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O dia que quase comi a neguinha na praça, quando estava com seu vestido verde musgo.

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O DIA QUE QUASE COMI A NEGUINHA NA PRAÇA, QUANDO ESTAVA COM SEU VESTIDO VERDE MUSGO.
Autoria: Val Theo

Aquele foi o dia mais incrivelmente maravilhoso ocorrido entre a Neguinha e eu. Foi algo tão emocionante, que nunca havia acontecido com a gente assim na rua. Sabe aqueles dias em que você abusa do direito de desejar alguém? Foi por muito pouco, que naquele dia eu não comi a Neguinha em uma praça pública, perto do AAA do Bairro do Carrão. Confesso que foi assim por questão de minutos, que não comi a Neguinha sob a luz do luar. Esse dia a Neguinha foi mais permissiva, como nunca dantes havia acontecido na rua. Foi tudo tão incrível, emocionante e ao mesmo tempo inacreditável. Estávamos impossíveis.

Saí do trabalho às 16 horas naquele dia de quase início de verão. Fazia algum tempo que não nos víamos e, que eu não fugia para ver a mulher passar, quando ela saía do trabalho para entrar no metrô. Até mesmo ao celular estava difícil da gente se falar. Tudo isso, por conta dos nossos horários e das pressões na casa dela. Era um tempo em que o marido andava desconfiado, porque o telefone da Neguinha vivia sempre desligado ou no modo vibrar. Essa coisa da mulher deixar o seu celular desligado ou no modo vibrar quando estava em casa, trouxe esse tipo de desconfiança para o seu marido. Estava difícil para mim.

A coisa entre nós estava funcionando mais ou menos assim, mesmo que eu não conseguisse desviar a Neguinha do seu caminho… Mesmo que não conseguisse convencer a mulher a ir para um hotel… Mesmo que não pudesse encontrar a Neguinha, eu dava um jeito de ir ao seu encontro na porta do trabalho. Sempre arrumava um jeito, de aparecer na porta do trabalho da Neguinha, somente para vê-la passar. E nesse dia, decidi que iria faltar na faculdade, porque já estava bem com as notas daquele bimestre. Fui ao seu encontro, somente para tentar ver a minha Neguinha de qualquer jeito. Nem ao menos eu sabia se a mulher havia ido trabalhar naquele dia, porque o celular da Neguinha estava desligado.

Nessa época a Neguinha ainda estava trabalhando na região do centro velho de São Paulo. Era aquele prédio grande, bem em frente ao estúdio, onde cheguei a levar a Neguinha em certa vez. Cheguei bem em frente ao prédio, onde a Neguinha trabalhava às dezessete horas e vinte minutos. Fiquei parado em um ponto de ônibus, bem próximo ao farol de trânsito onde todos que trabalhavam ou se utilizavam dos serviços daquela repartição pública atravessavam. Fiquei ali de prontidão, parado como um vigia, olhando diretamente para a porta de saída do prédio, aguardando o horário de saída da Neguinha. Quando faltavam dez minutos para às dezoito horas, eu me coloquei bem em frente da porta de saída do prédio, de onde se podia avistar as pessoas descendo ou subindo dos elevadores. Se ficasse de longe correria o risco de não ver a Neguinha saindo, em função do apinhado de gente saindo do prédio às dezoito horas. Eu me misturava entre as pessoas, mas ficava ligado para não a perder de vista.

Como é ruim esperar alguém com quem você não marcou nada. Havia o risco de a Neguinha não ter ido trabalhar, e eu dar viagem perdida. Isso já me aconteceu muitas vezes. A cada passeio dos ponteiros do relógio, meu coração apertava e meu corpo tremia por inteiro de tanta ansiedade. Muitas pessoas costumavam ficar ali no final de tarde, em frente da porta de saída do prédio esperando alguém. Eu achava incrível aquela coisa, de haver tantas pessoas que esperavam pela saída de alguém na porta do prédio. Eu para não ser visto pela mulher quando saísse, misturava-me nos espaços onde havia um grupo maior de pessoas. A Neguinha havia me dito, que vez ou outra o seu marido vinha buscá-la. Assim, aprendi a não arriscar de alguém nos ver juntos logo na saída. Eu não podia abordar a minha Neguinha de imediato, para não haver riscos. Assim, conforme os minutos e segundos passavam a ansiedade da espera aumentava mais e mais dentro de mim. O coração parecia disparar bastante apreensivo, e uma onda de frio intenso varria o meu corpo inteiro.

