulher, puxei suas ancas para que se virasse para mim e, a beijei como se a cama fosse minha, como se a mulher fosse minha e como se aquele quarto fosse meu. Ficamos presos em um beijo mágico por alguns instantes, como se estivéssemos em nossa casa e, como se aquela mulher me pertencesse. Ela correspondeu ao beijo como uma juvenil que se entrega a sua primeira emoção. A boca da mulher salivava. Ela beijava emocionada e quando soltava os lábios, reclamava que me queria todo dentro dela. Eu estava pingando, em estado máximo de desejo e tesão de macho. E entre beijos e sussurros, me curvei e entrei no meio das pernas da mulher. Fui beijando a barriga da Neguinha, depois os seios, o pescoço e, quando cheguei em seus lábios, dei vários beijos de um lado e de outro, enquanto ela ajeitava meu pinto em sua boceta. Quando a cabeça do meu pau se ajeitou naquele buracão quente e eu dei uma enterrada de leve, a mulher soltou uma série de gemidos com a primeira vogal prolongada (a, a, a, a, a…). Fui enterrando fundo e bem calminho. Sentia como se o meu caralho tivesse aumentado sua grossura. Ela passou a respirar fundo e sussurrar bem perto do meu ouvido: –– Vem comigo preto! Vem comigo meu menino! Goza comigo preto! Vem comigo preto! Eu adorava quando ela me dizia assim, porque parecia que o tesão entre nós dois aumentava ainda mais. Continuei a tarefa de ir enterrando bem devagar no infinito da boceta quente da Neguinha. Depois passei a dar uma e outra estocada forte para ouvir o gemido dela, a cada vez que meu pinto batia no fundo da sua boceta. Fazia aquela coisa de curvar os quadris, retirando o meu pinto bem devagar, depois enterrava tudo de uma vez. Fazia isso várias vezes, somente para ouvir os sons de desejo e de tesão que dominavam a mulher. Eu adorava ouvir os sussurros e gemidos da Neguinha. Passei a enterrar com tudo e, agora cada vez mais rápido. Ela passou a sussurrar que eu era gostoso, que eu era o homem da sua vida, que ela era minha mulher para sempre. ––Faz bem gostoso para mim meu homem. Derrama tudo em mim. Os olhos da Neguinha semicerrados, deixando uma brecha bem estreita aberta, começaram a virar num êxtase, até que nós dois explodimos em gozo, desejo e tesão. Talvez o tesão mais completo que já havia provado com a Neguinha em sua casa. Ela chegou ao êxtase do gozo maior, cravando as unhas em minhas costas e urrando como uma leoa, daquela maneira que eu adorava ver, ouvir e sentir.

Interessante, que eu já havia feito amor com a mulher em sua casa, desde quando ela se casou e foi morar na Vila da Fábrica de Brinquedos. Foi ali naquele sobrada da Rua Joaquim Carlos, que a nossa história de fazer amor nasceu de verdade. Mesmo com a dificuldade da presença da mãe dela como visitante em sua casa, conseguimos fazer amor ali muitas vezes. Também perdi as contas de quantas vezes fizemos amor, por uma infinidade de vezes, em diversos horários, quando a Neguinha se mudou para a casa da Rua do Governador. Ali foram grandes momentos vividos. Quando as vizinhas não atrapalhavam com algumas visitas inoportunas, chegávamos a passar muitas horas juntos naquela casa. Nessa casa a mãe dela também morou lá algum tempo, mas quando ia ficar na casa de outra filha em Jundiaí, nós aproveitávamos. Mas parece que nessa casa atual na rua do Vitor, nós conseguimos sentir e provar emoções das mais completas. Não sei se era porque eu sabia que fui o primeiro a fazer amor com a Neguinha nessa casa. Esse registro pertencia a mim. Eu sabia que fui o primeiro a fazer amor naquela casa. Lembro-me que assim que compraram essa nova casa, recebi uma ligação da mulher. A Neguinha ligou e me chamou para ir conhecer a sua casa nova. Foi num dia que iria esperar o vidraceiro para trocar os vidros da nova morada. Foi naquele quarto da suíte do casal, muito antes que tivesse qualquer móvel, que nós nos deitamos ao chão e selando nosso amor nessa casa. Nós dois ali naquele quarto, fomos os primeiros a fazer amor com loucura e rolando pelos quatro cantos da suíte, quando ainda não tinha nenhum móvel. Eu tive o prazer de ser o primeiro em viver essa emoção com a Neguinha, na suíte da sua casa nova. Acredito que seja por esse motivo, que de certa forma eu me sinto com identidade e com minha energia presa nessa casa.

Meu corpo sobre o corpo da Neguinha corria suor. Tentei sair de cima da mulher, mas ela me impediu dizendo: Fica só mais um pouco dentro de mim. Ficamos em silêncio e, eu ouvindo o coração da mulher batendo totalmente acelerado e fora do compasso. O quarto parecia ter atingido quase quarenta graus. Passados alguns segundos, ela me beijou, pediu para eu sair de cima dela. Entrou no banheiro da suíte e abriu o chuveiro. Eu me sentei na ponta e quina da cama, puxei o lençol e comecei a limpar e enxugar o meu pinto. Ajeitei o lençol novamente na cama e fui até a porta do banheiro da suíte. Ela perguntou se eu queria me lavar. Entrei no limite do box e ofereci o pinto para que a Neguinha lavasse. Ela passou sabonete no pinto, que ainda estava um pouco rígido, esfregou delicadamente, em seguida enxaguou e deu parabéns pela ferramenta. Ela ainda curvou o corpo para dar um beijo na cabeça do meu pau e, apontou a toalha que eu deveria usar. Fui enxugando e saído do quarto. A adrenalina de estar naquele quarto com a mulher era tanta, que eu nem sentia frio. Coloquei minha roupa, abri a porta do quarto e, não demorou muito a mulher já vinha se enxugando. Parou perto de mim, na entrada da porta do quarto e mais uma vez nos beijamos. Eu disse que tinha que ir trabalhar, mas queria poder ficar. Ela disse que a casa era minha. Falou que pensava ir resolver algumas coisas na rua, mas com aquele frio desistiu. Acompanhou-me até o portão, tirou o cadeado que prendia a corrente. Nós nos olhamos mais uma vez carinho. Falamos algumas poucas palavras vazias. Ela foi colocando a corrente para fechar o portão. Se eu pedisse para ficar, certamente ela deixaria. Fui saindo, olhei para trás e a Neguinha ainda parada no portão me observava, até que virei a esquina e saí com o andar apressado. Apesar do frio, seguia vibrando eufórico ainda, em cada rua que eu entrava, como um adolescente que havia vivido o seu primeiro momento da conquista do seu grande amor. Já pensava em nem ir mais para o trabalho, diante da grande emoção vivida naquela manhã com a minha doce Neguinha encantada.

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