Quando começou a badalar mais intensamente o sino da catedral, cada vez mais foi aumentando o fluxo de pessoas saindo pela porta principal do prédio, num incansável formigueiro. Eu não tirava os meus olhos da direção da saída do elevador para não perder a Neguinha do meu raio de visão. A cada badalada dos sinos, muitas pessoas que esperavam alguém iam saindo de frente da porta. Quando o fluxo de pessoas começava a diminuir sensivelmente, eu procurava me esconder atrás de alguma árvore ou próximo do engraxate. O importante era a Neguinha não me ver ali, esperando-a na porta do seu trabalho. De repente, uma alegria no coração que se acelerou. Bem ao longe pude ver, e reconheci aquele andar saindo do elevador. Posicionei-me recostado mais perto da árvore, bem mais longe do seu alcance e raio de visão e fiquei olhando a mulher. Sim era a Neguinha. Agora eu tinha certeza que era a minha mulher. Eu confirmei mesmo a uma certa distância e, mantive-me aboletado bem junto do engraxate.

A Neguinha sempre costumou ter hábitos rotineiros. Saiu do prédio já colocando a mão dentro da bolsa e olhando discretamente para os lados, como se parecesse procurar alguém. Retirou a carteira de cigarros com paciência. Parou na lateral da porta do prédio, bem ao lado da porta de saída. Acendeu um cigarro, colocou com calma o maço e o isqueiro na bolsa. Olhou mais uma vez para os lados, assim como se olhasse para lugar nenhum no infinito. Depois seguiu um caminho diferente de todos. Ao invés de atravessar no farol principal mais movimentado, esse que ficava bem em frente ao prédio onde a Neguinha trabalhava, ela fez diferente. Caminhou em passos lentos, e foi atravessar no farol lateral após o ponto de ônibus. Um caminho menos movimentado pela lateral do Palácio da Justiça, um prédio bem antigo. Sempre estava até para perguntar para a Neguinha, porque fazia aquele caminho diferente, mais isolado e mais deserto. Mas acabava que eu ia lá procurar por ela, e me esquecia de perguntar. Nunca soube ao certo porque fazia aquele caminho diferente.

Eu quase nunca abordava a Neguinha no meio do caminho, por motivos óbvios. Como a Neguinha nunca teve a mania de olhar para trás, fui seguindo-a. A Neguinha fumava e jogava a fumaça para ao ar, como se num ritual. A Neguinha sempre terminava o seu cigarro bem próximo das escadarias da entrada do metrô Sé. Depois descia calmamente as escadas rolantes, e eu ia seguindo-a, mas mantendo certa distância. Somente quando a Neguinha passava pela catraca, caminhava e chegava perto das escadas rolantes, onde ela desceria para o embarque, que eu chegava perto e a abordava. Eu fazia aquelas cenas de ares de surpresa por ter encontrado a mulher. Fazia sempre assim, para não deixar suspeitas que eu estava ali todos os dias. Tudo isso para que a Neguinha não percebesse, que eu sempre ia esperar por ela na porta do prédio. A Neguinha sempre me dizia, que não queria que as pessoas nos vissem juntos.

Descemos a escada rolante juntos, com a Neguinha reclamando da plataforma excessivamente lotada. —Isso aqui é um inferno! Disse ela. A Neguinha dizia que só não gostava de trabalhar naquela região, por causa dessa coisa de pegar metrô lotado na hora de ir embora. De manhã era tranquilo, porque ela entrava às dez horas. Realmente a plataforma estava sempre abarrotada de tanta gente. Não era coisa para qualquer um encarar em horário de pico na Sé. Somente a necessidade de ir embora que fazia um cidadão encarar um metrô naquelas condições. Confesso que achava estranho seu marido estar em casa às quatro da tarde, e não vir pegar a sua mulher de carro. Deixar a mulher ser esfregada por tantos homens todos os dias, para mim era lamentável da parte dele. Nada de machismo da minha parte, mas posso afirmar que é bastante complicado, deixar a sua mulher nessas condições, em um trem absurdamente lotado.

Lá na plataforma, a Neguinha se posicionou na lateral das grades metálicas, que separam as filas na plataforma, como se fossem separadores de gados. Eu coloquei a Neguinha na minha frente e, logo fiquei olhando tudo aquilo que iria desfrutar em algumas poucas estações em que nós viajaríamos juntos. Minha vida e meu prazer ali se resumiam a isso. Era o que eu tinha para o momento. Olhava o vestido verde musgo, solto no corpo da mulher, e marcando as suas incríveis curvas. Lembro-me que parecia o vestido verde musgo, que usou para ser madrinha de casamento, da filha da sua vizinha Claudete. Eu não via a hora de chegar um trem mais lotado de todos, só para ter o prazer do meu corpo encostado e preso ao da mulher. Ficava admirando tudo aquilo disfarçadamente, olhando a minha Neguinha dentro daquele vestido. Voltei a lembrar e imaginar como ele tinha coragem de estar em casa, ter o seu carro na garagem e não ir buscar a Neguinha. Naquele horário, mesmo que um homem não quisesse, era impossível de não ficar grudado ao corpo de alguma mulher dentro do trem, de tão lotado que vinham. Só de pensar, a excitação já tomava conta de mim. Eu nem prestava atenção na conversa que nós estávamos tendo. Esperava apenas o momento do nosso trem encostar e eu poder aproveitar da emoção.

Por fim chegou a nossa vez do embarque. O trem mais lotado de todos que já vi. Parecia uma lata de sardinhas transportando muita gente. Nunca havia embarcado num trem assim cheio. Fui empurrando você com meu corpo por trás, entramos no vagão e o trem fechou as portas. Desde o momento que estava te olhando ainda na fila na plataforma eu já estava com meu pau bem duro. Quando entramos no vagão, você se ajeitou para ficar bem de frente a mim. Ele ficou bem duro e coladinho em sua coisinha gostosa. Pelo tecido ser bem mole, podia sentir o seu corpo no meu pau. Você sentindo o meu cacete bem duro e excitado encostado em você, começou a dar algumas empurradas de leve e me olhando com carinha de pecado e sorrindo. Eu passei meus braços pela sua cintura e puxei você para mais perto de mim. Fiz assim, como se você fosse minha namorada ou mulher. Não era possível mais nada, porque estávamos bem grudados. A gente se olhava cara a cara cheio de desejos. Eu tinha vontade de atacar a sua boca, que estava bem próxima da minha. Com uma das mãos arrisquei tocar na sua vagina, e senti a quentura daquele objeto de desejo. Antes que o trem chegasse na estação Brás, eu pedi para você descer em outra estação comigo. Estava planejando te beijar em alguma praça, em alguma esquina ou em alguma rua escura. Faltavam duas estações para você descer quando aceitou meu pedido. O meu pênis encostado em você naquele momento parecia mais duro que um pedaço de pau. Queria mesmo poder te levar para um hotel, mas você nos últimos tempos estava se sentindo vigiada pelo marido.

Descemos duas estações depois daquela onde a Neguinha costumava pegar condução para sua casa. Era o local onde o marido da Neguinha a deixava em todas as manhãs, quando a trazia de carro. Como eu estava todo cheio de más intenções, antes de caminhar com a Neguinha fui ao banheiro do metrô e tirei a cueca e coloquei dentro da bolsa. Queria poder me encostar na mulher e sentir aquele corpo dentro do seu vestido verde musgo. Depois que saí do banheiro, fomos andando vagarosamente, até que a noite caísse definitivamente. Já que a mulher não queria ir para um hotel, iria ter que me aproveitar em sentir aquele corpo assim na loucura. Mesmo com todos os riscos, eu tinha que aproveitar.

Comecei a entrar por algumas ruas mais estreitas do bairro. Sabia que sairíamos em uma praça meio escondida, que não era muito movimentada, e que eu conhecia bem. Antes de chegarmos na praça, passamos perto do muro de uma residência, bem escondidinho, encostei a Neguinha e comecei a beijá-la. Mesmo com toda nossa empolgação, vez ou outra eu parava para olhar dos lados e ver se não vinha alguém. Era natural não ter muito movimento por ali, porque já havia escurecido. Eu conhecia muito bem o local, e muitas vezes andei por aquelas ruas e praças tarde da noite, quando voltava de uns trabalhos que fazia ali. Voltei a beijar a Neguinha e, sem qualquer receio toquei e enchi as minhas mãos com o sexo da mulher. Senti em minhas mãos aquela coisa bem grande e quente, mesmo por cima do vestido e da calcinha. A Neguinha gemeu de leve com a boca grudada em minha boca. Mas em momento algum tentou conter a minha mão atrevida. Tive vontade de penetrar na Neguinha ali mesmo naquela esquina, mas resolvi procurar um lugar melhor para continuar aquela loucura.

Voltamos a caminhar, enquanto eu pensava comigo: ––Já pensou uma mulher na sua idade, com um cargo especial na Secretaria da Justiça, acabar sendo presa ali na rua, por atentado violento ao pudor? Já pensou uma notícia dessas chegando em sua casa? Imaginem no seu trabalho a notícia, de que a mulher foi pega numa praça fazendo sexo. Assim, seguimos nós dois andando e, vez ou outra eu pedia para a Neguinha em minha frente. Queria poder olhar e apreciar tudo aquilo que me pertencia por direito. Que magnífica ficou dentro daquele vestido! Que deliciosa mulher! Quanta gostosura! Confesso, que a sua bunda ficou maravilhosa dentro daquele vestido. Merecia ser despida ali mesmo, para eu poder me deliciar de tudo aquilo. Era normal, que quando a Neguinha engordava alguns poucos quilos, ficava com a bunda assim maravilhosíssima. Parece que tudo quanto engordava ia se acumular na sua bunda.

Paramos nessa praça meio deserta que eu conhecia bem e que depois de certo horário, as pessoas evitavam passar por ali. Ficamos num canto, próximos do muro alto de uma fábrica, que fazia divisa com a praça. Encostamos numa árvore grande aos beijos e apertos. A Neguinha se esfregava em mim com todo desejo, ao ver que a praça se mostrava totalmente deserta. Eu revidava passando e esfregando meu corpo e meu pênis bem forte na mulher. Havia tirado a cueca, assim meu pinto ficou mais livre dentro da calça. Era uma esfregação mesmo por cima da roupa. Sentia a quentura gostosa do seu corpo, por conta da leveza do tecido vestido verde musgo da Neguinha. A verdade é que estávamos os dois loucos de tanto tesão, e a mulher se entregava nessa grande emoção.

Incrível mesmo, mas num determinado momento já havíamos nos esfregado de tudo quanto foi jeito. A praça deserta fez com que a Neguinha fosse consensual e permissiva em todos os desejos nossos. Cheguei a colocar a Neguinha de costas para mim, e me esfreguei naquela bunda, beijando o seu pescoço. Ela arfava. Ela estava em delírios. A Neguinha gemia leve. Ela empurrava a bunda para trás contra o meu cacete duro. Essa sussurrava: ––Estou louca de vontade, preto! Morrendo de desejos meu menino. Querendo tudo isso dentro de mim. No mesmo instante e Neguinha colocou uma das mãos para trás e segurou bem forte no meu pênis sobre a calça. Era a oportunidade que eu esperava. Se eu queria ter um pouco mais da mulher, aquele era o momento. Abri o zíper da calça, tirei o pau para fora, virei a Neguinha de frente e, rapidamente coloquei meu pinto no meio das suas pernas. Ela gemeu dizendo: ––Você é louco, preto! Eu sussurrei nos seus ouvidos: ––Louco por você… Nos beijamos com a mulher apertando meu pênis com as suas coxas. Uma emoção das mais incríveis que provávamos. Ela me beijava, como se estivesse me sugando pela boca. E meu caralho totalmente duro, roçava por entre as suas coxas quentes.

Ficamos naquele beijo, que parecia durar uma eternidade. A mulher mantinha o meu pinto preso no meio das suas coxas. Eu a beijava e, com os olhos abertos olhava o movimento na praça. Tudo calmo. Apenas um ou outro carro, que passava bem ao longe na rua lateral da praça. Resolvi arriscar em querer mais. Soltei-a do beijo, tirei o meu pinto do meio das suas pernas. Mais uma vez dei uma olhada panorâmica na praça, pressionei um dos ombros da Neguinha. Sabe aquele movimento que a gente faz, pedindo para ser chupado só com um leve toque nos ombros? Pedi para que a mulher chupasse meu pinto? ––Isso é muita loucura! Ela disse. ––Estou louquinha, meu preto! A Neguinha deu uma olhada rápida na praça, assim como fiz. Logo, agachou-se apoiando em minhas coxas e abocanhou meu pau. Chupou gostoso o meu pinto, e me masturbou com a sua boca quente por alguns bons minutos. Tudo aquilo que provei, pareceu uma eternidade. Voltei a imaginar pensativo: ––Como seria, uma mulher com um importante cargo público no judiciário, sendo surpreendida numa praça pública, fazendo sexo oral com alguém? Depois de boas chupadas, levantou-se, beijou-me novamente e virou de costas esfregando a sua grande bunda em mim. Parecia que o mundo ao nosso redor havia parado. Eu não conseguia ouvir o som de nada. O tempo e o mundo pareciam ter congelado e paralisado para nós.

Aproveitei que ela se virou de costas, com uma das mãos eu puxei e levantei o seu vestido. Com a outra mão eu puxei a beirada da sua calcinha e tentei ajeitar e colocar o meu pinto. A Neguinha de primeira tentou refugar. Mas eu sabia que ela queria. Eu sentia que ela queria provar um pouco do meu pinto duro. A Neguinha até fingiu querer me impedir. Por isso, eu não poderia deixar passar aquela oportunidade. Havia alguns dias que tentava levar a mulher para um hotel. Passei aqueles mais de cinquenta dias, indo esperar a Neguinha sair do trabalho, para tentar levá-la para um hotel. A Neguinha sempre dizendo que o marido estava desconfiado. Foram muitos dias naquela relutância da parte dela. Aquela seria a oportunidade que eu esperava, de poder fazer amor com a Neguinha. Quase dois meses sem fazer amor com minha Neguinha, por conta das desconfianças do seu marido. Eis que aquele era o momento especial.

Mais uma vez forcei a sua calcinha. A Neguinha dessa vez arrebitou um pouco a bunda para trás para ajudar. A mulher estava tão molhadinha, que o meu pinto entrou numa empurrada única. Comecei a balançar e enterrar meu pinto bem fundo, segurando firme a Neguinha pela cintura. Nada de movimento na praça. Ela gemia e sussurrava bem controlada. Enquanto isso, meu pinto seguia seu trabalho naquele movimento de vai e vem. Meu pinto ia bem fundo e a Neguinha arrebitando a bunda para trás, para sentir bem mais e mais. Eu já estava arfando e gemendo, sem me preocupar com o lugar. Uma emoção diferente ao luar. De repente, ela me segurou e tirou meu pinto de dentro de si. Falou para eu guardar o meu pênis, e disse para eu observar um carro que estava parado uns duzentos metros de onde nós dois estávamos na praça. Ela disse que parecia ter visto a luz de um celular dentro daquele carro. Observei e vi que realmente parecia que havia pessoas no carro. Era mesmo a luz de um celular. Diante do risco, resolvemos sair daquela praça e seguir em direção do ponto de ônibus da Neguinha. Nos ajeitamos e tentamos nos recompor disfarçando. Peguei a minha mochila, que eu havia colocado na beira do tronco da árvore e saímos.

Fomos caminhando em direção do ponto, onde a Neguinha pegaria o ônibus para ir embora. Meu saco latejava de tanto desejo. Eu ainda ouvia a mulher com sua respiração descontrolada. Olhei para trás e observei que o carro saiu de onde estava estacionado, lá na praça. Não falei nada para a Neguinha. Segundos depois, o carro passou bem devagar próximo de nós dois, com os vidros todos filmados. Certamente era o carro que estava na praça. Não dava para saber quem estava dentro, mas era o mesmo carro que vimos na praça. Quando o carro se afastou alguns metros à frente, peguei no braço da Neguinha, e a convidei para terminarmos o que tínhamos começado. Ela até se mostrou disposta, mas o carro manobrou lá na frente e voltou. Passamos rapidamente bem perto do AAA, que o filho da Neguinha frequentou, e para evitar riscos e surpresas, pegamos o primeiro ônibus no ponto e fui levar a Neguinha até perto da sua casa. Quando nos lembramos das loucuras desse dia, em que a Neguinha estava dentro desse vestido verde musgo, a gente ri muito. Comecei a comer a Neguinha ali na praça, mas não consegui terminar. Bom demais!

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